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17/06/2011

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Governo de SP pode oferecer nova bolsa a estudantes do ProUni

27/05/2011 Fonte: Folha Online

O Ministério da Educação e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo estudam a possibilidade de universitários beneficiários do ProUni (Programa Universidade para Todos) ganharem mais uma bolsa atuando, ainda neste ano letivo, como estagiários nas escolas de São Paulo.

O anúncio foi feito pelo ministro da Educação Fernando Haddad (PT), após audiência pública sobre o PNE (Programa Nacional de Educação), na Assembleia Legislativa de São Paulo.

O programa prevê 20 metas para melhorar a educação no país até 2020 e está sendo analisado por uma comissão no Congresso Nacional.

"A ideia foi do secretario [da Educação do Estado de São Paulo, Herman Voorwald] e, como é ótima, aceitei na hora. Os estudantes de licenciatura do Prouni poderão atuar como estagiários nas escolas", disse Haddad.

O ProUni foi criado em 2004 e concede bolsas integrais e parciais a estudantes de curso superior em instituições privadas.

A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou que a iniciativa partiu do governo do Estado em uma reunião, em meados de março, entre Voorwald e Haddad.

Segundo a secretaria de Educação, "a viabilidade técnica do programa ainda está sendo analisada".

Apesar disso, a pasta já adiantou que, caso a ideia seja implantada, os alunos estagiários devem atuar nos programas "Escola da Família" e "Ler e Escrever".

Criado em 2003, o "Escola da Família" prevê o funcionamento de algumas unidades da rede aos fins de semana. Alguns dos instrutores do programa já são bolsistas de faculdades credenciadas.

Já o "Ler e Escrever", criado em 2007, tem como principal meta a alfabetização de todos os alunos da rede estadual com até oito anos. Nele, alunos de letras e pedagogia auxiliam os professores nas salas de aula do segundo ano do ensino fundamental.

Durante a campanha para a presidência da República, o candidato José Serra [PSDB, ex-governador de São Paulo] chegou a veicular propagandas dizendo que o "Ler e Escrever" colocava dois professores por sala de aula.

Apesar da ideia ter nascido em São Paulo, Haddad disse que a parceria pode ser estendida a outros Estados. "Podemos usar como instrumento embrionário e, dando certo, estabelecer outras parcerias no futuro", disse.

ONG Atletas pela Cidadania quer levar esporte a 80% das escolas

27/05/2011
A ideia da organização é estabelecer parcerias com ministérios da Educação e do Esporte para ampliar o acesso à prática esportiva entre crianças e jovens.
ONG Atletas pela Cidadania quer levar esporte a 80% das escolas

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A iniciativa é do ex-jogador de futebol Raí, fundador da associação Atletas pela Cidadania. Ele defende que os investimentos na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos em 2016 deixem um legado social no Brasil, além de estádios, aeroportos, rede hoteleira e rodovias. Articulou para isso a parceria do Itaú Unibanco para financiar um projeto ousado: levar o esporte educacional a 80% das escolas públicas entre 2014 e 2016, e para todas as escolas do país até 2022. O programa será divulgado hoje no Museu do Futebol, em São Paulo.

A ideia da organização é fechar uma parceria com os ministérios da Educação e do Esporte, em nível federal, e a partir daí visitar cada uma das 12 cidades que receberão jogos da Copa do Mundo para reuniões com integrantes dos governos regionais e dos municípios.

A iniciativa conta com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e deve contar com aportes financeiros do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que complementará um fundo administrado pelo Itaú Unibanco - os recursos foram captados com os atletas filiados à entidade presidida por Raí, mas a partir da aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que deve ocorrer em 20 dias a partir de hoje, serão aceitas doações de empresas e pessoas físicas.

Mais que o convencimento das autoridades públicas, o maior entrave da iniciativa será a falta de infraestrutura escolar - de espaços físicos aptos a receber aulas de esporte até professores habilitados. Segundo o Censo Escolar, levantado pelo Ministério da Educação em 2009, apenas 18% das escolas municipais do ensino fundamental têm quadras esportivas, e 31% delas não contam com professores de educação física.

"Precisamos amarrar o setor público, de forma a tornar compulsório o investimento em aulas de esporte nas escolas públicas", diz Raí. Segundo Daniela Castro, coordenadora-executiva da Atletas pela Cidadania e organizadora do projeto, a ideia é aproveitar os holofotes nos grandes eventos esportivos para "mostrar aos secretários, prefeitos, governadores e ministros que a implementação do projeto terá forte retorno social".

A entidade já conseguiu dos ministros Fernando Haddad, da Educação, e Orlando Silva, do Esporte, o comprometimento com a criação de um comitê interministerial para acompanhamento do projeto. O comitê deve ser formado no segundo semestre, quando as expedições da associação dos atletas às 12 cidades-sedes começarão.

"Trata-se de uma iniciativa inovadora", diz Denise Hills, superintendente de Sustentabilidade do Itaú Unibanco, "porque a ONU mesmo destacou que não há registro de uma associação de atletas entrar com dinheiro próprio para tentar implementar, junto ao setor público, aulas de esportes para todas as escolas".

Na apresentação do projeto, hoje, além de divulgar o apoio da Procter & Gamble, a Atletas pela Cidadania contará com a presença de alguns integrantes, como as ex-jogadoras de basquete Hortência e Paula, Clodoaldo Silva, da natação paraolímpica, e Ana Moser, do vôlei. Ao todo, são 120 convidados.

Fonte: Valor Econômico

Jornada católica reunirá jovens de 170 países em Madri

27/05/2011

Faltando menos de 100 dias para o início da Jornada Mundial da Juventude em Madri, Espanha, cerca de 340 mil jovens de mais de 170 países já se inscreveram para o encontro que acontecerá entre os dias 16 a 21 de agosto com o Papa Bento XVI.

Segundo o Comitê Organizador da Jornada, os trabalhos de preparação em Madri entram em sua reta final. O diretor executivo da JMJ 2011, Yago de la Cierva, recordou que em janeiro deste ano deixou-se a fase de planejamento para começar a implementação dos planos realizados de acordo com a Santa Sé e com as três administrações públicas envolvidas.

O diretor explica que para confrontar todos os preparativos com a necessária dedicação, sete departamentos se dividiram em 16 áreas operativas envolvendo “muitas pessoas, a maioria delas voluntários de tempo integral ou parcial”.

O objetivo principal, para os organizadores, é “que os jovens encontrem em Madrid uma cidade acolhedora e passem dias inesquecíveis”.

Yago de la Cierva indicou também que o selo desta JMJ será jovial e ao mesmo tempo mostrará a cultura e a religiosidade espanhola. “Tudo deve estar enraizado nos 20 séculos de tradição católica deste país”, ressalta.

A JMJ de Madrid terá início no dia 16 de agosto com uma missa inaugural seguida de diferentes atos até a chegada do Papa no dia 18, na Praça de Cibeles.

O programa cultural da JMJ ocupará as ruas e os diversos cenários que oferece a capital espanhola com mais de 300 atividades. Assim, museus como o Prado serão cenários de exposições e itinerários pictóricos.

As catequeses ocorrerão entre os dias 17 e 18 de agosto em mais de 200 igrejas de Madrid, onde bispos de todo mundo se encontrarão com os jovens.

Como parte dos preparativos, no último domingo, 8, foi realizado um encontro com famílias que acolherão os jovens e voluntários, no Madrid Arena.

Fonte: InfoJovem

Especialistas em educação participam de seminário internacional em Brasília

27/05/2011

Especialistas de Brasil, Índia, Coreia do Sul, Estados Unidos e Argentina, reunidos em Brasília desde ontem para  o Seminário Internacional Educação e Desenvolvimento – Integrando Políticas, debatem o papel da educação na promoção do desenvolvimento e no combate às desigualdades sociais.

Um dos objetivos do encontro é responder ao atual momento da economia brasileira, que cresce a taxas elevadas mas precisa que a educação seja um de seus componentes estruturantes, diz Wagner Santana, oficial de projetos de educação da UNESCO e coordenador do seminário. “Procuramos reunir representantes de países que vivem ou viveram experiências semelhantes à nossa, com o objetivo de compartilharmos dificuldades e soluções”, afirma.

Ele cita com exemplo positivo a Coreia do Sul, que implementou um conjunto de medidas relacionadas a valorização docente, construção de um modelo de ensino inclusivo e formação para o mundo do trabalho.

“Dentro desse pacote coreano, tem aumento nos investimentos, mas também tem uma visão estratégica de integrar as políticas educacionais às de desenvolvimento. E, no Brasil, nós ainda pensamos isso de forma muito isolada”, avalia.

Na abertura do evento, um dos temas mais destacados foi a necessidade de se investir na qualidade da educação. A presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, comparou o Brasil a um espadachim, que tem de lutar com vários problemas ao mesmo tempo, "com a tarefa não cumprida e com os novos desafios".

A grande maioria das crianças está na escola, observou Viviane Senna, o que é um grande avanço, mas quando chegam ao fim do ciclo escolar ainda não estão bem preparadas. "O grande desafio é unir quantidade e qualidade", comentou.

O representante-adjunto da UNESCO no Brasil, Lucien Muñoz, apresentou diagnóstico semelhante: muito ainda precisa ser feito, especialmente no que se refere ao acesso à educação de qualidade.

O coordenador da ONU e do PNUD no Brasil, Jorge Chediek, observou que a dimensão do debate mudou, o que é bom. Ele mencionou um evento de que participou na Turquia, há 20 anos, com tema igual ao desta semana, mas que contou com apenas cinco horas de debate — e não três dias, como o evento desta semana. “Naquela época, em cinco horas de debate, achava-se que boa parte dos problemas poderia ser discutida em pouco tempo e que o fundamental era aumentar a oferta de educação — construir escolas, contratar professores, incentivar os pais a enviarem seus filhos à sala de aula. Hoje, o debate está mais complexo, e não se limita a dinheiro ou ampliação do número de escolas”, lembrou.

Essa complexidade se reflete no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Ao comemorar 20 anos de existência, o Relatório de Desenvolvimento Humano do PNUD trouxe, no final do ano passado, inovações e novas propostas de acompanhamento da educação, um dos pilares do indicador. “O índice, que antes media o nível de acesso à escola e o nível de analfabetismo, agora segue critérios mais complexos, como a média de anos de escolaridade e os anos esperados de estudo”, disse Chediek. Em termos práticos, segundo ele, isso demonstra que o acompanhamento e a evolução das políticas de educação tornaram-se desafios mais complexos do que eram há duas décadas.

"Espero que, durantes estes três dias de debate, possamos gerar respostas traduzíveis em compromissos políticos e financeiros de longo prazo, para termos as políticas educativas de que o país precisa”, afirmou, destacando que o tema precisa ser inserido numa dimensão social maior — se os pais não têm compromisso com a educação das crianças, por exemplo, os resultados não serão tão eficientes como poderiam ser. "A boa notícia é que, no Brasil, o Sistema ONU e o governo têm trabalho juntos em projetos que mostram que é possível melhorar a qualidade da educação. Ou seja, o desafio não é impossível".

Também participaram da mesa de abertura o diretor de Estudos e Políticas Sociais do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Jorge Abraão, Elba Barretto, da Fundação Carlos Chagas, e representantes do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Inovação

Na quarta, o destaque será a indiana Preet Rustagi, do Instituto de Desenvolvimento Humano de Nova Déli, Índia, que vai falar sobre educação e desenvolvimento humano, social e econômico. No mesmo dia, o professor norte-americano John Bishop, da Universidade de Cornell, Estados Unidos, fará uma análise das experiências de nações como Estados Unidos, Índia e Coreia do Sul.

O último dia do seminário contará com a presença de Romualdo Portela, professor de política educacional da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), que apresentará os resultados de um estudo inédito sobre o papel atribuído à educação em programas do governo federal, como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o Fundo Social do Pré-Sal, e o Plano de Desenvolvimento da Educação.

O especialista cita algumas áreas nas quais o país tem apresentado bom desempenho justamente por conta de investimentos em inovação, como aeronáutica, agricultura e prospecção em águas profundas. Porém, ele acredita que a presença da educação no conjunto das iniciativas governamentais ainda está muito ancorada no discurso, sem se materializar em ações.

“Falta uma visão de crescimento que vá além da capacidade produtiva e contemple a inclusão social e a cidadania, por exemplo”, afirma. “Não é mais possível, no mundo globalizado, obter desenvolvimento sem investir em educação, pois o maior valor agregado na economia de hoje é o conhecimento.”

Fonte: PNUD

Cerca de 7 milhões de brasileiros estudam pela internet

27/05/2011

O Brasil tem um total de 63 milhões de usuários de internet, segundo dados de 2009. Desses, 11%, ou cerca de 6,5 milhões, estudam pela internet. Os internautas com ensino superior são a maioria entre os usuários de cursos online. Eles representam 22% dos que procuram atualização profissional via internet, contra apenas 8% dos que cursaram apenas o ensino médio e 5% dos que fizeram só o fundamental. Os dados são de estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado ontem.

A educação a distância tem conquistado mais adeptos com o desenvolvimento da tecnologia. A comunicação em tempo real permite contato com o conhecimento, com professores e colegas por meio de salas virtuais, sem precisar sair de casa.

A maior parte dos internautas graduados está nas classes sociais mais altas. A predominância é da A, com 21% dos que frequentam cursos online, seguida da B, com 14%, e da C, com 10%.

O estudo mostra ainda que 11% dos alunos residem em área urbana, enquanto 6% vivem na zona rural. Entre as regiões do País, não há grandes diferenças na distribuição: a liderança é da Sudeste, com 12% dos usuários, e a Sul, a lanterninha, fica com 9%.

“Aqueles que acessam a internet principalmente de locais como telecentros e lan houses têm menos chance de participarem de cursos online que aqueles que acessam principalmente de casa, da instituição de ensino ou do trabalho”, diz o estudo.

Empresas

As empresas de grande porte são as que mais apostam na internet como meio de atualização profissional. Aquelas com mais de 250 funcionários concentram 55% dos usuários, numa amostra de 340 mil analisadas.

