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  <title>Últimas Notícias</title>
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  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/mato-grosso-do-sul-promove-3o-seminario-de-juventude-e-diversidade-sexual">
    <title>Mato Grosso do Sul promove 3º Seminário de Juventude e Diversidade Sexual   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/mato-grosso-do-sul-promove-3o-seminario-de-juventude-e-diversidade-sexual</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social do Mato Grosso do Sul (Setas), por meio do Centro de Referência de Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia (CentrHo), promove nesta quinta-feira (17) o 3° Seminário de Juventude e Diversidade Sexual. O evento faz parte das comemorações do Dia Estadual de Combate à Homofobia, celebrado anualmente no dia 17 de maio.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O seminário tem a finalidade de debater o tema entre os jovens dos diversos municípios do estado e ampliar a participação nas políticas públicas. Ainda serão realizadas as oficinas "Juventude e Diversidades" com os adolescentes e jovens de 15 a 29 anos, em especial os ligados a programas sociais e ações socioeducativas. As atividades acontecem em parceria com as Secretarias Municipais de Assistência Social e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas).</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O CentrHo trabalha no desenvolvimento das políticas de direitos e da cidadania do público LGBT (Lésbica, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) com o objetivo de promover a valorização de livre orientação afetivo-sexual da juventude LGBT e discutir seu atendimento pelas políticas públicas.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O seminário é realizado em parceria com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul e com a Coordenadoria Especial de Políticas para a Juventude, das 8 às 12 horas, no Centro Cultural José Otávio Gizzo.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>As inscrições podem ser feita pelos e-mails <a href="mailto:lgbt@setas.ms.gov.br" target="_blank">lgbt@setas.ms.gov.br</a> ou <a href="mailto:juventude@ms.gov.br" target="_blank">juventude@ms.gov.br</a>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Mais informações: Gisele (67) 3324 0763 ou (67) 3318 1081.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Governo do Estado de Mato Grosso do Sul / Setas</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-17T15:32:38Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/fundacao-oferece-cursos-gratuitos-de-teatro-no-tocantins">
    <title>Fundação oferece cursos gratuitos de teatro no Tocantins   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/fundacao-oferece-cursos-gratuitos-de-teatro-no-tocantins</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Fundação Cultural de Palmas oferece 60 vagas em cursos gratuitos de teatro no Centro de Criatividade. As inscrições vão até o dia 31 na gerência do centro, localizado no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho, de 8 às 21 horas.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>No ato da inscrição os candidatos preencherão uma ficha e anexarão currículo artístico e anexos que julgarem necessários. As entrevistas – que incluem audições – serão realizadas com o diretor Marcelo Souza nos dias 2, 5 e 6 de junho.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>São três modalidades: “Mergulho teatral” (curso montagem de espetáculo musical inédito), “Teatro de Rua de Palmas” (curso montagem da peça A Vida Como Ela É II, O Retorno) e “A arte de ler” (Ciclo de leituras dramáticas de peças, contos, poesia e romances).</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Quem pode se inscrever</span></p>
<p><span>Projeto Mergulho Teatral 2012 – Essa modalidade é para jovens de 14 a 23 anos, que podem ter ou não experiência teatral e possuem conhecimento básico de dança, canto e expressão corporal. As aulas acontecerão aos sábados de 14 às 18 horas e domingos de 10 às 13 horas.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Projeto Teatro de Rua de Palmas – Destinado aos atores amadores e profissionais, professores de arte, jornalistas e pessoas com experiência artística comprovada com currículo e documentos anexáveis, a partir dos 16 anos de idade. As aulas acontecerão as sextas-feiras de 19 às 22 horas até a estreia, prevista para novembro de 2012.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Projeto A Arte de Ler – É a opção para atores amadores e profissionais, professores de arte, jornalistas e pessoas com experiência artística acima de 16 anos. Experiência artística ou pedagógica será importante, mas não se caracterização como exigências. As aulas serão ministradas às quintas-feiras de 19 às 22 horas.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: O Girassol e Prefeitura de Palmas</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-17T15:32:41Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/exclusao-afeta-aprendizagem-de-aluna-com-deficiencia-visual">
    <title>Exclusão afeta aprendizagem de aluna com deficiência visual   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/exclusao-afeta-aprendizagem-de-aluna-com-deficiencia-visual</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A integração de uma garota de 17 anos com deficiência visual no cotidiano de uma escola regular mostrou que algumas práticas dos professores observados poderiam ser consideradas como comportamento de exclusão.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>No trabalho “Educação de pessoas com deficiência visual: inclusão escolar e preconceito”, realizado no Instituto de Psicologia (IP) da USP entre 2008 e 2010, a psicóloga Diana Villac Oliva acompanhou por seis meses as aulas e os intervalos para recreio desta garota em uma escola particular de médio porte, no interior de São Paulo. A garota cursava a 9ª série do Ensino Fundamental.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Durante o recreio, segundo a pesquisadora, há boa interação da menina com seus colegas. Nas aulas, no entanto, a garota tende a ficar excluída. Poucos professores se preocupam em tomar uma postura que auxilie a garota a entender o que está sendo explicado. “A ausência de adaptações curriculares para a acessibilidade resulta na exclusão do conteúdo” afirma Diana.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Dessa forma, embora a menina consiga socializar, ela não tem a mesma oportunidade de aprender que os demais colegas, devido à imposição de alguns obstáculos, como volume baixo na voz dos professores ou mesmo a não utilização de recursos já adquiridos e destinados a deficientes visuais para as aulas de informática, como um teclado adaptado e um software para leitura de tela.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Justificativas</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Ainda que os professores se justificassem dizendo não serem preparados para adaptar o conteúdo de suas matérias a jovens com deficiência visual, o comportamento dos docentes no decorrer das aulas demonstrou uma alienação em relação a um aluno que precisa de ações inclusivas para partilhar de um aprendizado semelhante ao do restante da turma.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>As práticas observadas demonstram o quanto esses professores são, ao mesmo tempo, vítimas e reprodutores de uma pseudoformação. Diana destacou a exigência de que a aluna descrevesse em uma redação um objeto que nunca tinha visto. Para a psicóloga, falta a esses professores identificação com a aluna, para que as barreiras que ela enfrenta possam ser eliminadas.“Não é preciso capacitação para perceber que um aluno com deficiência visual não pode descrever objetos que não conhece” disse a pesquisadora.