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Pesquisa da Oi Futuro no RJ mostra relação das escolas com as novas tecnologias

27/05/2011

Pesquisa do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, o Ibope Inteligência e o Instituto Paulo Montenegro apresenta uma radiografia inédita sobre comunidade escolar e novas tecnologias. A pesquisa ITICs (Interação com as Tecnologias de Informação e Comunicação na Comunidade Escolar) foi realizada de maio a julho de 2010 e abrangeu um universo de mais de 32 mil pessoas, entre diretores, professores e alunos da rede pública municipal do Rio de Janeiro. Mais de 70% dos entrevistados em grupos diversos concordam que, quando há uso de tecnologias em sala de aula, o aluno se interessa mais em aprender.

Outra constatação foi que a tecnologia aplicada à educação vai mudar não só o papel da escola num futuro próximo como vai alterar o papel do professor em relação aos alunos, opinião compartilhada por mais de 65% dos participantes.

O levantamento apontou que a maioria dos entrevistados (mais de 80%) acredita que a tecnologia pode contribuir muito com o processo de aprendizagem e, consequentemente, consideram-na necessária para um bom desenvolvimento da educação.

Os entrevistados também concordam que quem não sabe usar as tecnologias de comunicação e informação sente-se excluído no mundo de hoje.

Uso das ferramentas

A pesquisa apontou como é a interação dos segmentos escolares com as ferramentas tecnológicas. Nos três grupos, o principal uso da internet, por exemplo, é receber e enviar e-mails. No segundo lugar da lista, há uma distinção entre a preferência de diretores e professores, que buscam informações e ler notícias em geral (98% e 93%, respectivamente), e a dos alunos, que optam por acessar as redes sociais (43%).

A pesquisa comprova que a mudança de mentalidade na comunidade escolar com relação às novas tecnologias já é uma realidade e que o seu papel é cada vez mais significativo na qualificação da educação.

Para o Oi Futuro, isso mostra que a instituição está no caminho certo ao investir em programas de qualificação do ensino. Nos últimos anos, o Instituto capacitou tecnologicamente as escolas públicas, levando banda larga e tecnologia de ponta para todas as regiões do país.

O próximo passo, acredita a organização, é desenvolver metodologias eficientes para a utilização dessas tecnologias de maneira adequada a aprimorar a educação, com acompanhamento, incentivos e orientação da escola.

“O Oi Futuro, com seus programas de educação realizados por meio de parcerias público-privadas, também está investindo em produção de conteúdo pedagógico. O objetivo é melhorar a qualidade do ensino, com pesquisas e desenvolvimento de soluções educativas que utilizam as novas tecnologias de comunicação e informação. São iniciativas que estão transformando o ambiente escolar e capacitando jovens para as profissões do futuro”, afirma George Moraes, vice-presidente do Oi Futuro.

Ações na educação

Entre os projetos de educação do Oi Futuro está o Nave (Núcleo Avançado em Educação), considerado um verdadeiro centro de pesquisas e desenvolvimento de soluções educativas, que usa de forma diferenciada as tecnologias da informação e da comunicação no ensino médio e capacitam jovens para profissões na área digital.

Outra iniciativa é o Oi Tonomundo, que há mais de dez anos transforma as escolas beneficiadas em pólos irradiadores de projetos comunitários, em parceria com instituições de ensino do Brasil e do exterior.

A Oi também investe em produção de conteúdo pedagógico para capacitar as escolas, como o projeto Educopédia, em lançamento, realizado em  parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME) do Rio de Janeiro.

A Educopédia é uma plataforma colaborativa de aulas digitais desenvolvida, inicialmente, para oferecer o conteúdo das disciplinas de português e matemática, com material de suporte aos professores, planos de aula, jogos pedagógicos e vídeos, o que torna o ensino mais atraente e motivador.

Fonte: Assessoria

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