O setor de transporte, armazenagem e comunicações é o que recorre mais a esse tipo de treinamento. Já o de alojamento e de alimentação é o mais resistente.

Veja o estudo completo no artigo "Um perfil do uso da educação on-line no Brasil", publicado na décima terceira edição do boletim "Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior".

Fonte: UOL/ Correio do Estado-MS

Educação financeira nas escolas já mostra resultados

27/05/2011

O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o país a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram na segunda-feira (9) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.

De acordo com a Agência Brasil, nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.

Segundo o especialista do banco Rogeli Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. "O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]", acrescentou.

O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.

"Dentro do país isso tem relevância, principalmente, no contexto de crescimento da classe média, que está entrando no mercado e precisa entender os produtos financeiros", afirmou Rogeli Marchetti. Com esses conhecimentos, o Bird avalia que a classe média pode impulsionar um "ciclo virtuoso" na economia, com incentivo à poupança e à redução do consumo.

Os pesquisadores também esperam que os jovens influenciem o planejamento financeiro familiar, acelerando o processo de educação financeira na população. Por isso, o Banco Central e o Ministério da Educação (MEC), dentre os organizadores do programa, já discutem como ampliar a iniciativa para outras escolas, por meio de uma comissão com mais três ministérios.

Durante apresentação da pesquisa, o representante do MEC Sergio Jamal Gotti disse que o grande desafio é envolver as redes de ensino. "Não há intenção de criar uma disciplina separada", disse. Porém, acrescentou que estratégias como criação de páginas na internet e de material didático próprio podem ser usadas para chamar a atenção de professores e gestores.

As aulas de educação financeira em turmas do segundo ano do ensino médio de 450 escolas integram o projeto piloto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar, em parceria com o Bird, o MEC e o Unibanco.

Fonte: Nota 10

Hip-hop é instrumento político e social na Colômbia

27/05/2011

Um grupo de jovens colombianos afrodescendentes e mestiços que, através do hip-hop, busca melhores oportunidades de vida e estimula o ativismo como forma de conquistar direitos. É assim que a Fundação Artística e Social da Família Ayara (FA) atua, há quinze anos, em Bogotá, na Colômbia. "Desde o início, (...) usamos as escolas do hip-hop e da arte urbana, (...) para construir uma nova sociedade”, afirma Diana Katerine Ortega, coordenadora de redes da FA, em entrevista ao site Comunidade Segura.

A ideia de trabalhar com hip-hop como forma de organização juvenil surgiu a partir da venda de roupas desse estilo com um design à moda colombiana. Com o sucesso da roupa Ayara, percebeu-se que o pano de fundo dessa história era, na verdade, a conquista de um espaço de participação e ação na sociedade para os jovens, particularmente, os afro-descendentes e mestiços, reconhecidos como os mais tradicionalmente excluídos no país.

Para Diana Ortega, o hip-hop tem enorme potencial como ferramenta de construção social, o qual já é amplamente reconhecido, pois utiliza uma linguagem que a juventude entende. As músicas, por exemplo, falam de consciência social e transmitem mensagens que alertam para os riscos de uma vida ligada à delinquência e as drogas.

Hoje, o projeto já beneficia 1.500 pessoas diretamente e mais outras 10 mil indiretamente. A atuação da FA consiste em realizar oficinas artísticas e de orientação psicossocial. "Capacitamos os jovens envolvidos em liderança, influência política e empreendedorismo, para criar alternativas à violência e à exclusão social”, explica a coordenadora.

A Família Ayara conta, ainda, com um centro cultural com salas para oficinas, seminários e fóruns de cinema; uma galeria de arte urbana; estúdios de gravação musical e edição de vídeo; e um Observatório Juvenil de Boas Práticas, dedicado à documentação, multiplicação e fortalecimento de iniciativas de jovens que usam a arte e a cultura para a construção da paz e de uma democracia participativa.

Na Colômbia, os líderes da Fundação foram os pioneiros do hip-hop. A Família Ayara é ainda a primeira organização feita por e para hiphopers no país, que gerou uma indústria e abriu escolas de formação para as expressões artísticas desta cultura. Grupos como Choc Quib Town, Voodoo Soul Jah’s, Midras Queen, Sofos Len, Tercera Cuadra, Carbono surgiram a partir do apoio da Ayara.

Das intervenções políticas que contaram com o envolvimento da FA, estão: políticas públicas para a juventude, orçamento participativo em Medellín, Cali e Buenaventura, participação nas mesas consultivas e assessoras de instituições como Ministério da Cultura, ONU Habitat, dentre outros.

A Fundação Ayara atua também na articulação de organizações juvenis nacionais e internacionais, através da Plataforma Global de Organizações. Desenvolvida desde 2008, a Plataforma foca em temáticas relacionadas com segurança, participação e fortalecimento do estado social de direito. "Temos as soluções, a capacidade e a responsabilidade de mudar positivamente este mundo”, acredita Diana Ortega, que, além de ser coordenara da FA, é uma jovem de 23 anos.

Mais informações em: http://www.ayara.org/

Fonte: Comunidade Segura

MEC deve ter secretaria para sistema nacional articulado de educação antes de julho

27/05/2011

O Ministério da Educação (MEC) deve colocar em funcionamento, até julho, a Secretaria de Articulação dos Sistemas de Ensino, que prevê implantar um sistema de colaboração entre municípios, estados e governo federal nas políticas de educação. A aprovação da secretaria tramita no Congresso Nacional desde janeiro deste ano.

A previsão foi dada pelo futuro secretário do órgão, Carlos Abicalil, durante um debate sobre o novo Plano Nacional de Educação (PNE) promovido pelo Movimento Todos pela Educação, nesta terça-feira (10/5), em São Paulo (SP). “Acredito que bem antes de julho a secretaria já esteja funcionando”.

Segundo Abicalil, que atualmente é secretário de Educação Especial do MEC, o órgão deve funcionar em três eixos principais: Plano Nacional de Educação e cooperação; valorização dos profissionais de educação; e relações com órgãos normativos nos sistemas de ensino.

“Queremos uma forma de colaboração concreta, para que medidas provisórias de repasse de recurso, por exemplo, não encontrem barreiras”, avaliou. “Concretizar o Plano Nacional de Educação depende de um sistema nacional”.

A secretária de Educação de São Bernardo do Campo (SP), Cleuza Repulho, que também participou do evento, concordou. “Sem um regime de colaboração é inviável que 80% dos municípios consigam alcançar pelo menos uma das metas do Plano”.

No entanto, mesmo com a articulação da nova secretaria do MEC, o presidente do Conselho Nacional de Educação, Antônio Carlos Ronca, avaliou que “no novo Plano Nacional de Educação falta algo mais detalhado sobre o regime de colaboração”.

“O sistema é fundamental para o país”, afirmou. “O Brasil não pode mais conviver com a desigualdade entre estados, municípios e União. Há um hiato que deixa crianças sem transporte escolar, sem merenda e sem construção de novos prédios”.

Fonte: Aprendiz

Audiência destaca importância do Pronatec para o ensino profissionalizante

27/05/2011

O Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica (Pronatec), lançado no final do mês passado pelo governo federal, foi um dos assuntos da audiência pública realizada ontem (11) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado (CE). O objetivo da reunião foi debater o ensino técnico profissionalizante - considerado fundamental, entre outras razões, para atender à crescente demanda por mão de obra qualificada.

Segundo a Agência Senado, o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Eliezer Pacheco, explicou que o Pronatec, na verdade, corresponde a um conjunto de programas e envolve um conjunto de atores. Segundo ele, o programa visa incentivar e financiar vários outros programas de ensino, como o financiamento estudantil (Fies), e envolve diversas entidades, como as vinculadas ao Sistema S, que abrange o Sesi e o Senac.

Para Rafael Lucchesi, representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI), "o Pronatec tem uma proposta inteligente, que busca envolver várias estruturas, na sua diversidade, em torno da agenda nacional de educação profissional".

Apesar de apoiar a iniciativa, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) alertou para o risco de que os cursos profissionalizantes tenham de lidar com a falta de alunos - egressos do ensino fundamental - preparados para absorver esse tipo de conhecimento. De acordo com Cristovam, "muitos deles são analfabetos funcionais".

Já a senadora Ana Amélia (PP-RS) perguntou a Eliezer Pacheco se os contingenciamentos orçamentários vão diminuir os recursos destinados ao Pronatec. Ele respondeu que não, acrescentando que "o contingenciamento anunciado pelo governo federal foi de custeio, e não de investimento".

Fonte: Nota 10

Jovens fazem revoada de pipas para abrir festa literária em Goiás

27/05/2011

O tráfego pelas ruas estreitas e onduladas ainda é tímido. Um carro de som anuncia um leilão de um sítio para daqui a 15 dias. Nas ruas, o burburinho é comedido. Não parece, mas Pirenópolis - ou Piri, como a cidade é mais conhecida - está pronta para receber a terceira edição da Festa Literária (Flipiri). É com jeitinho calmo, tranquilo mesmo, que a cidade turística cujas ruas, calçadas e paredes aprisionam parte da história do país se organiza para cumprimentar visitantes, curiosos e, especialmente, artistas brasilienses, goianos, mineiros, cariocas e paulistas. Mas as crianças pirenopolinas também são estrelas.

Cerca de 100 delas, participantes do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), com meninos de 6 a 14 anos, e do Pró-Jovem, de 15 a 17, foram convidadas pela prefeitura para uma tarefa especial: fabricar pipas e bonecos mascaradinhos, inspirados na figura do Mascarado, típica das Cavalhadas e mascote do evento, para enfeitarem o festival. De início, as pipas, programadas para ganharem os céus da cidade a partir das 16h de hoje, no Largo da Casa de Câmara e Cadeia, levariam inscrições com textos de Cora Coralina, escritora homenageada na atual edição. Não deu tempo. Mas elas estão prontas para serem soltas, com mais 300 outras vindas das escolas municipais. As crianças do Peti não veem a hora de correr e lançar suas criações no ar.

Ana Carolina de Souza, 12 anos, acha que as oficinas animaram os colegas. "Aprendi muita coisa aqui. Foi um incentivo legal para todo mundo", diz a estudante do 8º ano do ensino fundamental. A inquieta Ana Vitória, 10 anos, é tímida na hora de falar. "Nem sei o que dizer sobre hoje. Mas achei tudo muito legal", resume a aluna do 5º ano. Num ensaio rápido do que será feito hoje à beira do lago, uma dúzia de crianças invadiu o gramado em frente à igreja de Nossa Senhora do Rosário. No rosto de cada uma, alegria e orgulho de ver parte de si voando pelo céu.

Aprendizagem

O artesão Hudson Conceição, 36 anos, morador do Centro Histórico, foi quem ajudou as crianças nesse desafio. As aulas começaram no fim de abril e vão até amanhã, porque as últimas turmas ainda precisam terminar seus mascaradinhos. Foram 58 horas de ensino. E Hudson nem cogita reclamar do cansaço. "Se eu posso trabalhar duas horas com elas, já fico feliz. Posso, assim, passar alguns valores. Para mim, foi fantástico. Futuramente, elas poderão usar isso para outras coisas, para dar de presente ou mesmo para vender. São crianças que às vezes vivem outra realidade em casa. Elas precisam de carinho, de alguém que lhes conte histórias", emociona-se.

Após a revoada inaugural, cada menino e cada menina poderão levar a pipa para casa. Eles talvez sejam ainda muito pequenos para entender, mas deixaram uma contribuição pessoal na história recente de Pirenópolis, lugar em que a memória está estampada em todos os cantos. "Traz integração forte da comunidade com o meio intelectual. É o encontro delas com a palavra, a poesia. Isso tudo mexe com o valor da cultura local", acredita Hudson. "Algumas delas, antes das oficinas, nunca tinham ouvido falar da Cora (Coralina)", completa.

Flipiri itinerante

Durante a festa, escolas da região, que totalizam aproximadamente 5.600 alunos e 230 professores, inclusive de povoados distantes do Centro Histórico, receberão a visita de escritores, na iniciativa chamada Flipiri Itinerante. A novidade desta edição é a inclusão de turmas do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Fonte: Correio Brasiliense/ Felipe Moraes

Melhor distribuição de renda é consequência da educação

27/05/2011

Estudos do economista Marcelo Néri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), indicam que o aumento da escolaridade dos brasileiros se reflete diretamente na melhoria da renda. No período de 2000 a 2010, a escolaridade dos 20% mais pobres da população cresceu 55,6% e a renda 49,5%; no grupo dos 20% mais ricos, a escolaridade subiu 8,12% e a renda, 8,9%.

Néri analisou dados da década utilizando informações colhidas pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). No recorte educação, que faz parte do estudo divulgado no dia 3, realizado em parceria com o Instituto Votorantim, o economista também elaborou tabelas sobre as regiões, os Estados e destacou o efeito educação sobre populações branca, preta, parda.

A comparação de dados entre as regiões Nordeste, a mais pobre do país, e Sudeste, a mais rica, revela um crescimento expressivo do Nordeste. O efeito educação sobre a população nordestina foi de 30,68% na década, acompanhado de um crescimento de 29,49% da renda.  No Sudeste, o crescimento educacional foi de 15,67%, enquanto a renda subiu 8,6%.

No Maranhão, considerado o Estado mais pobre do país, o crescimento da educação na década foi de 42,34%, e a renda aumentou 36,48%. Em São Paulo, que é seu contraponto, a educação cresceu 15,22%, e a renda, 1,54%.

Quando são analisados os dados sobre educação e as raças, pretos e pardos obtêm conquistas superiores aos brancos em todo o país. A escolaridade dos pretos subiu 30,77% na década e a renda, 31,48%; entre os pardos, a escolaridade cresceu 30,17% e a renda, 37,03%. Já entre os brancos, o estudo aumentou 16,1% e a renda aumentou 12,42%.

Impactos

Para Clélio Campolina, reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “vários mecanismos promovem a ascensão social, mas a educação entre todos é o que tem um impacto brutal de mudança. O resultado da pesquisa da FGV mostra que o país está no caminho certo ao abrir mais vagas no ensino superior público e com o ProUni (Programa Universidade para Todos), mas ainda precisa valorizar muito mais o professor do ensino fundamental e médio. Esta valorização é com salário e formação.”