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Outro ponto verificado foi de que não havia diálogo entre a escola regular e a escola especializada frequentada pela aluna. Nas escolas especializadas, as técnicas de ensino são modificadas para tornarem-se viáveis para deficientes. Com a falta de diálogo entre as duas instituições, a aluna não conseguia aproveitar a possibilidade da adaptação dos materiais para o acesso ao conteúdo na escola regular. Se isso fosse possível, a garota poderia ter provas e textos traduzidos para o braille e materiais de física, história e geografia, por exemplo, viabilizados para cegos. A exclusão do conteúdo ao qual essa aluna passa é uma manifestação do preconceito que ela sofre em sala de aula.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Uma das formas de diminuir o preconceito na sociedade, segundo Diana, é integrar crianças diferentes entre si, para que estas, durante a formação de suas personalidades, não reconheçam as distinções forjadas pela sociedade. “Tanto os alunos em situação de inclusão, quanto os demais membros da comunidade escolar, e em ampla escala, toda a sociedade, se beneficiam com a diversidade e a identificação propostas pela inclusão” finaliza a pesquisadora.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O estudo teve a orientação do professor José Leon Crochík, no IP, e foi defendido em maio de 2011.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Agência USP de Notícias</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-17T15:32:43Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/instituto-recriando-inicia-terceira-edicao-do-projeto-midia-jovem">
    <title>Instituto Recriando inicia terceira edição do projeto Mídia Jovem   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/instituto-recriando-inicia-terceira-edicao-do-projeto-midia-jovem</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Iniciou na última terça (15), a terceira edição do Projeto Mídia Jovem, que atende adolescentes e jovens residentes em comunidades carentes de Aracaju e região metropolitana de Sergipe, no Nordeste do Brasil. Atuando na área de educomunicação, a iniciativa é executada, desde 2008, pelo Instituto Recriando, em parceria com o governo de Sergipe e Oi Futuro.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A proposta do Mídia Jovem é estimular a criatividade, a participação social e o protagonismo de adolescentes e jovens, de forma a contribuir com a redução do índice de evasão escolar e auxiliar na aprendizagem. Além disso, o projeto busca promover a integração e a reintegração social, a valorização da cultura local e a promoção da cultura de paz.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>De acordo com Débora Melo, coordenadora de Comunicação do Instituto Recriando, o objetivo do projeto é utilizar as mídias para intervir na educação dos/as adolescentes para que eles/as tenham uma olhar crítico sobre os meios de comunicação, e percebam a realidade das comunidades nas quais vivem.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para esta nova edição, participam 100 jovens com idade entre 14 e 24 anos, moradores das comunidades do Pantanal, bairro Inácio Barbosa, Bairro Industrial, em Aracaju, além dos municípios de Barra dos Coqueiros e Nossa Senhora do Socorro.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Ao longo de onze meses, os educandos e educandas participarão de cinco oficinas preparatórias nas áreas de rádio, fotografia, mídia impressa, vídeo e internet. Débora explica que cada oficina dura dois meses e é ministrada por um profissional da comunicação, que recebe formação continuada para atuar com os/as participantes do Mídia Jovem. Além disso, os/as integrantes do projeto também participam de debates e palestras. "Buscamos mesclar técnicas de aprendizagem com temáticas relacionadas com a realidade vivida pelos adolescentes”, detalha.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Ela relata ainda que a finalidade é construir uma educação coletiva e não "imposta”, de forma a respeitar a realidade local. "A ideia é fazer com que eles percebam a comunicação como uma ferramenta de transformação”, diz.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Segundo Débora, os conteúdos produzidos pelos/as participantes do Mídia Jovem são divulgados em espaços na internet e, principalmente, em locais dentro da própria comunidade onde vivem, como escola e praças, de forma a valorizar e promover a integração.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Ao final do período do projeto, alguns educandos são escolhidos para serem monitores de novas turmas. "Eles ajudam os professores e é interessante porque como os monitores foram educandos, eles conhecem a realidade dos alunos e criam um vínculo, uma ponte. E fica mais fácil a comunicação”, revela.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para Débora, o projeto tem trazido benefícios aos jovens, principalmente na melhora da autoestima em relação à comunidade. "A comunicação é só um pretexto [para se aproximar dos jovens]. No ano passado, trabalhamos muito a questão da cultura e percebemos que os participantes se apropriaram [da cultura] e se envolveram. Trabalhamos o sentimento de pertença e percebemos a melhora da autoestima em relação ao local onde vivem. Isso é muito visível”, finaliza.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para mais informações, acesse: <a href="http://www.institutorecriando.org.br/" target="_blank">www.institutorecriando.org.br</a></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Adital</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-17T15:32:45Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/adolescentes-em-conflito-com-a-lei-seminario-discute-desafios-para-um-jornalismo-de-qualidade">
    <title>Adolescentes em conflito com a lei: seminário discute desafios para um jornalismo de qualidade   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/adolescentes-em-conflito-com-a-lei-seminario-discute-desafios-para-um-jornalismo-de-qualidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A realidade vivida pelos adolescentes em conflito com a lei será o foco de debate do Seminário Direitos em Pauta, entre os dias 22 a 24 de maio, no hotel Kubitschek Plaza. O encontro reunirá 240 participantes, entre profissionais e estudantes de comunicação e especialistas brasileiros e latino-americanos.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A abertura do evento acontecerá às 15h do dia 22 maio no Espaço Cultural Ecco, com a palestra da psicóloga e cineasta Eliane Caffé, diretora do filme Narradores de Javé, e uma exposição de fotografias produzidas por jovens de vários estados do Brasil.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O Seminário Direitos em Pauta: Imprensa, Agenda Social e Adolescentes em Conflito com a Lei, propiciará inúmeras oportunidades de debate e de troca de experiências sobre o tema. Um dos objetivos é identificar parâmetros que balizem a construção de um noticiário ético, pautado pela investigação de políticas públicas. A temática, além de polêmica, enfrenta graves obstáculos para conquistar espaço qualificado na esfera pública de discussões.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Entre especialistas e jornalistas convidados para compartilhar sua visão sobre o tema, o evento conta com os jornalistas Eliane Trindade, Mauri Konig, Marcelo Canellas, com a secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente (SDH), Carmen Oliveira, e Rosa Maria Ortiz, integrante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (OEA).</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O evento é realizado pela ANDI – Comunicação e Direitos em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, contando com patrocínio da Petrobras e apoio do Instituto Camargo Corrêa.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Lançamentos</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Durante o evento, serão lançadas duas publicações realizadas a partir de parceria estabelecida entre a ANDI e a SDH: o manual "Adolescentes em conflito com a lei: Guia de referência para a cobertura jornalística" e o estudo "Direitos em Pauta: Imprensa, agenda social e adolescentes em conflito com a lei – uma análise da cobertura de 54 jornais brasileiros entre 2006 e 2010”.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Este último documento, além de oferecer uma radiografia detalhada do tratamento editorial dedicado ao tema, traz também três estudos de casos do noticiário: a cobertura do chamado “caso João Hélio” (2007), o conteúdo dos textos de opinião (editoriais, artigos assinados, entrevistas) e os principais argumentos utilizados por parlamentares quando ouvidos pelos repórteres sobre projetos de lei relacionados ao adolescente em conflito com a lei.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Diplomação</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>No dia de abertura do seminário, 20 profissionais de diversos estados receberão o título de Jornalista Amigo da Criança. Criado em 1997, o diploma já foi concedido a 346 profissionais – há cinco anos não ocorre nenhuma nova titulação. Oferecida pela ANDI e pela Petrobras, a titulação é uma forma de reconhecer jornalistas que trabalham pautados pelo forte compromisso com a ética e com a cobertura da agenda social brasileira.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Andi</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-17T15:32:48Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/201ceducacao-integral-e-aprendizagem-dentro-e-fora-da-escola201d-afirma-educadora">
    <title>“Educação integral é aprendizagem dentro e fora da escola”, afirma educadora   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/201ceducacao-integral-e-aprendizagem-dentro-e-fora-da-escola201d-afirma-educadora</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Prêmio Itaú-Unicef, criado em 1995, como indutor de políticas de educação integral implementadas por ONGs de todo o Brasil, foi só o começo. Hoje, o Cenpec também coordena a efetivação de programas governamentais de educação integral e a elaboração de publicações sobre o assunto.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A coordenadora do núcleo de Educação Integral do Cenpec, Maria Estela Bergamin, vem acompanhando de perto esse trabalho. A educadora concedeu ao site uma entrevista exclusiva, em que define o atual conceito de educação integral, em processo de construção desde o surgimento da ideia, em 1938, e fala sobre avanços e desafios na implantação desse modelo no Brasil.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>“A criança pode ter uma parte do aprendizado na escola, e depois outras atividades educativas em outros espaços. Essa composição, com essas oportunidades dentro e fora da escola, é o que a gente está chamando de educação integral, não só em relação a mais tempo de oportunidade de aprendizagem, mas também para que a criança possa aprender sobre outras áreas do conhecimento, que só cinco horas de aula não dariam condição de desenvolver”, define Maria Estela.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Confira a conversa completa a seguir.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Recentemente, o Cenpec e Fundação Itaú Social firmaram uma parceria com as Secretarias de Educação do Estado de Goiás e dos municípios de Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Maringá, para assessorar o desenvolvimento de programas de educação integral. De onde partiu essa iniciativa?</span></p>
<p><span>Maria Estela Bergamin – Nos últimos cinco anos, houve um incremento muito grande dos programas de educação integral no Brasil, estimulados especialmente pelo governo federal através do programa Mais Educação. Então, vem-se conseguindo um número cada vez maior de escolas, que fazem adesão à jornada ampliada dos estudantes. O programa começou a atender 1308 escolas em 2008, em 2011, já contava com cerca de 15 mil, e para 2012 a perspectiva é de que 30 mil escolas sejam atendidas.  Então, a educação integral já não é só uma ideia, um conceito, ela vem sendo concretizada através de programas. Essa é uma realidade de contexto.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Esse trabalho com os municípios e com o Estado de Goiás foi uma demanda deles. Esses governos estão implementando programas de educação integral em seus territórios. Então, pediram uma ajuda e foi feita uma parceria entre a Fundação Itaú Social, o Cenpec e as Secretarias Municipal de Maringá, de BH, do RJ e do Estado de Goiás, para que a gente faça uma assessoria, uma ajuda no desenvolvimento dos programas de educação integral criados por eles.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A ideia da educação integral é que haja conexão entre ONGs, escolas e secretarias de educação. É um desafio estabelecer essa aproximação com o poder público?</span></p>
<p><span>Maria Estela – No macrossistema, o que acontece é uma parceria entre uma secretaria estadual, uma fundação empresarial e o Cenpec. Já temos trabalhado com várias Secretarias de Educação a partir desse triângulo, e é isso que institui o programa. Não temos encontrado nenhum problema nessa triangulação porque as três instituições têm um objetivo comum, que é melhorar o aprendizado das crianças. A fundação empresarial Itaú Social financia o programa, o Cenpec, que é uma ONG, entra com a parte pedagógica, educacional, e as secretarias são os demandantes do trabalho. Eles já têm o projeto de educação integral e nós ajudamos a melhorar, a aperfeiçoar, tornar mais eficiente, a formar os profissionais para atuar com a educação integral.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>É recente o interesse dos governos por aplicar a educação integral?</span></p>
<p><span>Maria Estela - A ideia da educação integral é antiga. Desde 1938, o Manifesto dos Pioneiros já dizia que não se pode trabalhar só no período cognitivo porque é preciso usar outras linguagens. As coisas não são separadas, só a aprendizagem intelectual não funciona. Você precisa ter outros tipos de aprendizagem. No Brasil, houve alguns experimentos, como os CIEPs (Centros Integrados de Educação Pública) no Rio de Janeiro, e outras coisas isoladas. Contudo, essa adesão maciça à ideia vem de uns cinco anos para cá, principalmente depois da criação do programa Mais Educação, do governo federal, que é de 2007, e vem estimulando os municípios a ampliarem a jornada.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A educação integral muitas vezes é compreendida como o simples aumento da carga horária dos estudantes. Qual o significado mais amplo desse conceito?</span></p>
<p><span>Maria Estela – A compreensão da educação integral como sendo apenas a ampliação do tempo escolar é insuficiente porque, além de aumentar o tempo, você tem que saber como qualificar esse tempo. Então, o conceito, a ideia de educação integral abrange outras formas de aprendizagem, utilizando diferentes linguagens e as oportunidades do território.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Uma ideia de educação integral muito forte é que a gente tem que admitir a incompletude de cada uma das instituições sozinha. A escola não dá conta de tudo, então a criança pode participar de um programa do governo federal no segundo tempo, pode ir a uma ONG, ao SESI, ou a outro programa social. Juntando todas essas oportunidades do território, você tem a educação integral. Por isso mesmo, esse conceito pressupõe a intersetorialidade. Se você está num território muito pobre, para que haja uma educação integral, talvez só a escola não seja suficiente. Você tem que entrar com a questão da assistência social, da saúde, um programa de cultura, um programa para os pais, para que então tudo isso mobilize a aprendizagem da criança.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Como deve se dar a formação dos educadores para que coloquem em prática esse modelo de educação integral?</span></p>
<p><span>Maria Estela - O Cenpec trabalha de maneira geral, não só nos programas de educação integral, com uma linha de formação que se baseia na participação, na autonomia e no uso da criatividade do estudante. Então, a gente também tem que aplicar esses princípios na formação de educadores.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Qual o maior desafio para efetivar a política de educação integral em diversos territórios?</span></p>