Priscila Fonseca da Cruz, diretora executiva do Todos pela Educação, afirma que a pesquisa “é muito importante porque chama a atenção do país para o papel da educação na redução das desigualdades. A ausência de educação gerou desigualdade social, e hoje é o acesso à educação que está modificando esse quadro e promovendo a equidade. Temos que prestar atenção num detalhe: durante um tempo, a escolaridade funciona, mas o desafio é aumentar a aprendizagem dos alunos jovens e adultos para atender um mercado de trabalho mais exigente e com mais tecnologia. Carreira e salário do professor da educação básica estão entre os pontos que devem ser considerados para obter esses avanços.”

A presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), Nilene Badeca, destaca que “a educação é o presente e o futuro, ela prepara para o depois da escola, por isto é fundamental. A importância está no acesso à educação. Hoje temos o ensino fundamental, que recebe 97% das crianças nesse nível educacional. Mas também é preciso garantir que as crianças e os jovens permaneçam na escola, e para isto não é suficiente apenas proporcionar as vagas, é preciso garantir transporte escolar, merenda, material didático. Gestores, governadores e prefeitos têm que dar condições ao jovem para que permaneça na escola, os Estados e Municípios têm que se preparar para funcionar em tempo integral, para oferecer contraturno, capacitando e preparando os estudantes.”

Fonte: MEC

Fundação Tide Setubal seleciona para curso gratuito de gestão

27/05/2011

A Fundação Tide Setubal abriu um edital para selecionar organizações da sociedade civil para um curso de gestão que durará seis meses. As instituições interessadas podem se inscrever até 23 de maio.

O formulário está no site www.fundacaotidesetubal.org.br/edital2011. Além da ficha por e-mail, é preciso enviar, pelos Correios, cópia do cartão do CNPJ e carta de intenções contando como a formação poderá beneficiar a comunidade onde atua. As aulas têm início em 8 de junho.

Estão aptas a participar dessa seleção organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que atuem na zona leste da capital paulista, na região de abrangência de três subprefeituras: São Miguel Paulista, Ermelino Matarazzo e Itaim Paulista.

As ONGs candidatas também precisam desenvolver projetos e programas em uma das seguintes áreas: assistência social, cultura, educação e esportes, tendo como público-alvo crianças, adolescentes e jovens. Outro critério é ter, no mínimo, dois anos de existência.

Serão selecionadas 15 organizações para o curso, sendo duas vagas para cada entidade. Terão prioridade aquelas com demandas na área de gestão, com pouca experiência com financiadores privados e com necessidade de ampliar sua captação de recursos.

Haverá preferência por instituições que trabalham com adolescentes, em seguida, por aquelas que lidam com jovens e, finalmente, pelas que beneficiam crianças.

É necessário que as organizações indiquem dois representantes para participar, com capacidade de mobilização da equipe para disseminar os conhecimentos internamente, além de perfil para tomada de decisões na entidade.

Gestão e incentivos

Com carga horária total de 142 horas, o curso de gestão é realizado pela Fundação Tide Setubal, em parceria com o FICAS, organização da sociedade civil, criada em 1997, que já aplicou esse programa em mais de 80 organizações. A proposta do curso é apresentar ferramentas que contribuam para o aprimoramento da gestão da entidade e para sua sustentabilidade. Nas aulas, que unirão teoria e prática, serão trabalhados conteúdos como mobilização e gestão de recursos, elaboração de projetos e avaliação, visando o desenvolvimento e a implementação de um plano de gestão na entidade.

Até dezembro, o curso contará com aulas semanais de 4 horas e também com duas oficinas, realizadas nas dependências das organizações integrantes do programa. A finalidade dessas oficinas é auxiliar na execução prática dos exercícios e na disseminação dos aprendizados para os demais membros da entidade. Está prevista ainda carga horária para a realização de tarefas propostas. Os encontros semanais acontecerão no CDC Tide Setubal, às quartas-feiras das 9h às 13h.

Como uma forma de incentivo aos selecionados, a Fundação Tide Setubal oferecerá uma bolsa-auxílio. Cada participante do curso receberá uma bolsa no valor de R$ 200 mensais. Já a organização terá R$ 300 mensais para custear materiais, transporte e outros e precisará prestar contas da aplicação deste incentivo.

Fortalecimento Institucional

Desde que chegou ao território, em 2005, com a missão de contribuir para o desenvolvimento sustentável da região, a Fundação Tide Setubal, busca estabelecer parcerias com organizações locais e incentivá-las, seja com apoio financeiro ou técnico. “O edital é uma forma de contribuir para o fortalecimento institucional das organizações da região, para que se alcance, por meio do trabalho conjunto, a melhoria da qualidade de vida no território”, explicou Paula Galeano, coordenadora geral da Fundação.

Trabalhando neste sentido, em 2010, a Fundação Tide Setubal lançou seu primeiro edital para apoio a projetos com o foco em juventude. Em anos anteriores, também havia realizado formações para lideranças locais. Neste percurso, identificou a necessidade de projetos específicos para o aprimoramento de gestão. “Geralmente, as organizações locais são pequenas e não têm profissionais especializados nesta área. Com o curso, poderão ter mais ferramentas, ampliar os seus recursos e realizar novas parcerias; tudo isso se reverte em benefício à população da zona leste”, ressaltou Paula.

Site, edital e formulário de inscrição: www.fundacaotidesetubal.org.br/edital2011

Dúvidas:  edital@ftas.org.br <mailto:edital@ftas.org.br>  ou (11)3168-3655, com Giovanna, Marlene ou Adriana Lima

Fonte: Fundação Tide Setubal

 

Livro escolar defende erros de concordância

27/05/2011

Um livro de Português distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) está ensinando estudantes a falar errado, sem obedecer às regras de concordância verbal. O exemplar 'Por uma vida melhor', da coleção Viver e Aprender , foi adotado este ano por 4.236 escolas públicas em todo o País. Nele, os 484.195 alunos do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) do EJA (Educação de Jovens e Adultos) aprendem que podem usar expressões populares, tais como "nós pega o peixe". Segundo o MEC, o título é usado em escolas públicas fluminenses.

A informação foi revelada pelo site iG. Os autores do livro defendem o uso da "norma popular da Língua Portuguesa", no lugar da norma culta. Heloísa Ramos, uma das escritoras, explica que as frases também podem ser ditas da seguinte forma: "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado".

Segundo ela, basta que o artigo "os" esteja no plural para indicar mais de um referente. "A língua portuguesa admite esta construção", garante a autora, advertindo, no entanto, que dependendo da situação, o aluno corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico.

Em nota, o MEC afirmou que o livro atende à 'Matriz de Competências do Exame Nacional de Certificação de Jovens e Adultos'. Entre elas, a de reconhecer e valorizar a linguagem de seu grupo social e as diferentes variedades da língua portuguesa, procurando combater o preconceito linguístico. O volume da editora Global foi aprovado pelo MEC por meio do Programa Nacional do Livro Didático. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação do Rio, o exemplar não foi escolhido pelas escolas da rede. O Ministério não informou quais municípios do Rio adotaram a obra.

Efeito inverso ao propagado

Apesar de o governo propagar o uso da fala popular contra o preconceito, educadores alertam que a prática pode ter efeito inverso. "A sociedade não aceita a norma popular. O aluno que não aprende o certo será ridicularizado e vai virar motivo de chacota", alerta Alzira Batalha, professora da Faculdade de Educação da Uerj na Baixada.

De acordo com o MEC, a escola que oferece a modalidade de Educação de Jovens e Adultos deve propiciar aos alunos um ambiente acolhedor no qual suas variedades linguísticas sejam valorizadas e respeitadas: "Dessa forma, eles terão segurança para expressar a sua voz".

Para a educadora, livros como esse reforçam a exclusão social. "Nenhuma empresa vai contratar um funcionário que não souber falar corretamente. Ele vai continuar sendo discriminado como tem sido até hoje", avisa Alzira.

Fonte: O Dia – RJ/ Maria Luisa Barros

Contexto multidisciplinar no ensino mostra a aluno o sentido de aprender

27/05/2011

Apesar dos profundos avanços sociais, científicos e tecnológicos ocorridos nos últimos cem anos, os currículos das disciplinas científicas e a forma como são seguidos pouco mudaram. É um grande desafio para os professores de Física, Química ou Biologia tornar as aulas e o conteúdo mais atraentes para alunos que, muito frequentemente, se perguntam por que precisam aprender tudo aquilo.

A importância da contextualização e interdisciplinaridade para a aprendizagem tem sido enfatizada como uma das formas de promover o envolvimento dos estudantes. Materiais baseados na História e Filosofia da Ciência podem funcionar como elementos de contexto possíveis ao revelar que a ciência está intrinsecamente ligada aos contextos social, filosófico e econômico, entre outros. Por exemplo, ao falar de eletrodinâmica, é possível associar o conteúdo explorando-se a história do desenvolvimento da eletrificação, das suas consequências para a industrialização, mudanças no estilo de vida da sociedade e os problemas contemporâneos derivados da dependência de fontes de energia.

Outro aspecto favorável é também mostrar como o conhecimento científico é construído, validado e aceito, ou seja, ensinar sobre a natureza da ciência. Esta abordagem foi fortemente influenciada pelo movimento Ciência-Tecnologia-Sociedade-Ambiente a partir da década de 1990, afetando a elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e das diretrizes curriculares de vários Estados.

A História e a Filosofia da Ciência podem facilitar o aprendizado do conteúdo científico e permite acrescentar os métodos utilizados pelos cientistas para desenvolver novas teorias, e também como novas ideias são aceitas pela comunidade científica. A construção do conhecimento da Ciência é um processo complexo baseado na refutação e transformação de ideias aceitas previamente somadas ao desenvolvimento de novas. Sendo assim, a História da Ciência esclarece que este processo é influenciado por fatores de natureza social, cultural, filosófica, econômica, tecnológica, etc., contribuindo para evidenciar seus significados para as futuras gerações e para apresentar o processo científico em toda a sua riqueza, mostrando que a ciência tem uma longa tradição de construção coletiva e que não está isenta de influências externas.

Uma abordagem histórica também favorece a compreensão de conceitos científicos tidos como difíceis ou muito abstratos, já que os estudantes poderão entender suas dificuldades e como elas foram enfrentadas por cientistas do passado. Além disso, uma boa parte do interesse da comunidade de educadores pela História das Ciências é resultado das pesquisas sobre as concepções prévias de crianças desenvolvidas por Jean Piaget e outros. Esses trabalhos mostraram que os estudantes possuem concepções a respeito da natureza que, muitas vezes, diferem do conhecimento científico atual. Em alguns casos, as concepções dos estudantes estão muito próximas de explicações que já foram aceitas no passado. Deste ponto de vista, a História da Ciência, aliada às inúmeras pesquisas já realizadas para mapear as concepções alternativas, é um instrumento importante para a promoção da tomada de consciência dessas concepções por parte dos estudantes.

A interação com o conteúdo de outras disciplinas também pode ser desenvolvida por meio de atividades envolvendo História e Filosofia das Ciências. Além disso, a História da Ciência introduz um componente emocionante nas aulas, colocando o aluno em contato com os debates envolvidos na construção dos conceitos e com os equívocos e contradições dos cientistas.

A História da Ciência também  é importante para promover habilidades investigativas por trazer exemplos de investigação científica. Por meio de estudos de casos escolhidos e desenvolvidos, professores podem agir como mediadores da aprendizagem por investigação, ao buscarem interpretações levando em conta aspectos lógicos, culturais, experimentais, etc.

Cuidados com o enfoque

Apesar de seus potenciais benefícios, no Brasil, bem como em outros países do mundo, a aproximação entre História da Ciência e ensino geralmente ocorre de forma superficial e equivocada, enfatizando os aspectos caricaturais dos cientistas, reforçando a ideia da existência de “gênios”, reduzindo a história a nomes e datas e, consequentemente, transmitindo uma visão errada sobre o método científico.

Não existe uma única forma de contar estes feitos. Há quem a narre de forma linear, valorizando os conceitos atualmente aceitos, ou seja, uma história contada do ponto de vista dos “vencedores”. Isto dá a impressão de que o desenvolvimento científico não poderia conduzir a outro lugar que não a nosso conhecimento atual. Toda complexidade da história é ignorada, assim como os inúmeros erros e desvios de percurso que a investigação científica apresenta. Os livros didáticos contam uma história das ciências que privilegia a memorização de nomes, datas de alguns poucos feitos científicos, e os acertos de certos personagens retratados como herois. Raramente temos oportunidade de aprender sobre os erros cometidos por pessoas como Galileu, Darwin e outros famosos.

Há uma tendência a se concentrar em “histórias anedóticas”, presentes em livros didáticos e no imaginário popular que não encontram o menor embasamento histórico, como por exemplo, Arquimedes e a banheira, Newton e a maçã, entre outras. Longe de discutir os aspectos históricos que deveriam ser explorados, como os relacionados com os conceitos e com o contexto, estas anedotas, em um primeiro momento, podem atrair os alunos, mas  transmitem implicitamente uma visão completamente equivocada sobre como se dá o desenvolvimento da ciência.

Estes são os gêneros mais comuns de História das Ciências que têm predominado no ensino de Ciências, seja nos livros didáticos, seja na História das Ciências ensinada nos cursos de formação de professores. Mas, há outras maneiras de fazê-lo ao buscar reconhecer o valor de cada ideia ou conceito produzido, mesmo os que não são atualmente aceitos, considerando o contexto em que esses conceitos (e os cientistas que os produziram) estavam inseridos. Elas valorizam erros e acertos e reconhecem as influências externas sofridas pelos cientistas,  como fatores religiosos, políticos, econômicos, etc.

É este tipo de História das Ciências que pode ser um instrumento extremamente útil para a compreensão, por parte de alunos e professores, da natureza da ciência. A ciência é produto do contexto histórico e social em que está inserida. Ela é um empreendimento humano, e assim deve ser vista. Ao contrário disso, nossos alunos tendem a percebê-la como um empreendimento exclusivo de mentes geniais e pessoas muito diferentes e distantes deles.

Fonte: Carta Capital/ Cibelle Celestino Silva, professora do Instituto de Física da USP e especialista em História da Ciência

Programa pré-vestibular social abre mais de 6 mil vagas no RJ

27/05/2011

A fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) oferece 6,6 mil vagas em todo o estado no programa Pré-vestibular Social (PVS). O curso é voltado para a população de baixa renda e acontecerá em 50 polos, distribuídos em 37 municípios do estado.

Gratuito, o curso terá  início em 11 de junho. O programa inclui disciplinas de língua portuguesa, redação, matemática, física, química, biologia, geografia, história e inglês.

As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de maio pela Internet. Os documentos devem ser entregues nos polos ou enviados pelos Correios até o dia 17 de maio. Para saber mais detalhes sobre a inscrição, clique aqui.

Localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, o polo do PVS fica na Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro (Rua da Alfândega, 8).

Fonte: Aprendiz

Prova nacional para professores será aplicada em agosto de 2012

27/05/2011

A informação foi divulgada nesta quinta pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que será responsável pela aplicação da primeira edição da Prova Nacional de Concurso para Ingresso na Carreira Docente. O objetivo do exame é auxiliar estados e municípios a selecionarem professores para as redes públicas.

A proposta foi anunciada no ano passado pelo Ministério da Educação (MEC) a partir do diagnóstico de que os concursos para professores da rede pública eram, em geral, mal elaborados. O modelo que está sendo desenvolvido assemelha-se ao do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O professor interessado participa da prova e, de posse da nota, poderá ser selecionado para trabalhar nas redes de ensino dos estados e municípios que aderirem à proposta. A previsão é que os resultados sejam divulgados em janeiro de 2013.

Um comitê de governança está concluindo a matriz de referência que irá indicar quais conteúdos e habilidades serão cobrados do candidato. O grupo é formado por representantes do Inep, do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e de entidades de pesquisa em educação como a Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (Anped).

De acordo com a matriz proposta pelo Inep, a prova vai avaliar o profissional a partir de três dimensões: profissão docente e cidadania, trabalho pedagógico e domínio dos conteúdos curriculares. Serão exigidos conhecimentos em temas como políticas educacionais, gestão do trabalho pedagógico, além do domínio dos conteúdos como língua portuguesa, matemática, história e artes.

A previsão é que o documento seja concluído até o início do segundo semestre. Em seguida, o Inep abrirá uma chamada pública para convocar especialistas interessados em elaborar itens para o exame.

Fonte: Último Segundo/ Agência Brasil

Mais da metade dos adolescentes em situação de rua está fora da escola

27/05/2011

Mais da metade (59,4%) dos adolescentes de 12 a 17 anos em situação de rua não estuda atualmente. Entre as crianças de 6 a 11 anos, 38,9% estão fora da escola. “A privação a este direito resulta em prejuízo individual e social”, declarou o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

Os dados são de uma pesquisa realizada recentemente pelo Conanda e a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNPDCA). O levantamento identificou 23.973 meninos e meninas em situação de rua em 75 cidades do país, abrangendo capitais e municípios com mais de 300 mil habitantes. O objetivo é nortear a construção da Política Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Plano Decenal.

Do total dos participantes da pesquisa, 59,1% dormem na casa de sua família e trabalham na rua; 23,2% passam a noite em calçadas, viadutos, praças e rodoviárias; 2,9% dormem temporariamente em instituições de acolhimento; e 14,8% circulam entre esses espaços.

“As crianças e os adolescentes que passam a noite na casa de suas famílias apresentaram melhores condições de vida, alimentação, escolaridade e saúde, o que demonstra a relevância da convivência familiar e comunitária, além da necessidade do apoio às famílias para exercerem sua função de cuidado e proteção de seus filhos e filhas”, ressaltou o Conanda em texto de divulgação da pesquisa.

Por outro lado, entre os principais motivos declarados pelas crianças e adolescentes que dormem na rua para explicar a saída de casa, se destacou a violência no ambiente doméstico, com cerca de 70% (32,2% correspondem a brigas verbais com pais e irmãos, 30,6% a violência física e 8,8% a violência e abuso sexual).

“Isso mostra a importância de investimentos em ações de prevenção, divulgação e sensibilização, para a garantia dos direitos da criança e do adolescente sem violência”, revelou o Conanda.

A promoção, a garantia e a defesa dos direitos infanto-juvenis estão previstos na Constituição Federal de 1988, bem como no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No entanto, de acordo com o Conanda, ainda faltam políticas públicas que contemplem este público nas suas demandas específicas.

Ainda segundo a pesquisa, mais de 65% das crianças e adolescentes exercem algum tipo de atividade remunerada. Entre as recorrentes estão vender balas, chocolates, frutas e refrigerantes (39,4%); tomar conta de automóveis estacionados, lavar veículos ou limpar vidros dos carros em semáforos (19,7%); separar o lixo de material reciclável (16,6%); e a atividade de engraxate (4,1%). Cerca de 29% pedem alimentos ou dinheiro.

Após a divulgação dos dados, o Conanda espera iniciar um processo de discussão sobre o levantamento e os desafios a serem enfrentados. Nos meses de julho a novembro, serão realizados cinco seminários nas regiões do país para debater o tema.

Fonte: Aprendiz

Escola Formare qualifica e especializa jovens de baixa renda

27/05/2011

Com o objetivo de preparar os jovens para o mercado de trabalho a Escola Formare, desenvolvida pelo Instituto International Paper (IIP) em parceria com a Fundação Iochpe, é ampliada e alcança os municípios de Luiz Antônio, Pradópolis e Guatapará, localizados no interior de São Paulo.

O programa começou há dois anos na fábrica da IP em Mogi Guaçu (SP). As ações auxiliam jovens de baixa renda das comunidades onde se situam as unidades da International Paper, oferecendo qualificação e especialização para a obtenção do primeiro emprego, e preparando-os para o exercício da cidadania.

Somente na primeira turma, que encerrou suas aulas no final do ano de 2010, 40% dos alunos já estavam empregados após a formatura. O curso, com duração de 10 meses e que beneficia, em cada turma, 20 estudantes, inclui disciplinas como: medição e desenho mecânico, organização industrial e comercial, inglês, meio ambiente e processo industrial de papel e celulose, finanças, comunicação, saúde e segurança, entre outros. As aulas são ministradas por voluntários da International Paper em sala montada dentro da fábrica.

Os estudantes recebem, além da bolsa de estudos, os mesmos benefícios oferecidos aos profissionais da empresa, como transporte, refeição, plano de saúde e odontológico. Ao final do curso, os jovens adquirem um certificado de iniciação profissional reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação), e concluem a Escola Formare com a formação de “Assistente de Operações Industriais”.

Os requisitos para participação do processo seletivo de alunos são: ter 17 ou 18 anos, estar cursando a 2ª ou 3ª série do ensino médio, em 2011, residir em Luiz Antônio, Pradópolis ou Guatapará e não estar cursando ou ter formação em nível técnico. Além disso, não ser filho, irmão ou dependente de profissional da International Paper e ter renda familiar mensal de até meio salário mínimo, por pessoa.

O processo seletivo é  composto por uma prova, dinâmica, entrevista e visita domiciliar.

Fonte: Pauta Social

Aumenta o número de jovens no mercado de trabalho

27/05/2011

Jovens de 16 e 17 anos foram os mais beneficiados pelo aumento da oferta de empregos no mercado formal no ano passado, de acordo com dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O número de postos de trabalho ocupados por essa faixa etária cresceu 19%, segundo os números da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Embora a oferta para os mais jovens tenha crescido, a maioria preferiu continuar estudando a entrar no mercado de trabalho.

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que 18,9% dos que têm entre 15 e 17 anos, das seis maiores regiões metropolitanas do País, procuraram ou conseguiram emprego em 2010. Os outros jovens preferiram continuar a investir em sua formação.

Fonte: Andi

7ª Edição da Olimpíada Brasileira de Matemática

27/05/2011

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) já está na 7ª edição. Podem participar professores e alunos do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas municipais, estaduais e federais. As inscrições seguem até o dia 03 de junho.

A OBMEP tem o intuito de estimular e promover o estudo da matemática entre alunos das escolas públicas, contribuir para a melhoria da qualidade da educação básica e identificar jovens talentos e incentivar seu ingresso nas áreas científicas e tecnológicas.

Está dividida em duas fases: a primeira é uma prova objetiva com 20 questões, aplicada em cada escola inscrita, com a correção feita pelos professores das escolas, a partir de instruções e gabarito elaborados pela OBMEP.

A segunda fase é uma prova discursiva contendo de seis a oito questões, aplicada em centros de aplicação indicados pela OBMEP. Participam dessa fase apenas 5% dos alunos, em cada nível, com melhor pontuação na 1ª fase.

"A Olimpíada busca propiciar aos alunos o estudo da Matemática, a interação com outras instituições de ensino, professores, alunos e também com a sociedade científica, por isso é importante a participação da comunidade escolar" disse Leandro Pereira da Silva, Diretor do Departamento de Desenvolvimento de Políticas Educacionais da Secretaria de Educação, Cultura e Desportos - SECD.

A premiação será efetuada com medalhas, troféus, Bolsas de Iniciação Científica Jr. Do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), Certificados de Menção Honrosa e computadores portáteis com programas para o ensino da matemática (professores e escolas).

Inscrição

A inscrição deverá ser efetuada exclusivamente por meio do site www.obmep.org.br. Não há limite quanto ao número de alunos inscritos por escola. Poderão participar alunos do 6°, 7°, 8° e 9° do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Confira o calendário no site da OBMEP.

A OBMEP é uma iniciativa do Ministério da Educação - MEC e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

Fonte: OBMEP

Diretrizes do MEC reavivam debate sobre o interesse dos jovens na escola

27/05/2011

O Brasil desperdiça os talentos de cerca de 50% da população de 15 a 17 anos. Os últimos dados sobre o ensino médio, de 2009, mostram que não é somente a qualidade que deixa a desejar. Nessa faixa etária, 33% dos jovens ainda estão atrasados no ensino fundamental e 15% estão fora da escola.

A evasão escolar é causada principalmente pela falta de motivação desses alunos, segundo afirma pesquisa da Fundação Getulio Vargas.

"Às vezes, [o jovem] chega ao ensino médio sem entender o que estão dando para ele", diz Wanda Engels, do Instituto Unibanco.

A recente aprovação pelo Conselho Nacional de Educação do PNE (Plano Nacional de Educação) -- que apenas explicitou a flexibilização já prevista na lei de 1996 -- reavivou a discussão sobre o interesse dos jovens.

O PNE pretende guiar uma reforma no ensino médio a começar pelo currículo que será flexibilizado. Os conteúdos, obrigatórios e eletivos, devem ser articulados em áreas: ciência, trabalho, tecnologia, cultura e esporte.

Por trás dessas linhas está o objetivo de fazer com que a escola -- e a educação que se oferece – se torne não só útil, mas atraente aos jovens.

"A divisão em áreas aponta para a superação da divisão em disciplinas. Essa fragmentação do conhecimento, distanciada das questões da sociedade, é um dos grandes fatores de desinteresse e reprovação no ensino médio", afirma Luis Marcio Barbosa, do Colégio Equipe (zona oeste de São Paulo).

"Mas é preciso pensar se o direito de escolha do aluno será garantido. E se na escola próxima a ele forem oferecidas áreas com as quais ele não tem afinidade? Na rede privada, esse direito está posto", diz Anna Helena Altenfelder, superintendente do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária).

Além disso, para dar certo, a proposta depende de um profissional diferente. "Precisamos repensar a formação do professor", diz Mozart Ramos, conselheiro do Todos pela Educação.

O Colégio Magister (zona sul de São Paulo), que acolhe as diretrizes, decidiu criar mecanismos internos para qualificação dos professores. "Se a escola não assumisse isso, teríamos problemas para trabalhar", afirma Marcelo Feitosa, coordenador do ensino médio.

Mas as mudanças na rede pública devem levar ainda mais tempo.  "Depois que o projeto for finalmente aprovado, vem a parte da adequação. Haverá a fase estadual e a municipal", diz Carlos Jamil Cury, professor da PUC-MG.

A Secretaria da Educação paulista afirmou que "aguardará deliberação do Conselho Estadual de Educação" para se pronunciar. Enquanto isso, há apenas modelos experimentais nas redes públicas.

É o caso de Pernambuco. Funcionando desde 2010, o "ensino médio inovador" foi implantado em 17 escolas do Estado, segundo o secretário de Educação de Pernambuco, Anderson Gomes.

Na escola Senador João Cleofas de Oliveira, em Vitória de Santo Antão (47 km de Recife), a nova proposta atinge 240 estudantes. O foco escolhido pelos gestores é a tecnologia, mas são as aulas de teatro e cinema as que mais animam os jovens.

Jefferson dos Santos, 18, diz que o "ensino inovador" o encorajou a estudar. "Agora aprendi a gostar de ler."

Para Santos, a adesão ao programa só não é maior porque muitos o confundem com curso técnico. "É difícil mostrar que não tem nada a ver uma coisa com a outra."

A visão do jovem não fica muito longe da análise de Jô Fortarel, coordenadora do Colégio Sidarta, em Cotia (31 km de São Paulo).

"Talvez, em âmbito nacional e em situações específicas, seja interessante. Por exemplo, no caso em que uma escola em uma região industrial der destaque à tecnologia. Mas entendemos ser mais limitador do que enriquecedor. Nossos alunos querem buscar um espaço no campo de trabalho e não apenas no entorno, mas nas inúmeras possibilidades dentro e fora do país".

Modelo alemão

Em Berlim, os alunos começam a traçar rumos diferentes a partir do sétimo ano de estudo. De acordo com o histórico dos seis anos da educação básica, eles são aconselhados a seguir a vida escolar em um dos dois modelos educacionais existentes desde a reforma de 2010 - Ginásio ou Escola Secundária Integrada.