<p><span>Maria Estela - Na verdade, a dificuldade é estrutural, dos contextos dos territórios. É difícil para a realidade das escolas, dos territórios, organizar esse período ampliado, porque às vezes a unidade educacional não tem professor ou educador para isso. Em alguns casos, o professor não se interessa por dar duas aulas a mais à tarde, dentro de um programa de educação integral, se pode dar aula de manhã numa escola e à tarde em outra, ganhando um período a mais de remuneração. Então, os municípios e as escolas ainda estão lidando com a dificuldade de arranjar educadores que topem fazer esse trabalho. Outro desafio é a falta de preparo dos profissionais para realizar esse tipo de trabalho.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O trabalho com oficinas e projetos, por exemplo, ainda é uma novidade para os educadores. Propomos atividades de vivência, em que o estudante aprenda de um jeito diferente, não só copiando da lousa, ou fazendo exercício. E isso é difícil para a estrutura da escola, para os professores, porque foge ao modelo clássico. É uma proposta que também exige que as crianças almocem na escola, e isso precisa de toda uma infraestrutura. Além disso, muitas escolas não têm espaço físico, então necessitam transporte para levar os estudantes para fazer atividade numa quadra, ou na sala de uma ONG, por exemplo. Então são coisas que ainda estão começando no Brasil. Você não tem uma estrutura pronta.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Quando formamos os educadores, buscamos acolher essas dificuldades trazidas para as oficinas. As condições nas escolas, nos territórios e nas ONGs são muito precárias para o que a gente realmente gostaria de fazer e nós temos que lidar com essa pauta, com essa realidade dura dos territórios. Além disso, essas atividades são oferecidas aos alunos que vivem em situação de vulnerabilidade social, e as escolas que oferecem essas atividades estão geralmente localizadas em regiões onde realidade é muito dura. Então, quando você faz a formação, você tem que pensar: dentro dessa realidade, o que nós podemos fazer?</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Qual a idade dos estudantes que recebem a educação integral a partir de programas como esse?</span></p>
<p><span>Maria Estela - A maior parte dos programas de educação de integral ainda atende crianças de até 12 anos, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. Para assegurar, ou oferecer oportunidades para adolescente é bem mais difícil porque eles estão numa idade mais especial. Com eles, também é preciso abordar o tema das novas tecnologias, meios mais modernos de aprendizagem, materiais multimídia, muita circulação pelo território, projetos comunitários, etc.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Aprendiz / Educação e Participação</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T14:22:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/estudantes-de-baixa-renda-farao-exame-de-proficiencia-em-ingles">
    <title>Estudantes de baixa renda farão exame de proficiência em inglês   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/estudantes-de-baixa-renda-farao-exame-de-proficiencia-em-ingles</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e representantes do British Council no Brasil anunciaram na manhã da última segunda (14), em Brasília, uma parceria para dar a dois mil estudantes de baixa renda a chance de fazer exame de proficiência em língua inglesa, gratuitamente. O acordo faz parte do programa Ciência sem Fronteiras dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O British Council, organização do Reino Unido, atua internacionalmente para estreitar relações culturais e criar oportunidades educacionais. Com a parceria, os britânicos farão um investimento de aproximadamente R$ 1,6 milhão, que financiará, além dos exames de proficiência, quatro mil livros preparatórios e 40 mil exames de nivelamento.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para essa parceria serão considerados de baixa renda os bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni); os beneficiários do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do programa Bolsa-Família; estudantes com renda familiar inferior a seis salários mínimos (R$ 3.732); candidatos que cursaram o ensino médio em escola pública ou em instituições particulares na condição de bolsistas. Para concorrer à bolsa, os candidatos devem ser indicados pelos coordenadores do Ciência sem Fronteiras e disputar uma das vagas do programa para o Reino Unido.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Nota 10</span></p>
<p><span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T14:22:09Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/cidadao-podera-acompanhar-ao-vivo-pela-nbr-participacao-brasileira-na-conferencia-rio-20">
    <title>Cidadão poderá acompanhar ao vivo pela NBR participação brasileira na conferência Rio+20   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/cidadao-podera-acompanhar-ao-vivo-pela-nbr-participacao-brasileira-na-conferencia-rio-20</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O cidadão brasileiro poderá acompanhar pela televisão, rádio e internet a participação do Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. O encontro reunirá representantes de 193 países, de 13 a 22 de junho, na cidade do Rio de Janeiro, e marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92).</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para garantir o acesso às informações e debates, os canais de comunicação do governo federal farão uma cobertura integrada da conferência. A TV NBR e A Voz do Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), terão uma redação exclusiva no Riocentro, que concentrará a maior parte das atividades da Rio+20. A redação contará com estúdio, ilhas de edição e central técnica de gravação e geração.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Entre os destaques da programação estão as transmissões ao vivo das sessões e painéis com a presença de representantes do governo federal, entrevistas em estúdio, flashes e reportagens ao longo da programação da TV NBR, a partir de 13 de junho. A Voz do Brasil realizará cobertura especial durante os dias da conferência. Todo o conteúdo será reproduzido nos endereços eletrônicos e perfis nas redes sociais do governo federal na internet. A EBC coordenará também a distribuição do sinal produzido pelo pool de emissoras de televisão, do Brasil e do exterior, credenciadas para cobrir o encontro.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Preparação - Diferentes órgãos do governo brasileiro, entre eles os ministérios do Meio Ambiente (MMA) e das Relações Exteriores (MRE), têm promovido encontros com jornalistas brasileiros e estrangeiros que participarão da cobertura da Rio+20. O objetivo é a troca de informações como forma de facilitar o trabalho da imprensa.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Outra ação é o “Programa de Formação de Voluntários para Estudantes de Jornalismo”, promovido pelo MRE e Eletrobras, com apoio da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR). A iniciativa prevê a seleção e capacitação de uma equipe de 20 estudantes para atuar no apoio à imprensa estrangeira durante a conferência.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Um dos responsáveis pela preparação e participação brasileira no encontro, o Comitê Nacional de Organização (CNO) da Rio+20 concentra no endereço eletrônico as principais informações da preparação e participação do governo federal. O conteúdo está disponível em três idiomas - português, inglês e espanhol - e foi estruturado para atender às necessidades de participantes e do público interessado em acompanhar o encontro.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: <a href="http://juventude.gov.br/" target="_blank">juventude.gov.br</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T14:22:07Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/tecnoestresse-causa-ansiedade-e-depressao-em-jovens">