Voltado à preparação dos alunos ao mundo acadêmico, o Ginásio é reservado para os que têm as maiores notas. E, no primeiro ano, quem não tiver bom desempenho deve mudar para a secundária.

Já o modelo da Escola Secundária Integrada tem aulas em tempo integral e aprovação automática. Além disso, essas escolas podem usar o contraturno para aulas de reforço e de aprofundamento das disciplinas tradicionais. Esse modelo também foca a formação profissional.

Mas em ambos os modelos é possível realizar o Abitur, exame para o ingresso na universidade. Segundo o governo local, o objetivo é oferecer as melhores possibilidades adequadas à realidade de cada aluno.

Fonte: Folha de São Paulo

Instituto vai premiar trabalhos de professores

27/05/2011

O Instituto Arte na Escola (Fundação Iochpe) recebe, até o dia 25, inscrições de professores das redes pública e particular interessados em concorrer, com projetos de arte e educação, ao 12.º Prêmio Arte na Escola Cidadã.

Os projetos precisam ter sido realizados entre 2009 e 2010 em educação infantil, ensino fundamental, médio ou educação de jovens e adultos. Informações podem ser obtidas no site www.artenaescola.org.br/premio e pelo telefone (11) 3103-8062 .

Rede Arte na Escola

As ações do Instituto Arte na Escola visam sensibilizar e engajar as universidades e redes públicas de ensino tendo como causa a educação com qualidade através da arte. Para isso, o Instituto opera, junto a universidades conveniadas, programas de pesquisa e educação continuada voltados para os professores da rede pública de ensino, por meio da Rede Arte na Escola.

Hoje o Arte na Escola beneficia anualmente cerca de 12.000 professores/ano presencialmente e 28.000 virtualmente das redes de ensino brasileiras, que por sua ação atingem os alunos do ensino básico e modalidade EJA.

O Prêmio Arte na Escola Cidadã tem o objetivo de identificar, reconhecer e divulgar o trabalho pedagógico do professor com experiências educativas de qualidade no ensino de arte.

Fonte: Instituto Arte na Escola

 

Projeto pernambucano oferta 5 mil vagas gratuitas de qualificação profissional

27/05/2011

O governador de Pernambuco Eduardo Campos lança nesta segunda-feira (16), às 9h, o projeto Novos Talentos, destinado às ações de qualificação profissional, com foco nos empreendimentos estruturadores que se instalam em todas as regiões do Estado. O projeto irá ofertar até o final do ano, mais de 5 mil vagas gratuitas nos cursos de qualificação profissional. As inscrições podem ser feitas de 17 a 22 de maio.

Na solenidade, que acontece no Palácio do Campo das Princesas, será assinado também um Protoloco de Intenções entre a Refinaria Abreu e Lima e o Governo do Estado, para acelerar os processos de capacitação profissional da mão-de-obra pernambucana nas áreas ligadas à indústria de petróleo e gás. O objetivo é de inserção nos postos de trabalho gerados especialmente em Suape.

O projeto Novos Talentos, no período de maio a dezembro de 2011, realizará cursos de qualificação profissional nas áreas de indústria, comércio, serviços e turismo. O Senai irá oferecer 1.800 vagas e o Senac, 3.300 vagas no total.

Dividido em duas etapas, o Novos Talentos têm inscrições abertas de 17 a 22 de maio e início das aulas no dia 30. Ao todo nesta etapa inicial serão ofertadas 2.140 vagas distribuídas em 151 turmas, com no máximo 25 alunos.

As inscrições devem ser feitas na página da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo, e são destinadas a jovens e adultos , trabalhador empregado e desempregado, com baixa renda comprovada, com idade mínima de 18 anos e escolaridade mínima completa do ensino fundamental (8ª série).

Fonte: Folha de Pernambuco

Ministério Público cria projeto para fazer cumprir lei sobre estudo do continente africano

27/05/2011

O Museu Afro Brasil, de São Paulo, abriu na semana passada a exposição Hereros Angola, do fotógrafo pernambucano Sérgio Guerra. O povo banto de tradição nômade, que costumava viver da pecuária nas regiões que hoje são Namíbia, Botsuana e Angola, ficou conhecido por protagonizar no começo do século 20 uma revolta contra o colonizador alemão no Sudoeste Africano (atual Namíbia). Dados da coleção História Geral da África mostram que a resistência levou ao massacre de 75% a 80% da população, estimada na época entre 60 mil e 80 mil pessoas. Mais de 14 mil hereros foram encarcerados em campos de concentração. Apenas dois mil conseguiram fugir rumo à África do Sul. Histórias como esta dificilmente ganham espaço nas salas de aula brasileiras.

É consenso entre educadores e governos que o Brasil conhece pouco da África. Um fato desconcertante considerando a proximidade étnica e cultural do país com o continente. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), no Censo Demográfico de 2010, 97 milhões de pessoas se declararam negras (pretas ou pardas), isto é,metade da população brasileira.

Para corrigir o desconhecimento da população sobre as próprias origens, foi sancionada em 2003 a Lei 10.639, que determina o ensino obrigatório da "história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à história do Brasil".

Mesmo obrigatória, a temática ainda é pouco tratada nas escolas públicas e privadas. O motivo principal é a falta de capacitação dos professores e de material didático a respeito.

Atitude pioneira

Ciente desta situação, o promotor do Ministério Público Federal Marcos Ângelo Grimone, da região de São Carlos, no interior de São Paulo, tomou uma atitude pioneira, que levou à assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para introduzir o ensino de História e Cultura Afro-brasileira no currículo das escolas mantidas pelos municípios Descalvado, Dourado, Ibaté, Pirassununga, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito, Santa Cruz da Conceição, Santa Cruz das Palmeiras, Santa Rita do Passa Quatro, São Carlos e Tambaú.

"Fiscalizar a qualidade da educação também faz parte das atribuições do Ministério Público", afirma Grimone.

Mas como exigir o cumprimento de uma lei para a qual os municípios não foram capacitados? Partindo de sua experiência como historiador, Grimone quis averiguar os resultados do ensino de História da África e perguntou às secretarias de educação da região como estava a aplicação da Lei 10.639. "Todas responderam que cumpriam a lei, mas não me dei por satisfeito", relata.

A dúvida de Grimone era simples: como professores que nunca estudaram sobre África poderiam ensinar? "Eu me formei em História no final da década de 1990 na USP [Universidade de São Paulo] e a disciplina História Geral da África estava entrando na grade como complementar. Se na História da USP não tinha aula de África, o que dizer de outros professores que estudaram Letras, Matemática?" Grimone chamou gestores de educação para participar de uma reunião no Ministério Público, e admite que, inicialmente, acabou assustando os convidados. "Todos achavam que estávamos investigando algo ilícito", lembra.

Mas seu plano era fazer uma parceria entre as prefeituras para capacitar os professores para o ensino de história da África. Foi necessário mais de um ano cativando gestores e batendo na porta de prefeitos para convencê- los a assinarem o TAC. O documento prevê o prazo máximo de um ano para adequação dos currículos escolares e o compromisso da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em oferecer cursos aos professores das cidades participantes.

O professor da UFSCar, Valter Silvério, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (Neab), afirma que o curso de aperfeiçoamento já está pronto.

E se a experiência na região de São Carlos for positiva, o Ministério Público Federal tem interesse emestendê-la a outras regiões do país.O maior desafio será encontrar parceiros, uma vez que ainda não se veem muitos núcleos institucionais de estudo de África nas universidades públicas.

De acordo com Marco Antônio Pratta, diretor de educação da Prefeitura de Descalvado, há expectativa de as aulas começarem no segundo semestre. A proposta são aulas a cada quinze dias, aos sábados. Os professores da UFSCar terão de se deslocar para a região.

Apesar do esforço, Pratta não acredita que a temática torne- se uma nova disciplina na grade de aulas dos alunos. "Temos cinco horas de aula diárias, não há como aumentar sem afetar o transporte dos alunos da zona rural", diz.

"Eu me formei em História no final da década de 90 na USP, e a disciplina História Geral da África estava entrando na grade como complementar. Se na História da USP não tinha aula de África, o que dizer de outros professores que estudaram Letras, Matemática? Marcos Ângelo Grimone, procurador do Ministério Público Federal.

Fonte: Brasil Econômico/ Regiane Oliveira

Congresso de professores faz propostas para educação em Roraima

27/05/2011

Pelo menos 200 propostas para construção do Plano Estadual de Educação foram apresentadas durante a realização do XI Congresso dos Trabalhadores em Educação de Roraima, realizado durante três dias na semana passada. O evento encerrou no último sábado.

Este plano definirá as diretrizes para o modelo de educação que atenda aos interesses dos trabalhadores e da sociedade que dependem da escola pública. O congresso foi realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinter) e contou com a participação de aproximadamente 1.500 profissionais da área.

As propostas serão apresentadas ao Conselho de Representantes do Sinter nas escolas públicas, onde serão discutidas. Em seguida, o Sinter realizará uma audiência pública para ouvir toda a sociedade.

"Não podemos fazer um plano estadual de educação sem abrir espaço para que outros segmentos da sociedade possam opinar sobre o assunto", disse o diretor do Sinter, Josinaldo Barboza.

O resultado dessas discussões será transformado em documento único, que posteriormente será apresentado à Secretaria Estadual de Educação em até três meses. A ideia é que seja aprovado e possa nortear as políticas de educação em Roraima.

Fonte: Folha da Boa Vista- RR

Projeto incentiva alunos gaúchos em ação pela cidadania

27/05/2011

Inspiradas pelo papel da imprensa, professoras da escola estadual Margot Giacomazzi, em Canoas (RS), sugeriram um trabalho interdisciplinar para os alunos ensino médio.

Eles teriam que encontrar um problema em suas vizinhanças, investigar sua origem e denunciá-lo aos órgãos responsáveis.

A partir disso, estudam o ambiente onde o problema estava inserido e entregam um trabalho para a disciplina de geografia.

Sobre as origens, fazem um trabalho para história e sociologia. E, para língua portuguesa, redigem um texto em formato jornalístico para ser avaliado em sua expressão e escrita formal.

O maior objetivo com essa proposta é dar voz aos estudantes. “O aluno, tendo uma atitude, pode tornar algo possível. Ele pode ter uma voz ativa”, incentivou a professora de português Andréa Joukoski.

Fonte: Zero Hora

Fundação Itaú Social e Unicef abrem inscrições para premiar projetos educativos

27/05/2011

A Fundação Itaú Social (FIS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) abriuram inscrições para a edição 2011 do Prêmio Itaú-Unicef, que selecionará  32 projetos educativos de ONGs de todo o Brasil.

Com o eixo temático de educação integral, a iniciativa espera reconhecer e difundir modelos de educação capazes de integrar a escola, família e comunidade em atividades educativas, sociais culturais e esportivas,

O objetivo do Prêmio é  reconhecer e estimular o trabalho de organizações sem fins lucrativos que contribuam, em articulação com a escola pública, para a educação integral de crianças e adolescentes de todo o Brasil.

Nesta edição, o tema Tempos e Espaços para Aprender estimula a reflexão sobre a diversidade de locais que oferecem possibilidades de aprendizagem.

As inscrições são feitas em uma agência Itaú, nos escritórios do Unicef ou pelo site www.premioitauunicef.org.br

Fonte: Gife

ADD seleciona alunos para escola de esporte adaptado

27/05/2011

A ADD – Associação Desportiva para Deficientes – fará a seleção de novos alunos para o projeto ADD Escola de Esporte Adaptado. Nos dia 21 de maio, os pré-inscritos serão avaliados para participar de modalidades esportivas tradicionais e também da vivência na prática de judô, atletismo e natação. Entre os inscritos estão crianças e adolescente de 6 a 18 anos com deficiência física, visual e intelectual.

“Hoje são aproximadamente 50 participantes nas atividades da ADD e a nossa meta é que o número de crianças beneficiadas chegue a 120”, explica o coordenador de esportes da ADD, Sileno Santos. “Para atender com qualidade também teremos uma equipe maior, formada por profissionais multidisciplinares que darão todo o atendimento para os alunos”.

Segundo Santos, psicopedagogos, assistentes sociais e fisioterapeutas, além de professores de educação física, nutricionistas e psicólogos que já atuavam no projeto ADD Escola de Esporte Adaptado, serão os responsáveis pela formação paradesportiva de todos os participantes do projeto.

Com recursos obtidos por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, o ingresso dos novos alunos atinge os objetivos da ADD de formar novos atletas, proporcionar valores educacionais por meio do esporte e inserir pessoas com deficiência ao convívio social. Os interessados em participar das atividades da ADD devem se inscrever com antecedência e aguardar os próximos processos seletivos.

Para mais informações: (11) 5011.6133| www.add.org.br.

Sobre a ADD

Criada em 1996, a ADD – Associação Desportiva para Deficientes – é uma entidade sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento da pessoa com deficiência por meio do esporte, educação e cursos de capacitação. A associação apóia atletas nas modalidades basquete em cadeiras de rodas adulto infantil e juvenil, voleibol sentado, feminino, atletismo, ciclismo tandem, natação infantil, judô e ginástica rítmica. Na área de capacitação e geração de renda, a ADD oferece cursos para  pessoas com  deficiência e familiares. Para realização de seus programas, a ADD conta com o patrocínio de empresas privadas, como  Aliança do Brasil,  Bicbanco, Carglass e SESVESP.www.add.org.br

Fonte: Assessoria

Exigências do mercado de trabalho reduzem evasão escolar no interior paulista

27/05/2011

Um levantamento da Fundação Seade mostra que a evasão no ensino médio público de Marília (SP) caiu 62% entre os anos de 2000 e 2009.

No primeiro ano do levantamento a taxa de evasão escolar era de 8,7%. Em 2009 chegou a 3,3%.

A redução, para o diretor estadual da Apeoesp, sindicato que representa os professores do Estado, é motivada pelas exigências do mercado de trabalho.

"As empresas hoje exigem maior escolaridade na hora de contratar, assim o aluno é obrigado a concluir o ensino médio se quiser uma boa colocação. Ele sabe que tem que continuar estudando", afirma Juvenal de Aguiar.