    <title>Tecnoestresse causa ansiedade e depressão em jovens   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/tecnoestresse-causa-ansiedade-e-depressao-em-jovens</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pesquisar no Google, mandar um torpedo pelo celular, atualizar o Twitter e postar fotos no Facebook são algumas atividades que crianças e adolescentes são capazes de executar --todas praticamente ao mesmo tempo.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Até aí, nada de surpreendente, afinal estamos falando dos nativos da "geração digital" para quem o e-mail já é uma antiguidade. Mas nem mesmo esses seres multitarefa passam incólumes por tanta conectividade e tanta informação.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O impacto dessa avalanche se reflete não apenas em aumento de riscos para a segurança dos jovens, temidos pelos pais, como também pode afetar seu desenvolvimento social e psicológico.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Ao lado de ameaças que são velhas conhecidas, como pedofilia e obesidade, surgem outras: ciberbullying, "sexting", "grooming" e tecnoestresse (veja no infográfico o significado das expressões).</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O tal do tecnoestresse é causado pelo uso excessivo da tecnologia e provoca dificuldade de concentração e ansiedade. O jovem tecnoestressado também pode tornar-se agressivo ao ficar longe do computador.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Segundo o neurologista pediátrico Eduardo Jorge, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pesquisas já associam overdose de tecnologia com problemas neurológicos e psiquiátricos.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>"Estão aumentando os casos de doenças relacionadas ao isolamento. A depressão é a que mais cresce."</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O neurologista também diz que há uma incidência maior do transtorno de deficit de atenção entre adolescentes aficionados por computador.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>"Não é fácil de diagnosticar. Os pais não acham que o filho tem dificuldade de concentração porque ele fica parado no computador."</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Outro risco é a enxaqueca. "Essas novas telas de LED são um espetáculo, mas têm um brilho e uma luminosidade que fazem com que aumentem tanto o número de crises de enxaqueca como a intensidade delas", alerta.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>IMPACTO SOCIAL</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para o pediatra americano Michael Rich, professor da Universidade Harvard, o impacto das mídias digitais tem efeitos de ordem física e social. "Do ponto de vista da saúde, o principal risco é o da obesidade; do social, o fato é que, quanto mais conectados, mais isolados os jovens ficam no sentido das relações pessoais. É comum ver casais de mãos dadas e falando ao celular com outras pessoas."</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Opinião parecida tem o psicólogo Cristiano Nabuco, do Instituto de Psiquiatria da USP. Segundo ele, a tecnologia invadiu tanto o cotidiano que as pessoas se perdem no seu uso. "É mais preocupante em crianças e adolescentes, porque nessa faixa etária o cérebro ainda não atingiu sua maturidade, não exerce plenamente a função de controle de impulsos", diz.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A internet arrebata ainda mais dependentes quando se torna móvel: estatísticas internacionais apontam que 20% da população mundial de usuários de smartphones não consegue exercer um uso equilibrado da internet, de acordo com Nabuco.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Mas é claro que nem tudo são pedras no mundo virtual, como explica Eduardo Jorge. "Pesquisas também mostram que crianças usuárias de tecnologias da informação são mais ágeis, mais inventivas e têm uma capacidade maior de raciocínio em alguns testes de QI. A tecnologia não é um bicho de sete cabeças do qual elas tenham que ficar afastadas", afirma. "Devem ser estimuladas a fazer bom uso, com limites."</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Rich considera que os próprios pais são os principais responsáveis por este quadro "cibercaótico". Segundo ele, por falta de intimidade com as novas mídias, os adultos deixam de preparar as crianças para o mundo virtual.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>"Muitas vezes, eles apenas dão o laptop e pensam que, desde que os filhos estejam no quarto, não vão se meter em confusão, o que é um erro", afirma. "Os adultos precisam se tornar aprendizes dos jovens na parte técnica para que possam ser seus professores na parte humana."</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>LADO BOM</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Ninguém ousa negar que a tecnologia abriu portas, expandiu horizontes intelectuais e proporcionou oportunidades antes impossíveis para crianças e jovens.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>"Quando usada corretamente, a internet educa pessoas em locais isolados, promove a comunicação ao redor do mundo, cria novos mercados e aumenta a conscientização dos jovens sobre questões globais, forçando-os a considerar problemas maiores do que os seus próprios", enumera Cajetan Luna, diretor do Center for Health Justice de Los Angeles.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Outro ponto positivo das novas tecnologias é o fato de serem um elemento agregador entre os jovens.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para Rodrigo Nejm, psicólogo e diretor da Safernet (organização que protege e promove os direitos humanos na rede), a internet também ajuda o adolescente a descobrir sua sexualidade.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>"Temos que evitar o pânico e não julgar se agora é pior ou melhor do que antes. A questão é que hoje é diferente. Precisamos entender essa mudança e pesar os prós e contras que toda inovação tem", pondera.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Segundo Nejm, o grande problema é que os adultos não fazem a mediação do acesso das crianças à internet, definida por ele como "uma praça pública frequentada por 2 bilhões de pessoas, onde há todo tipo de gente e de conteúdo, dos melhores aos mais perigosos".</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O psicólogo defende que é preciso ensinar aos jovens que o acesso à rede exige cidadania, cuidado, ética e responsabilidade.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para Luna, o envolvimento dos pais tem que ser feito de forma aberta e honesta. "A solução não é censurar ou proibir, nunca funciona, mas explicar as coisas para que os jovens possam reconhecer o que é bom e o que não é."</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para Tito de Morais, que apresenta o programa "Miúdos Seguros na NET", em Portugal, a chave é acompanhar. "Temos a obrigação de ser pais on-line e off-line, e isso implica usar as tecnologias com eles desde pequenos, preparando-os para irem ganhando autonomia."</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Na opinião de Morais, a segurança dos jovens na rede deve incluir quatro abordagens diferentes: regulamentares, educacionais, parentais e tecnológicas. "Se abordarmos só de uma forma, pode ter certeza que alguma coisa vai falhar."</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Em casa, para garantir que crianças e adolescentes usufruam do que as mídias digitais oferecem com segurança, ele recomenda que elas sejam usadas em um espaço comum que permita a integração da família.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Folha Online</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T14:22:05Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/lidar-com-ansiedade-da-geracao-y-e-desafio-para-empresas">