Durante o período analisado, o número de matrículas no ensino médio nas unidades públicas caiu 14,5%. Em 2000 eram 8.175 alunos e no último ano da série, 6.984.

"Quem quer estudar não desiste. Acredito que a maior desistência ocorra no período noturno. Por isso, dentro das diretrizes do Ministério da Educação, há a possibilidade de criar o 4º ano, que seria utilizado para o ensino profissionalizante. Isso prepararia melhor o aluno para o mercado e está sendo discutido entre o Estado e o governo federal."

Para calcular a taxa de evasão, a Seade leva em consideração a porcentagem de alunos que abandonaram a escola antes da avaliação final ou que não preencheram os requisitos mínimos em frequência, em relação aos alunos matriculados no fim do ano letivo. Números têm como base o Censo Escolar do MEC (Ministério da Educação).

Fonte: Bom Dia Sorocaba/ Taís Iatecola

MEC agiliza combate à ociosidade de vagas do ProUni

27/05/2011

O ministro Fernando Haddad, da Educação, bateu o martelo: o governo passará  a vincular a isenção fiscal dada a universidades que participam do ProUni ao preenchimento das bolsas oferecidas nas instituições.

A ideia é  reduzir o número de vagas ociosas e evitar que a União pague pelas que não são preenchidas. Em 2010, a ociosidade chegou a 40%.

Haddad diz que os estudos, feitos em conjunto com a Receita, mostram que a medida é suficiente para combater o problema. Muitas vezes, diz ele, as universidades criam barreiras injustificáveis que dificultam o ingresso do aluno na escola.

Fonte: Folha de S.Paulo

Acordo facilita reconhecimento de diplomas no Mercosul

27/05/2011

O reconhecimento de diplomas de cursos de graduação entre os países do Mercosul deverá tornar-se mais fácil. Este é o objetivo de um acordo firmado entre os quatro países do bloco - Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai - e dois outros países sul-americanos, Bolívia e Chile, que recebeu, no último dia 12, parecer favorável da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).

Segundo a Agência Senado, o acordo foi firmado durante a reunião de cúpula do bloco realizada em junho de 2008, na cidade argentina de Tucumán. O texto representa a base jurídica para a atuação articulada das autoridades educacionais.

O nome formal do texto é  Acordo sobre a Criação e a Implementação de um Sistema de Credenciamento de Cursos de Graduação para o Reconhecimento Regional da Qualidade Acadêmica dos Respectivos Diplomas no Mercosul e Estados Associados.

O acordo - que consta do Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 636/10 - estabelece um mecanismo de credenciamento definitivo de cursos de graduação nos países do Mercosul, com base na experiência do Mecanismo Experimental de Credenciamento, já aplicado a cursos de agronomia, engenharias e medicina.

Esse "empreendimento acadêmico conjunto", como destaca em seu parecer o relator da matéria, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), tem por objetivo "assegurar a qualidade acadêmica da formação profissional ministrada pelos cursos superiores de referência na região" e facilitar a mobilidade e o intercâmbio de alunos e professores.

“O acordo ajudará a resolver os problemas de milhares de jovens que têm seus diplomas contestados”, prevê o senador Cristovam Buarque.

Fonte: Nota 10

Defensores paulistas celebram data com atendimento jurídico a crianças e adolescentes em abrigos e unidades de internação

27/05/2011

Para celebrar o Dia Nacional da Defensoria Pública, comemorado na próxima quinta-feira (19/5), Defensores Públicos paulistas irão promover atendimento jurídico e atividades de educação em direitos a crianças e adolescentes que estão em unidades socioeducativas de internação e em abrigos.

As atividades fazem parte da Campanha Nacional promovida pela Associação Nacional dos Defensore Públicos (Anadep), cujo tema é “Crianças e Adolescentes – Primeiro! Defensores Públicos pelos direitos da criança e do adolescente”.

As visitas ocorrerão em todas as 28 cidades do Estado onde a Defensoria Pública possui unidades de atendimento (veja cronograma abaixo). Na ocasião, serão distribuídas cartilhas temáticas e Defensores Públicos que atuam na área de infância e juventude irão promover atendimento jurídico e de educação em direitos, além de trabalhar em conjunto com equipes técnicas responsáveis.

Para o coordenador do Núcleo Especializado da Infância e Juventude da Defensoria Pública, Defensor Público Diego Vale de Medeiros, o evento afirma o compromisso da Defensoria na garantia dos direitos da criança e do adolescente nas áreas cível e infracional. “A Defensoria Pública de São Paulo atua em sintonia com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que busca efetivar os direitos de adolescentes internados e de crianças que estão em unidades de acolhimento institucional”, afirma. Diego aponta, ainda, que a iniciativa de prestar atendimento jurídico em unidades de internação e de abrigos com a abrangência desse projeto é pioneira.

Campanha Nacional

A Campanha “Crianças e Adolescentes - Primeiro! Defensores Públicos pelos direitos da criança e do adolescente” ocorrerá simultaneamente em todo o país, com foco em comunidades carentes.

Além de unidades socioeducativas de internação e abrigos, Defensores de todo o território nacional prestarão atividades de educação em direitos em escolas públicas, centros comunitários, centros de referência e assistência social e demais espaços públicos de apoio a crianças e adolescentes.

A Campanha é uma parceria da Anadep com as Defensorias Estaduais, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Conselho Nacional dos Defensores Públicos Gerais e Secretaria de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça.

Para saber mais: http://www.anadep.org.br/

Fonte: Assessoria

Inscrições abertas para 1.000 vagas em oficinas culturais gratuitas em Jacareí

27/05/2011

A Fundação Cultural de Jacarehy José  Maria de Abreu está com inscrições abertas até 31 de maio para as oficinas culturais gratuitas na cidade, localizada a 80 km de São Paulo.

São mais de 1.000 vagas em 40 opções nas áreas de artes visuais, dança, audiovisual, música, artes cênicas, cultura popular, literatura, comunicação e culinária.

As inscrições devem ser feitas na Diretoria de Cultura (Praça Raul Chaves, n.º 110 – Centro).

As opções de oficinas são: bordado, artes cênicas, cerâmica, flauta, capoeira, terra para arte, literatura, hip hop, fotografia, violão, teatro, gaita, audiovisual, percussão, pedagogia do palhaço e artes plásticas.

As atividades são destinadas às mais diversas faixas etárias, a partir de 10 anos, conforme o curso. As aulas serão ministradas em espaços comunitários como os EducaMais, entidades assistenciais, escolas e igrejas de variados bairros da cidade.

A presidente da Fundação Cultural de Jacarehy, Sonia Ferraz, explica que as oficinas atendem às orientações do Sistema Nacional de Cultura. Isso porque elas permitem o contato da população com variados tipos de linguagens, técnicas e informações culturais.

“A proposta é diversificar as áreas das expressões artísticas e descentralizar as atividades. Mas também podem ser uma fonte de geração de renda, já que os alunos têm a oportunidade de aprender um ofício. Vai depender do interesse e da criatividade de cada um”, completa Sonia.

Fonte: Assessoria

Hotsite transmite programação do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

27/05/2011

O hotsite www.tvdocomitenacional.com.br transmite hoje, a partir das 14h, a programação do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Essa data foi definida pela lei federal nº 9907, de 17 de maio de 2000.

O dia 18 de maio lembra um crime violento em que a pequena Aracelli, de oito anos, foi morta, estuprada e teve seu corpo desfigurado por ácido. O crime ocorreu em 1973, e até hoje os responsáveis, filhos de famílias da alta sociedade de Vitória (ES), nunca foram responsabilizados.

O Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes convoca toda a sociedade a assumir a responsabilidade na proteção de crianças e adolescentes. Dessa forma, convoca todos a usarem uma flor amarela símbolo da luta contra violência sexual infanto-juvenil, nesse dia.

Este ano a programação nacional acontecerá com solenidade no Palácio no Planalto. Na sequência, as autoridades sairão em carreata com destino a Esplanada dos Ministérios, onde haverá programação voltada para as cerca de 1300 crianças, vindas de escolas e instituições do das cidades satélites do Distrito Federal e entorno.

Você pode conferir a programação completa no hotsite www.facabonito.com.br.

Fonte: Assessoria

Inscrições abertas para o programa Jovens Embaixadores 2012

27/05/2011

Estão abertas as inscrições para a décima edição do programa Jovens Embaixadores, programa de intercâmbio da Missão dos Estados Unidos no Brasil. O programa levará 35 estudantes brasileiros da rede pública, com excelente desempenho escolar, histórico de trabalho voluntário em suas comunidades, boa fluência no idioma inglês e que possam representar o Brasil como “embaixadores” para um intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos.

As inscrições iniciais para o programa desse ano poderão ser efetuadas somente online. O endereço está disponível até 7 de agosto no Facebook da Embaixada dos EUA:http://ow.ly/4LmGM

Depois do retorno dos Jovens Embaixadores dos Estados Unidos, a embaixada oferece oportunidades de cursos de inglês de curta duração e de programas de graduação através dos escritórios de Orientação Educacional – EducationUSA.

Em 2011, cinco alunos foram selecionados para bolsas de estudos para cursos de verão nos EUA. As bolsas são patrocinadas pelo Banco Bradesco, Instituto de Liderança do Rio de Janeiro (IL-Rio) e pelas escolas americanas Cushing Academy, Phillips Exeter Academy, Andover Phillips Academy e Culver Academy. Os alunos selecionados para as bolsas são:

Jovens Embaixadores:

Hyago Martins de Souza – Alto, Piauí – Phillips Exeter Academy

Allan Michel Jales Coutinho – Natal, Rio Grande do Norte – Phillips Exeter Academy

Breno Oliveira de Jesus – Salvador, Bahia – Andover Phillips Academy

Fundação Bradesco:

Matheus Rafael Passos Dias – Ceilândia, DF – Culver Academy

Jardel Paes Santos – Teresina, Piauí – Cushing Academy

Sobre o Programa Jovens Embaixadores

O Programa Jovens Embaixadores foi criado no Brasil em 2002 e agora é replicado em 25 países. Desde o lançamento, 249 brasileiros da rede pública já participaram do programa. Os parceiros da Embaixada dos EUA nesta iniciativa são: FedEx, MSD, Dow Brasil, Microsoft, Bradesco, Carlson Wagonlit Travel, United Airlines, Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED) e Centros Binacionais. Além desses, Nike e IBM tornaram-se parceiros do programa esse ano. Para mais informações sobre o programa Jovens Embaixadores, visite o site: http://www.jovensembaixadores.org

Fonte: Assessoria

FEI convida estudantes para exposição de projetos e experiências em laboratórios

27/05/2011

Estudantes de ensino médio e fundamental, de escolas públicas e privadas, são os convidados especiais do 3º  FEI Portas Abertas, ação do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), composta de muita interação e experiências em mais de 80 laboratórios da Instituição.

O encontro será realizado neste sábado (21), das 9h às 17h, no campus São Bernardo (avenida Humberto de Alencar Castelo Branco, 3.972, bairro Assunção), com inscrição gratuita e antecipada pelo endereço www.fei.edu.br/portasabertas.

Durante a visita, os estudantes terão contato direto com pesquisas e inovações tecnológicas, e exemplos de aplicações inéditas em Administração, Ciência da Computação e Engenharia. Os visitantes poderão, ainda, tirar dúvidas sobre os cursos ministrados pela FEI. A programação reúne, também, exposição de projetos desenvolvidos por alunos e professores e palestras preparadas especialmente para o FEI Portas Abertas.

Algumas atrações

Administração : O departamento programou uma palestra especial às 10h sobre finanças e vai abordar o tema O cartão de crédito é um estímulo ao consumo?, com o professor Wilson Pires, do curso de Administração.

Ciência da Computação : No laboratório de Engenharia de Usabilidade, os visitantes vão conhecer uma nova maneira de interagir com os sistemas computacionais por meio do SunSpot, um dispositivo que permite executar comandos com movimento das mãos, capturando direção, ângulo, velocidade e temperatura. Outra atividade será na área de Realidade Aumentada, com a apresentação de alguns programas em que o usuário poderá interagir com objetos 3D na tela.

Engenharia Elétrica - Uma das atividades será na área de Engenharia Biomédica, envolvendo sinais elétricos do corpo humano. Nessa experiência, os alunos poderão ver de perto como os sinais elétricos podem ajudar na reabilitação de pacientes. Outra atividade mostrará como é o desenvolvimento de um aparelho de televisão, com a exposição de todos os circuitos que fazem parte do equipamento, além de informações sobre a evolução do televisor.

Engenharia de Automação e Controle – Nessa área, o visitante poderá interagir com robôs hexápode, capazes de caminhar e desviar de obstáculos, e humanóide, que executam alguns movimentos semelhantes aos do ser humano. Outra atração será o cachorro-robô Aibo, desenvolvido pela Sony® e utilizado como plataforma de pesquisa pela FEI. Ao ouvir ‘let’s dance’ (vamos dançar) o Aibo dança e quando ouve ‘shake hands’ (aperto de mãos), levanta a ‘patinha’ para o dono e diz ‘nice to meet you’ (prazer em conhecê-lo).

Engenharia de Materiais – Os visitantes poderão acompanhar duas experiências nessa área, uma delas a modelagem de peças de polímeros por injeção. Outra atividade é na área de modelagem e fundição, em que um técnico prepara antecipadamente o modelo de uma peça que será fundida. O modelo é colocado numa caixa de fundição bipartida que gera um molde. O modelo é retirado e no seu lugar é vazado alumínio fundido.

Engenharia Química – A proposta é acompanhar um estudo da velocidade de reações químicas. Serão demonstrados alguns aspectos fundamentais da cinética das reações químicas, especialmente o efeito da concentração dos reagentes sobre as velocidades das reações químicas. Outra atividade envolve oxigênio e combustão espontânea, com a apresentação dos princípios de combustão, por meio de experimentos que contemplam diversas modalidades.

Matemática – Jogos lógicos e enigmas matemáticos são as experiências dessa área, que apresentará problemas de lógica, enigmas e curiosidades matemáticas por meio de um software desenvolvido especialmente para o 3 º FEI Portas Abertas.

Engenharia Mecânica – Os visitantes poderão acompanhar de perto como funciona um dinamômetro. Serão apresentados diversos motores a gasolina e diesel, desmontados, bem como uma maquete dinâmica de um motor de seis cilindros a diesel. O objetivo é mostrar parâmetros adquiridos como rotação, torque, consumo de combustível, temperaturas, pressão e vazão de ar.

Ainda na Engenharia Mecânica, o visitante poderá participar da apresentação sobre o veículo off-road Bajão, totalmente projetado e desenvolvido na FEI, e até percorrer um circuito no carro.

Engenharia Civil – Um dos experimentos a ser realizado envolve fissuração em viga de concreto armado. Com lupas graduadas, o visitante poderá ver como é o processo de fissuração de viga de concreto armado submetida a esforços de flexão não esperados em projeto. Os estudantes poderão aplicar carga com o macaco hidráulico e acompanhar o comportamento da estrutura até o rompimento. O limite de carga para acontecer o rompimento é de 4 toneladas.

Engenharia Têxtil - No Laboratório de Malharia, os visitantes poderão conhecer o funcionamento de uma máquina de malharia circular de grande diâmetro com dispositivo especial para utilização de fios de elastano. Haverá também exposição de peças têxteis utilizadas na área automobilística e roupas esportivas.

Engenharia de Produção – Realização de plantão de dúvidas, visitas aos laboratórios e demonstração de fluxo de uma fábrica utilizando o software Promodel.

Física – No laboratório de Física das Radiações serão apresentados conceitos como o que é radioatividade, como é absorvida pelo corpo humano. Serão discutidas ainda as consequências do desastre do reator da usina de Fukushima, no Japão. Outra atividade envolve tempestades atmosféricas. A sessão irá explorar alguns experimentos relacionados à eletrostática e mostrar como a natureza elétrica das tempestades pode influenciar na vida humana. Os experimentos envolvem ainda campos magnéticos. os estudantes poderão conferir de perto, por exemplo, como funciona um gerador de corrente alternada. Com o movimento das mãos, por meio de uma manivela, é possível ascender lâmpadas fluorescentes ou incandescentes.

Fonte: Assessoria

III Encontro de Negras, Negros e Cotistas da UNE (Enune)

27/05/2011

A União Nacional dos Estudantes (UNE) realizará em Salvador, entre os dias 20 e 22 de maio, o III Encontro de Negras, Negros e Cotistas da UNE (Enune). O encontro é uma das ferramentas para avançar na luta por uma sociedade justa, igualitária e livre da opressão do racismo. Durante os dias do evento,  os (as) participantes discutirão a educação numa perspectiva anti-racista com o propósito de elaborar, de forma conjunta com o poder publico e a sociedade civil, formas de enfrentamento ao racismo.

O Enune está em sua terceira edição e será realizado na Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O acesso à educação, assim como a valorização da cultura negra e o combate a discriminação étnico-racial, constituem os principais eixos organizadores das pautas reivindicatórias do movimento negro brasileiro, compreendendo a educação formal como um elemento instrumental para neutralizar os efeitos nocivos da escravidão e reposicionar a população negra na extratificação social.

Com uma programação extensa, o III Enune tem como eixo central a discussão “O Brasil após as Políticas de Ações Afirmativas: Desafios e Novas Perspectivas”, que visa à organização da agenda do Movimento Estudantil e o enfrentamento às formas de discriminação ainda presentes em nossa sociedade.

Estarão presentes a ministra Luiza Bairros (SEPPIR), Frei Davi (EDUCAFRO), Elias Sampaio (SEPROMI), Olívia Santana (UNEGRO), Íris Amâncio (ABPN), entre outros representantes de organizações.

O III Enune também contará com uma mostra  de trabalhos científicos sobre o tema da igualdade racial e combate ao racismo de estudantes de varias universidades brasileiras. São esperados mais de 600 estudantes de diversos estados do país, além de organizações dos diversos movimentos que constroem a luta antirracista.

Mais informações: www.unecombateaoracismo.blogspot.com<http://www.unecombateaoracismo.blogspot.com/

Fonte: site da UNE

USP abre o campus em prol do esporte

27/05/2011

Em 20 de maio de 2011, das 8 às 17h30, acontece a segunda etapa do Festival de Ruas de Esporte: que USP você conhece? O evento já está em sua quinta edição.

A programação conta com escalada, pêndulo, slackline, jogo de disco, diabôlos e bolinhas, dança de salão, dança circular dos povos e capoeira. As atividades são gratuitas e não há necessidade de inscrição.

O evento acontece na Praça do Relógio (Rua da Reitoria, 109, Cidade Universitária). Confira a programação completa.

Mais informações pelo telefone (11) 3091-3592 ou pelo site www.educandopeloesporte.blogspot.com.

Fonte: Aprendiz

V Encontro Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS em Manaus

27/05/2011

O evento será realizado entre os dias 26 e 29 de maio, em Manaus (AM). O objetivo é garantir um espaço para a interlocução, troca e avaliação de experiências entre jovens vivendo com HIV e AIDS, familiares, profissionais e lideranças comunitárias envolvidas na luta contra a AIDS, de todas as regiões do Brasil.

O encontro também pretende ser uma contribuição para que os jovens descubram possibilidades de atuação frente aos desafios locais e que possam conhecer e se articular com outros jovens e com as redes já existentes de luta contra a AIDS.

Na perspectiva da promoção, garantia e defesa dos direitos humanos, os organizadores querem sensibilizar e capacitar jovens vivendo com HIV e AIDS, lideranças comunitárias, familiares e profissionais participantes do evento.

As 120 vagas do evento serão distribuídas entre as regiões do país, porém sem número definido para cada estado ou região. Deverá haver pelo menos um jovem ou adolescente representando cada região.

Fonte: Aprendiz

Programa Miniempresa mobiliza jovens em Teresina (PI)

27/05/2011

A Prefeitura de Teresina realizou ontem a aula inaugural do  Programa Miniempresa, desenvolvido pelas secretarias municipais da Juventude (SEMJUV) e de Desenvolvimento Econômico (SEMDEC), com o apoio da Associação Junior Achievement do Piauí.

A iniciativa tem como objetivo motivar os jovens a conhecerem e participarem do Projeto Miniempresa, cujo propósito é despertar o interesse dos jovens para práticas empreendedoras, bem como crescimento pessoal e profissional.

O projeto tem como meta atingir 350 jovens, na faixa etária de 16 a 29 anos. Durante 15 jornadas semanais, os jovens irão obter uma experiência prática na organização e operação de uma empresa. E aprender conceitos de livre iniciativa, mercado, comercialização e produção. Além disso, o programa será acompanhado pela SEMJUV e por profissionais voluntários das áreas de Marketing, Finanças, Recursos Humanos e Produção.

Segundo a secretária municipal da juventude, Erinalda Feitosa, o projeto Miniempresa contribui para que os jovens tenham uma visão clara do mundo dos negócios. “Através do projeto, os jovens somam o ensino acadêmico aos valores sociais. E também aprendem a montar o próprio negócio”, explica a secretária.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Alexandre Magalhães, afirmou que o projeto ajudará na formação da personalidade e do profissionalismo dos estudantes. “Através deste projeto, a Prefeitura de Teresina, estará contribuindo para que estes jovens se tornem futuros empreendedores”, ressaltou o secretário.

De acordo com a gerente executiva da Junior Achievement, Celina Tourinho, os jovens destas comunidades terão a oportunidade de aprenderem mais sobre empreendedorismo e desenvolverem seus talentos. “O projeto Miniempresa proporciona uma experiência prática em negócios. Além de contribuir para a formação de futuros cidadãos”, afirmou Celina.

O evento contará com a presença das seguintes organizações juvenis: Fundação Viver com Dignidade, Associação de Moradores da Vila São Francisco Norte, Instituto Caminho Certo,Conselho Comunitário Planalto Ininga, Jovens Guiados por Deus - JGD, Projeto Monte Horebe, Associação Comunitária dos Moradores do Bela Vista, Associação de Moradores Unidos da Macaúba. Além de dois grupos do ProJovem Adolescente, indicados pela Secretaria Municipal do Trabalho Cidadania e Assistência Social - SEMTCAS.

A ação é uma realização da Prefeitura de Teresina, Secretaria Municipal da Juventude – SEMJUV, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da ONG Junior Achievement.

Fonte: SEMJUV-PI

Debate em Brasília analisa se alunos surdos devem freqüentar escola regular ou especial

27/05/2011

Nesta quinta-feira tem um debate importante em Brasília - que vai definir o rumo da educação para os alunos surdos. Eles devem estudar em escolas regulares ou especiais?

O Ministério da Educação acha que eles devem estudar nas regulares, mas com algumas exceções. Especialistas, educadores e os próprios estudantes preferem as especiais.

Você deve se lembrar do quadro do 'Fantástico', o Jogo Falado, que revelava o que técnicos e jogadores de futebol não queriam que ninguém soubesse. João Gabriel era um dos estudantes surdos que fazia a leitura labial das conversas. Hoje, ele joga no time dos que defendem o direito dos surdos a uma educação básica só para eles.

O Brasil tem duas línguas oficiais, a dos ouvintes e a dos surdos, que é a chamada língua dos sinais. A comunidade dos surdos acredita que a formação básica dessas pessoas merece também um modelo especial de educação.

João Gabriel e outros alunos que falam em silêncio estudam em uma escola bilíngue, o Instituto Nacional de Educação de Surdos, no Rio. Uma tradutora explica o que o estudante está falando.

"A nossa primeira língua é a língua de sinais, e o português vem como segunda língua. É muito melhor quando a gente tem essa língua de sinais, que a gente consegue contextualizar os acontecimentos. Temos esse direito, a gente merece essa comunicação", diz.

A Universidade de São Paulo (USP) fez uma avaliação do desenvolvimento escolar dos surdos. Nove mil surdos de 6 a 25 anos fizeram prova em 15 estados, durante 11 anos. Os resultados mostram que as crianças surdas aprendem mais e melhor com professores e colegas que usam a língua de sinais, chamada também de libras.

"Se a criança for removida de sua comunidade escolar lingüística e colocar entre colegas que não a entendem, essa criança vai se embotar emocionalmente", diz Fernando Capovilla, da USP.

Laura Pereira de Souza matriculou o filho em uma escola regular, mas não deu certo. O menino agora estuda no Instituto Nacional de Educação de Surdos (Inês).

"Diferença muito grande. Aqui é para surdo, deficiente auditivo, e a inclusão surdo. Eu, mãe falando, acho não vai dar certo", opina Laura.

O MEC pretendia fechar a escola do Ines, referência nacional para os surdos. O ministério defende a inclusão de crianças surdas nas escolas regulares. Depois recuou em relação à escola do instituto, mas os outros colégios para surdos no país continuam ameaçados, segundo o vice-presidente da Feneis, Paulo Bulhões.

"Se fechar escolas básicas para educação especial vai ficar muito ruim", aponta.

A atriz Marieta Severo também entrou na campanha nacional pela manutenção das escolas especiais para surdos.

"Minha irmã é deficiente auditiva, foi a minha primeira motivação. É muito importante que eles possam ter toda a capacidade deles de se desenvolverem, e não estarem dentro de uma sala em que não poderão ter todas as oportunidades de desenvolvimento", diz a atriz.

Fonte: G1

Programa municipal no Paraná dá exemplo de alimentação na escola

27/05/2011

Reportagens nacionais sobre a péssima qualidade da merenda em escolas espalhadas pelo país acenderam um alerta para pais, professores e alunos das redes municipais do Paraná. Em Campina Grande do Sul, a Secretaria de Educação se esforça para ser exemplo em alimentação escolar.

O Programa Municipal de Alimentação Escolar tem investido na qualidade dos alimentos para fornecer refeições saudáveis aos estudantes da rede pública de ensino. Não há registros de desperdício de alimentos, desvios ou má qualidade dos produtos.

Planejamento

Os cardápios, elaborados por nutricionista, são feitos anualmente levando em consideração os seguintes fatores: faixa etária dos alunos atendidos, valor nutricional dos alimentos, hábitos alimentares das crianças, viabilidade de preparo e variedade das preparações. "Tudo é pensado visando ao fornecimento de refeições saborosas e agradáveis ao paladar dos alunos", conta a nutricionista Tereza Ferreira.

Os gêneros alimentícios são adquiridos anualmente através de processo licitatório. A distribuição nas escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) dos produtos não perecíveis é feita mensalmente e os perecíveis semanalmente.

Nas escolas municipais é servida uma refeição diária, nos CMEIs de período integral quatro refeições e de meio período duas. Já os alunos do ensino fundamental matriculados no Programa Mais Educação, que ficam o dia todo na escola, realizam três refeições.

Fazem parte dos cardápios das escolas municipais preparações salgadas como risoto, polenta com carne picadinha, macarrão com carne moída, arroz, feijão, frango com molho, arroz colorido com carne, canjiquinha com frango, entre outras, acompanhadas de salada ou uma fruta.

As preparações doces são compostas de suco, achocolatado com leite, vitamina, canjica, flocos de cereais, salada de frutas, mini bolo e demais alimentos. São servidos ainda pães (acompanhados de queijo fatiado, requeijão ou apresuntado) e biscoitos integrais.

"A alimentação escolar visa a atender não apenas as necessidades nutricionais dos alunos durante a permanência nos estabelecimentos de ensino, como também a formação de hábitos alimentares saudáveis, que contribuem para o crescimento, desenvolvimento, aprendizagem e rendimento escolar", explica Tereza Ferreira.

Sustentabilidade

O abastecimento da merenda escolar de Campina Grande do Sul também é modelo em sustentabilidade. Com o programa Compra Direta do Produtor, implantado pela Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura em 2010, 80% dos hortifrutigranjeiros que compõem a merenda vêm das lavouras do município. São verduras, frutas e legumes fresquinhos, sem agrotóxico e comprado por um preço mais acessível do que o de mercado.