    <title>Lidar com ansiedade da Geração Y é desafio para empresas   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/lidar-com-ansiedade-da-geracao-y-e-desafio-para-empresas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Nascida do início da década de 1980 até meados de 1990, a Geração Y está tomando o mercado de trabalho brasileiro. Esses jovens são tidos como individualistas, imediatistas e ambiciosos. Um estudo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP aponta que, para as empresas, o grande desafio é aproveitar características como a rápida adaptação a mudanças e o questionamento constante aos gestores. Ao mesmo tempo, a Geração Y precisa lidar com a ansiedade excessiva em ascender na carreira e ganhar altos salários.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para sua pesquisa de mestrado, o administrador André Laizo dos Santos entrevistou profissionais de recursos humanos (RH) e gestores de 12 empresas de setores variados, entreelas multinacionais conhecidas. A conclusão foi que não basta a companhia estar alinhada com os valores da Geração Y. Para lidar bem com os jovens profissionais, o RH precisa estar preparado com ferramentas e programas estruturados para apoiar os gestores na condução dos jovens profissionais, considerados arredios a regras, procedimentos ehierarquias.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Por exemplo, com estrutura definida de cargos e salários, plano de carreira, avaliação de desempenho e avaliação de competências com retorno de informações. Estratégias como essas ajudam a aproveitar pontos positivos da geração, como saber focar-se no resultado e ter compromisso com entregas, dinamismo e interesse em colocar ideias e participar das decisões. Quando mal gerenciadas, as mesmas características levam a trabalhos desenvolvidos de modo superficial, que podem deixar clientes insatisfeitos.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>E não adianta tentar enganar a Geração Y com falsas promessas para a carreira. Quando elas não se se concretizam, os profissionais logo optam por sair da organização.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Competitividade desde o berço</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>“Essa geração cresceu num contexto de muita competitividade. Desde pequenos, foram treinados para serem os melhores. Fizeram cursos de língua, intercâmbio e ingressaram em boas faculdades”, diz Santos, que é graduado em administração de empresas e foi orientado pela professora Marisa Pereira Eboli.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Essa alta qualificação, assim como a facilidade em obter informações pela tecnologia, é requerida pelas organizações, hoje inseridas num contexto que exige estruturas mais complexas. Mas pode reverter-se em arrogância dos profissionais, que passam a se achar essenciais para o empregador e pressionam demais por desafios mais avançados, promoções e salários.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>“A ansiedade em ganhar autonomia e receber bons salários é fruto do estilo de vida com regalias durante a adolescência e, em alguns casos, também na infância. É diferente das gerações anteriores, que tiveram mais trabalho para obter o básico”, diz Santos. A garantia recebida da família faz com que a Geração Y tenha menos pressa em cumprir os ritos de passagem, como entrar no mercado de trabalho e constituir família. Com menos responsabilidades, não precisam ter tanto compromisso com as organizações.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para os entrevistados da pesquisa, a característica mais relacionada à Geração Y é o individualismo. “Eles fazem as escolhas com base no que é melhor para eles. Se precisarem sair da organização, saem. A relação é como a de um casamento: quando não está bom para os dois lados, termina”, aponta um profissional de RH.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Alguns afirmaram que as outras gerações também eram ansiosas e buscavam alinhar necessidades pessoais e organizacionais. No entanto, a Geração Y é a que mais expressa suas angústias e reage para resolvê-las. Também demonstra autonomia na hora de perseguir os objetivos. Com uma ressalva: esperam que o gestor aponte aonde devem chegar e, a partir daí, preferem caminhar até lá por conta própria.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Agência USP de Notícias</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T14:22:03Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/premio-jovem-cientista-incentiva-pesquisas-inovadoras-na-area-do-esporte">
    <title>Prêmio Jovem Cientista incentiva pesquisas inovadoras na área do esporte   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/premio-jovem-cientista-incentiva-pesquisas-inovadoras-na-area-do-esporte</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O XXVI Prêmio Jovem Cientista (PJC) está com inscrições abertas e, neste ano, terá como tema: a “Inovação Tecnológica nos Esportes”. O objetivo será estimular pesquisadores a voltarem suas atenções para o setor esportivo, uma área que sempre esteve relacionada às descobertas da ciência e da tecnologia, além de estar em destaque devido aos diversos eventos com este enfoque que serão realizados no Brasil nos próximos anos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>“Espera-se que inúmeros benefícios sejam promovidos à sociedade por meio destes grandes eventos esportivos. Mas, para usufruirmos o tão falado ‘legado’, é necessário que se crie um ambiente propício para o desenvolvimento científico e tecnológico. Certamente, os trabalhos apresentados na premiação serão úteis para este desenvolvimento” comenta Beatriz Gerdau, vice-presidente do Instituto Gerdau, um dos patrocinadores da iniciativa, lembrando que há uma demanda crescente por resultados no esporte competitivo.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>“Isso, sem dúvida, propicia um ambiente de desenvolvimento de conhecimentos e tecnologias que irão beneficiar a população como um todo. Ao fomentar a ciência e a tecnologia nos esportes, estamos criando uma grande sinergia entre a população, governo e poder privado em prol de uma atividade que leva a ciência para dentro da sala de aula, com o objetivo de se explorar um tema que é de comum interesse de toda população”, destaca.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Criado em 1981, o prêmio é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria também com a Fundação Roberto Marinho e a General Electric do Brasil (GE). Em 2011, o prêmio bateu recorde de inscrições: foram 2.321 trabalhos enviados para análise, um crescimento de 7% em relação ao ano anterior.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O PJC conta com quatro categorias: Graduado, Estudante do Ensino Superior, Estudante do Ensino Médio e Mérito Institucional. Há ainda uma Menção Honrosa para um pesquisador doutor que, em sua trajetória, tenha se destacado na área relacionada ao tema do prêmio.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Nesta edição, pesquisadores e estudantes de nível superior poderão inscrever trabalhos relacionados a uma das seguintes linhas:</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>1. Gestão esportiva empreendedora e inovadora</span></p>
<p><span>2. Gestão e desenvolvimento de ferramentas em marketing do esporte</span></p>
<p><span>3. Tecnologias da Informação e Comunicação aplicadas ao Esporte, tais como: tecnologias de jogos digitais; internet; softwares, comunicação digital multiuso de alta velocidade, etc</span></p>
<p><span>4. Gestão de instalações e equipamentos esportivos e desenvolvimento de ferramentas essenciais para a sustentabilidade dos espaços esportivos</span></p>
<p><span>5. Materiais sustentáveis, eficientes e duráveis para a infraestrutura e edificações esportivas</span></p>
<p><span>6. Tecnologias têxteis com a geração de “tecidos inteligentes” aplicados aos esportes</span></p>
<p><span>7. Produtos inovadores em tecnologia e design de vestuários esportivos</span></p>
<p><span>8. Inovações em nutrição de atletas e desportistas, tais como: novos métodos de avaliação física e a manipulação dietética para obter maior rendimento; inovações em relação a suplementos nutricionais</span></p>
<p><span>9. Recursos tecnológicos para diagnóstico, tratamento e reabilitação de lesões esportivas em atletas de alto desempenho</span></p>
<p><span>10. Relações dos megaeventos esportivos com a educação, o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Já os alunos do Ensino Médio poderão pesquisar a partir das seguintes diretrizes:</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>1. Educação e cidadania para os esportes</span></p>
<p><span>2. Cuidados com a saúde e nutrição nos esportes</span></p>
<p><span>3. Aplicação e desenvolvimento de materiais esportivos</span></p>
<p><span>4. Gestão e instalação de infraestruturas esportivas</span></p>
<p><span>5. Tecnologia da informação para os esportes</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Apoio às ações</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O PJC conta também com um kit pedagógico produzido para os professores do ensino médio que desejam trabalhar com a temática desta edição em sala de aula. O kit contém um Caderno do Professor, um Caderno de Planos de Aula e Fichas de Atividades. O material será distribuído gratuitamente às escolas e aos professores que aderirem à premiação e também estará disponível no site: <a href="http://www.jovemcientista.cnpq.br/" target="_blank">www.jovemcientista.cnpq.br</a>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para orientar os educadores no uso do kit pedagógico, o PJC vai promover ainda, em parceria com as Secretarias Estaduais de Educação, oficinas ministradas por educadores da Fundação Roberto Marinho, nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Os docentes que quiserem participar das oficinas devem entrar em contato com as Secretarias de Educação, informando o nome da escola onde lecionam, o número de alunos da sua turma e a disciplina na qual o tema será trabalhado.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Reconhecimento</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A iniciativa distribui diversos prêmios aos pesquisadores. Na categoria Graduado, os vencedores receberão R$30 mil (1º lugar); R$20 mil (2º lugar) e R$15 mil (3º lugar). Para Estudantes do Ensino Superior, os valores são de R$15 mil (1º lugar), R$12 mil (2º lugar) e R$10 mil (3º lugar). Estudantes do Ensino Médio classificados em 1º, 2º e 3º lugares ganham um moderno notebook cada um. Os orientadores das três categorias principais e as escolas dos três classificados do Ensino Médio também receberão como prêmio notebooks de última geração.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>No Mérito Institucional, serão entregues R$35 mil para cada uma das duas instituições – uma de ensino médio e outra de ensino superior – que tiverem o maior número de trabalhos com mérito científico inscritos. O pesquisador que for indicado para a Menção Honrosa receberá R$20 mil.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Além dos prêmios em dinheiro, todos os vencedores receberão bolsas de estudo do CNPq, caso atendam aos critérios normativos do órgão. Os pesquisadores classificados em primeiro lugar em cada uma das categorias também participarão de Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 2013.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A entrega da premiação será feita pela presidenta da República e reunirá autoridades governamentais de Ciência e Tecnologia, além dos mais respeitados nomes da ciência brasileira.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>As inscrições para participar do prêmio vão até o dia 31 de agosto. O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis em <a href="http://www.jovemcientista.cnpq.br/" target="_blank">www.jovemcientista.cnpq.br</a>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Gife</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-15T15:35:33Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/jovens-realizam-novas-acoes-contra-torturadores-e-em-apoio-a-comissao-da-verdade">
    <title>Jovens realizam novas ações contra torturadores e em apoio à Comissão da Verdade   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/jovens-realizam-novas-acoes-contra-torturadores-e-em-apoio-a-comissao-da-verdade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Integrantes do Movimento Levante Popular da Juventude realizaram, nesta segunda-feira (14), mais uma ação nacional contra os crimes ocorridos no período da ditadura militar brasileira (1964-1985). As mobilizações de hoje foram em apoio à instalação da Comissão da Verdade e contra a impunidade de torturadores.</p>
<p><span>Em nota divulgada no sítio eletrônico, o Levante Popular destaca que a juventude vai às ruas para denunciar os crimes cometidos na época da ditadura com a intenção de "sensibilizar a sociedade e garantir que a Comissão [da Verdade] tenha liberdade para fazer o seu trabalho e alcance seus objetivos”.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>De acordo com Paulo Henrique Oliveira, integrante da coordenação nacional do Levante Popular da Juventude em Fortaleza (CE), as ações desta segunda-feira ocorreram em mais de dez cidades de todo o país. "O objetivo foi demonstrar apoio à iniciativa do Governo Federal de anunciar os nomes dos integrantes da Comissão da Verdade, além de trazer à tona os torturadores e os locais de tortura”, comenta, lembrando que muitos torturadores ainda permanecem impunes.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Na capital cearense, segundo ele, a atividade reuniu cerca de 70 jovens na antiga sede da Polícia Federal, local onde funcionou um centro de tortura e que hoje abriga a Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor). Na ocasião, os/as manifestantes foram recebidos por representantes da Secretaria de Direitos Humanos e da Secretaria de Cultura de Fortaleza, os quais, de acordo com Paulo Henrique, receberam as propostas dos/as jovens e se comprometeram em avançar e contribuir com a pauta de reivindicações do Movimento.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O coordenador do Levante comenta que estão entre as principais demandas da juventude encaminhadas para a Prefeitura do Município: a mudança de nomes de ruas, praças e outros locais públicos que fazem referência a torturadores e agentes ligados à ditadura militar; a realização de um seminário na Câmara Municipal de Vereadores sobre o assunto; o tombamento da casa de Frei Tito de Alencar; e o apoio da Prefeitura a iniciativas de jovens ou que trabalhem com jovens que façam referência à temática.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Outros locais</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Além do Ceará, jovens de outros estados também aproveitaram esta segunda-feira (14) para realizar "esculachos/escrachos”. Informações da página na internet do Levante Popular da Juventude destacam que no município de Guarujá, em São Paulo, as manifestações ocorreram contra o tenente-coronel reformado Maurício Lopes Lima, acusado de promover torturas contra a presidenta Dilma Rousseff durante a ditadura militar.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Na Bahia, a ação envolveu cerca de 150 jovens em Feira de Santana, Cruz das Almas e Salvador. Em Belo Horizonte (MG), o alvo das manifestações foi João Bosco Nacif da Silva, médico-legista da Polícia Civil na ditadura, acusado de participação em assassinato e tortura na capital mineira.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Além desses locais, jovens de Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, e Rio de Janeiro também saíram às ruas para realizar "esculachos/escrachos” contra torturadores. De modo geral, Paulo Henrique avalia a mobilização de forma positiva. Ele afirma que o movimento ainda irá realizar um balanço mais detalhado das atividades, mas acredita que será positivo. "Os atos ganharam repercussão e evidenciaram a contradição da ausência do direito à memória [no país]”, observa.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Comissão da Verdade</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Na última quinta-feira (10), o Governo Federal anunciou o nome dos/as sete integrantes escolhidos/as pela presidenta Dilma Rousseff para integrar a Comissão da Verdade. A Comissão, que será instalada nesta quarta-feira (16), terá dois anos para produzir um relatório e esclarecer as violações aos direitos humanos ocorridas entre os anos de 1946 e 1988.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Saiba mais em: <a href="http://levante.org.br/wp/" target="_blank">http://levante.org.br/wp/</a></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Adital</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-15T15:35:02Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/concurso-da-editora-abril-promove-e-incentiva-a-producao-de-novos-personagens-em-quadrinhos">
    <title>Concurso da Editora Abril promove e incentiva a produção de novos personagens em quadrinhos   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/concurso-da-editora-abril-promove-e-incentiva-a-producao-de-novos-personagens-em-quadrinhos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Atendendo a pedidos de inúmeros artistas, designers e profissionais do segmento de HQ, estão prorrogadas até o dia 31 de maio as inscrições para a segunda edição do Prêmio Abril de Personagens. No ano passado, o concurso da Editora Abril gerou o lançamento de dois novos gibis.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Podem participar pessoas físicas ou jurídicas acima de 18 anos, de qualquer região do país, que se interessem por narrativas infanto-juvenis em forma de histórias em quadrinhos. As inscrições podem ser feitas pelo site <a href="http://www.premioabrildepersonagens.com.br/" target="_blank">www.premioabrildepersonagens.com.br</a>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Este ano, o Prêmio Abril de Personagens elegerá um único vencedor, que como prêmio celebrará contrato com a Editora Abril para publicação de HQ com seus personagens e receberá R$ 5 mil.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Incentivo ao talento brasileiro</span></p>
<p><span>Em sua primeira edição, o concurso teve mais de 600 inscritos, entre roteiristas, artistas, desenhistas, designers ou mesmo pessoas com talento de sobra e uma boa ideia na cabeça. Após sagrarem-se vencedores do prêmio em junho de 2011, o cartunista Lucas Lima e o designer Fabrício Pretti assistiram no final do ano o nascimento de suas próprias HQs, respectivamente UFFO — Uma Família Fora de Órbita e O Garoto Vivo.</span></p>
<p><span> </span><span> </span></p>
<p><span>Para concorrer ao Prêmio Abril de Personagens, pessoas jurídicas ou físicas devem desenvolver histórias de qualquer gênero — humor, aventura, ação, mistério etc. —, com personagens voltados para crianças de ambos os sexos, entre 7 e 12 anos. O participante deve apresentar o projeto, descrição do personagem principal, e três argumentos de histórias em quadrinhos.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Uma comissão formada pelos organizadores irá julgar o material. Feita a análise — baseada em questões como adequação do projeto ao target, originalidade de personagens e roteiros e grau de atratividade que exercem — os inscritos passarão por uma pré-seleção e três finalistas serão divulgados em agosto.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Passada essa fase, o público terá a oportunidade de apontar, por votação online, seu personagem predileto. Em outubro, será feito o anúncio do vencedor.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Assessoria</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-15T15:34:57Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/congresso-mundial-da-juventude-busca-voluntarios-lideres">
    <title>Congresso Mundial da Juventude busca voluntários líderes   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/congresso-mundial-da-juventude-busca-voluntarios-lideres</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Essa é a última chance para ser voluntário em um evento global no mês de junho. O 6º Congresso Mundial de Juventude Rio 2012 seleciona voluntários nas áreas de produção cultural, jornalismo e liderança. Se você tem um currículo interessante, domina o idioma inglês e mora no Rio de Janeiro, envie seu currículo para endereço: <a href="mailto:parcerias@unijuv.org.br" target="_blank">parcerias@unijuv.org.br</a> até a próxima quarta, dia 16.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O evento, que será realizado de 4 a 13 de junho na cidade do Rio de Janeiro, recruta jovens com dominío da língua inglesa e diversas características que dependem da área escolhida. Além das habilidades especificas, características genéricas como boa comunicação verbal e escrita e capacidade de aprender, sistematizar, lidar com conflitos e com metas são desejaveis em todos os perfis. Experiência em grandes eventos não é obrigatória, mas trata-se de um diferencial.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A Peace and Child, a Universidade da Juventude e a Raízes da Tradição esperam que os voluntários possam contribuir na preparação, realização e avaliação do Congresso Virtual Mundial de Juventude. Confira as responsabilidades específicas de cada perfil de voluntário:</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>JORNALISTA</span></p>
<p><span>Revisar e sistematizar as notícias do Congresso e do Portal Infojovem;</span></p>
<p><span>Elaborar notícias de forma adequada para o público jovem brasileiro e mundial;</span></p>
<p><span>Elaborar release sobre o Congresso;</span></p>
<p><span>Administrar as redes sociais do Congresso;</span></p>
<p><span>Monitorar as contribuições dos usuários do Congresso.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>PRODUTOR CULTURAL</span></p>
<p><span>Acompanhar o desenvolvimento de parcerias com artistas, grupos e líderes comunitários;</span></p>
<p><span>Sistematizar dados referentes a grade de workshop e grade de programação cultural;</span></p>
<p><span>Dar suporte à realização do congresso, em particular a shows culturais, grade de workshop e visitas a comunidade;</span></p>
<p><span>Dar suporte aos participantes do congresso;</span></p>
<p><span>Assessorar a organização em demandas de produção cultural;</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>VOLUNTÁRIO LÍDER</span></p>
<p><span>Atuar como liderança, se relacionar, apoiar e assegurar a comunicação com os participantes do Congresso Mundial de juventude;</span></p>
<p><span>Colaborar com a coordenação dos participantes;</span></p>
<p><span>Dar suporte as questões referentes a logística, infra-estrutura, produção, recursos humanos e realização do congresso.</span></p>
<p><span>Congresso Mundial de Juventude</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O World Youth Congress (nome internacional do evento) nasceu – em 1997 – diante das necessidades apontadas pela Cúpula da Terra, a RIO+5. Nessa ocasião, foi verificada que a Ajuda ao Desenvolvimento caiu cerca de 17% desde 1992, retrocesso que frustrou as previsões de aumento propostas pela Cúpula da Terra.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Assim, o 1º Congresso Mundial da Juventude foi concebido como sendo uma espécie de Cúpula da Terra dos Jovens. Realizado no Havaí, em 1999, o evento converteu-se num processo muito mais abrangente de identificação de prioridades para o novo milênio e, por conta disso, acabou denominado de Congresso dos Jovens do Milênio. Milhares de jovens de todo o mundo identificaram 10 prioridades-chave para o novo milênio.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: 6º Congresso Mundial de Juventude</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-15T15:34:55Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ondajovem.com.br/noticias/estudo-mapeia-o-humor-dos-adolescentes">
    <title>Estudo mapeia o humor dos adolescentes   </title>
    <link>http://www.ondajovem.com.br/noticias/estudo-mapeia-o-humor-dos-adolescentes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pesquisadoras brasileiras criaram um método capaz de identificar jovens com risco de desenvolver transtornos de humor. O trabalho usa imagens do cérebro obtidas por ressonância magnética funcional para prever a probabilidade de que um jovem desenvolva doenças psiquiátricas com até 75% de acerto. Com o prognóstico seria possível pensar formas de atenuar, remediar ou, até mesmo, evitar o aparecimento do transtorno, aponta Letícia de Oliveira, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Ela fez a pesquisa durante pós-doutorado no Kings College, em Londres. Hoje, realiza o mesmo tipo de pesquisa no País, inclusive com outros tipos de doenças neurológicas e psiquiátricas.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fonte: Gazeta do Povo</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Onda Jovem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-15T15:34:54Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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