Aprovação

Os alunos Josiane Dias, Wanderson Paveliki e Jaine dos Santos, da Escola Municipal José Eurípedes Gonçalves, aprovam os cardápios. "Eu repito sempre. É uma delícia", disse Jaine, da 4ª série. Wanderson, que é da mesma turma, contou que sempre raspa o prato. Para ele, o melhor é a sobremesa. "Eu como tudo, até a salada. Mas o meu preferido é o cereal".

Fonte: Agora Paraná

"Educação brasileira é ineficaz", dizem pesquisadores

27/05/2011

Nesta quarta-feira (18), aconteceu a reunião da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, que analisa o Plano Nacional de Educação (PNE) apresentado pelo governo. Os pesquisadores José Francisco Soares, do Grupo de Avaliação e Medidas Educacionais da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e Simon Schwartzman, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade do Rio de Janeiro, fizeram críticas contundentes à política educacional brasileira e apresentaram suas propostas de mudança.

José Francisco Soares trouxe números que mostram como o Brasil ainda se encontra muito distante de outros países no que diz respeito à qualidade do ensino. Para ele, a escola brasileira não é atraente. "É preciso mudar a nossa base educacional, precisamos de uma base diversificada e racional que incentive o aluno”, afirma Soares.

Ensino médio

Enquanto isso, o pesquisador Simon Schwartzman concentrou as críticas ao ensino médio brasileiro e mostrou alguns dados que comprovam a ineficiência educacional do país. Dos alunos entre 15 e 17 anos, 33% estão atrasados, 15% abandonaram a escola e 35% estão acima da idade adequada para o ano que cursam.

Além disso, Schwartzman apontou problemas no Enem ao afirmar que “o problema do exame é obrigar todos os alunos a fazerem a mesma coisa. Deveríamos especializar a prova e dar a chance ao aluno de colocar em prática aquilo que lhe interessa, e não o contrário”.

Já o deputado federal Artur Bruno (PT-CE) saiu em defesa do Enem. “Se compararmos o exame com os atuais vestibulares, principalmente das instituições privadas que são um verdadeiro massacre, podemos afirmar que tivemos melhoras, inclusive adotando uma visão de interdependência entre as matérias estudadas no ensino médio”.

Fonte: Agência Brasil

Crescem 35% denúncias de violência sexual a crianças, aponta Fundação Pró-Menino

27/05/2011

O número de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes denunciados pelo Disque 100 cresceu no Brasil no último ano. Entre janeiro e março de 2011 foram registradas 4.200 denúncias, 35% mais que no mesmo período do ano passdao, quando foram contabilizadas 3.125.

Os dados são da Secretaria de Direitos Humanos, divulgados pela Fundação Pró-Menino. Ontem foi comemorado o Dia Nacional de Enfrentamento a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Apesar do aumento, a socióloga Graça Gadelha, especialista no tema, avalia que tanto o sistema de denúncia quanto a legislação melhoram. Ela lembrou que, há alguns anos, só era possível instaurar um processo por abuso sexual mediante denúncia da vítima ou de parentes.

Agora “qualquer pessoa pode fazer a denúncia. É um grande avanço porque o procedimento é traumático e penoso para a criança, o adolescente e a família”, disse em entrevista ao Jornal do Brasil. “Passou a ser um crime contra a dignidade da pessoa, e não mais de natureza privada”, completou.

Para ela, a falta de estrutura no atendimento prestado por conselhos tutelares, delegacias e centros de Referência Especializados da Assistência Social (Creas) é o novo desafio. “Precisamos construir um fluxo de atendimento e concretizá-lo para chegar à responsabilização do autor dessa violência. Para isso, é necessário que o procedimento seja feito de acordo com a lei”, destacou.

A exploração sexual apresenta quatro modalidades: prostituição, tráfico para fins de exploração sexual, turismo sexual e pornografia infantojuvenil. Porém, crimes como o abuso sexual a crianças e adolescentes está incluído no Código Penal apenas como estupro e as ocorrências de pornografia infantil são classificadas como pedofilia. “O profissional que atende tem dificuldade em fazer a caracterização correta, o que dificulta o andamento do processo”, explicou.

Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da Secretaria de Direitos Humanos, concorda. “Alguns casos, principalmente em cidades isoladas, a fragilidade dos órgãos responsáveis, como o Conselho Tutelar, pode dificultar o encaminhamento da denúncia”. Ela afirma que as denúncias do Disque 100 são encaminhadas para as autoridades locais em 24 horas.

Nas rodovias

O número de denúncias de exploração sexual também aumentou entre os caminhoneiros, que circulam em alguns dos principais locais de exploração sexual de crianças e adolescente: as rodovias federais. Elas concentram 1.820 pontos vulneráveis à exploração de crianças, segundo a Polícia Rodoviária Federal.

Em 2010, 4,9% dos caminhoneiros já tinham usado o Disque-Denúncia, contra 1,3% em 2005, segundo dados do programa Na Mão Certa, da organização Childhood Brasil.

O número de motoristas que já tiveram relações sexuais com crianças caiu entre o período analisado. Ao todo, 82,1% dos entrevistados disseram que nunca saíram com crianças em 2010. Em 2005 esse índice foi de 63,2%.

Os motoristas entrevistados afirmaram que estão mais familiarizados com as leis e os serviços de proteção a crianças e adolescentes. A maioria disse conhecer o Conselho Tutelar (91,6%), o Estatuto da Criança e do Adolescente (76%), o Juizado de Menores (76,6%), a campanha contra exploração de crianças e adolescentes no Brasil (61,7%) e o Disque-Denúncia (56,2%).

“Os resultados podem ser encarados como positivos, uma vez que mesmo enfrentando os mesmos problemas de cinco anos atrás, a categoria apresenta sinais de maior profissionalização da área”, afirma o coordenador do estudo, Elder Cerqueira-Santos, ao portal da Childhood Brasil.

*Com informações do Jornal do Brasil, da Fundação Pró-Menino e da Childhood Brasil.

Fonte: Jornal do Brasil/ Fundação Pró-Menino/ Chidhood Brasil/ Aprendiz

Pesquisa da Oi Futuro no RJ mostra relação das escolas com as novas tecnologias

27/05/2011

Pesquisa do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, o Ibope Inteligência e o Instituto Paulo Montenegro apresenta uma radiografia inédita sobre comunidade escolar e novas tecnologias. A pesquisa ITICs (Interação com as Tecnologias de Informação e Comunicação na Comunidade Escolar) foi realizada de maio a julho de 2010 e abrangeu um universo de mais de 32 mil pessoas, entre diretores, professores e alunos da rede pública municipal do Rio de Janeiro. Mais de 70% dos entrevistados em grupos diversos concordam que, quando há uso de tecnologias em sala de aula, o aluno se interessa mais em aprender.

Outra constatação foi que a tecnologia aplicada à educação vai mudar não só o papel da escola num futuro próximo como vai alterar o papel do professor em relação aos alunos, opinião compartilhada por mais de 65% dos participantes.

O levantamento apontou que a maioria dos entrevistados (mais de 80%) acredita que a tecnologia pode contribuir muito com o processo de aprendizagem e, consequentemente, consideram-na necessária para um bom desenvolvimento da educação.

Os entrevistados também concordam que quem não sabe usar as tecnologias de comunicação e informação sente-se excluído no mundo de hoje.

Uso das ferramentas

A pesquisa apontou como é a interação dos segmentos escolares com as ferramentas tecnológicas. Nos três grupos, o principal uso da internet, por exemplo, é receber e enviar e-mails. No segundo lugar da lista, há uma distinção entre a preferência de diretores e professores, que buscam informações e ler notícias em geral (98% e 93%, respectivamente), e a dos alunos, que optam por acessar as redes sociais (43%).

A pesquisa comprova que a mudança de mentalidade na comunidade escolar com relação às novas tecnologias já é uma realidade e que o seu papel é cada vez mais significativo na qualificação da educação.

Para o Oi Futuro, isso mostra que a instituição está no caminho certo ao investir em programas de qualificação do ensino. Nos últimos anos, o Instituto capacitou tecnologicamente as escolas públicas, levando banda larga e tecnologia de ponta para todas as regiões do país.

O próximo passo, acredita a organização, é desenvolver metodologias eficientes para a utilização dessas tecnologias de maneira adequada a aprimorar a educação, com acompanhamento, incentivos e orientação da escola.

“O Oi Futuro, com seus programas de educação realizados por meio de parcerias público-privadas, também está investindo em produção de conteúdo pedagógico. O objetivo é melhorar a qualidade do ensino, com pesquisas e desenvolvimento de soluções educativas que utilizam as novas tecnologias de comunicação e informação. São iniciativas que estão transformando o ambiente escolar e capacitando jovens para as profissões do futuro”, afirma George Moraes, vice-presidente do Oi Futuro.

Ações na educação

Entre os projetos de educação do Oi Futuro está o Nave (Núcleo Avançado em Educação), considerado um verdadeiro centro de pesquisas e desenvolvimento de soluções educativas, que usa de forma diferenciada as tecnologias da informação e da comunicação no ensino médio e capacitam jovens para profissões na área digital.

Outra iniciativa é o Oi Tonomundo, que há mais de dez anos transforma as escolas beneficiadas em pólos irradiadores de projetos comunitários, em parceria com instituições de ensino do Brasil e do exterior.

A Oi também investe em produção de conteúdo pedagógico para capacitar as escolas, como o projeto Educopédia, em lançamento, realizado em  parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME) do Rio de Janeiro.

A Educopédia é uma plataforma colaborativa de aulas digitais desenvolvida, inicialmente, para oferecer o conteúdo das disciplinas de português e matemática, com material de suporte aos professores, planos de aula, jogos pedagógicos e vídeos, o que torna o ensino mais atraente e motivador.

Fonte: Assessoria

Pobreza atinge 81 milhões de menores de 18 anos na América Latina e Caribe

27/05/2011

Na América Latina e no Caribe, 45% das crianças e adolescentes se encontram em situação de pobreza infantil, totalizando quase 81 milhões de menores de 18 anos. A conclusão é do estudo Pobreza infantil na América Latina e Caribe, realizado pela Comissão Econômica da América Latina e do Caribe (Cepal) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), tomando por base o período 2008-2009.

A pesquisa avalia fatores como a nutrição, acesso à água potável e serviços de saneamento, qualidade de moradia e número de pessoas por quarto, educação e acesso aos meios de comunicação e informação.

A privação a esses bens representa um quadro de pobreza e exclusão, enquanto a Convenção Internacional sobre os Direitos das Crianças, que entrou em vigência em 1989, estabelece esses fatores como importantes para determinar a qualidade de vida dos pequenos.

Também se analisou a renda dos lares e a capacidade desses recursos em satisfazer as necessidades básicas das crianças e adolescentes. A conclusão não foi favorável. "Quase a metade das crianças latino-americanas e do Caribe vive em lares com rendas insuficientes para satisfazer suas necessidades básicas – o que afeta em especial aos mais novos – e há cerca de 4,1 milhões de lares com crianças que sofrem ao mesmo tempo a violação grave de seus direitos e fortes insuficiências de renda”, diz o documento.

Contudo, o estudo destaca que há bastante heterogeneidade entre os países com relação à porcentagem de menores de 18 anos em pobreza infantil. Na Bolívia, El Salvador, Guatemala, Honduras e Peru, mais de dois terços das crianças são pobres. Já no Chile, Costa Rica e Uruguai, menos de um quarto das crianças está nessa situação.

A pesquisa examinou a concentração geográfica da pobreza e das privações com o objetivo de obter uma visão territorial sobre o problema. "(...) se identificam zonas críticas onde a pobreza infantil se concentra e se associa, incluindo áreas fronteiriças, que indicam a presença de concentrações de pobreza em determinadas áreas geográficas”, afirma o documento.

A partir disso, pode-se analisar o contexto de oportunidades – como produção, acesso a serviços básicos e mercado de trabalho – e promover políticas em nível local, sugerem Cepal e Unicef.

Para eliminar a pobreza infantil, a pesquisa propõe a integração entre políticas sociais, políticas de emprego e políticas macroeconômicas; a redução das desigualdades socioeconômicas, territoriais, étnicas e de gênero; e promoção do acesso à alimentação, saúde e educação. Essas medidas devem contemplar as crianças desde cedo, para romper o ciclo de reprodução da pobreza, que atravessa várias gerações.

"Isto requer destinar mais recursos para promover os direitos da infância, assegurar um entorno protetor, aumentar a provisão e a qualidade dos serviços, como também ampliar os sistemas de proteção social”, sublinham, na introdução do documento, Alicia Bárcena, secretária executiva da Cepal, e Bernt Aasen, diretor regional do Unicef para a América Latina e o Caribe.

O documento completo está disponível para download no link: http://www.cepal.org/publicaciones/xml/6/42796/Libro-pobreza-infantil-America-Latina-2010.pdf

Fonte: Adital

Inscrições para o Enem começam na próxima segunda-feira

27/05/2011

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011, cujas provas serão aplicadas em 22 e 23 de outubro, abre inscrições na próxima segunda-feira, 23, às 10h, e até o dia 10 de junho, às 23:59h. A taxa de inscrição continua R$ 35. Alunos da rede pública não pagam e os de escolas particulares podem pedir isenção. O edital com informações detalhadas sobre o exame deste ano será publicado hoje no Diário Oficial do União.

Em entrevista coletiva concedida ontem, a presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Malvina Tuttman, confirmou que em 2012 o exame terá duas edições, e a primeira será em 28 e 29 de abril. A intenção é dar aos estudantes mais oportunidades para concorrer a vagas em instituições de educação superior, a bolsas do Programa Universidade Para Todos (ProUni) e ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Mais segurança

De acordo com Malvina, o Enem deste ano terá processo mais avançado do que o das provas anteriores. Ela informou que o Inep constituiu um grupo de operações logísticas para garantir segurança em cada etapa do exame, desde a impressão na gráfica até a distribuição e aplicação.

Nesta seleção, os candidatos não poderão entrar na sala com relógios, mas cada sala terá um marcador de tempo. Além disso, os estudantes deverão desligar celulares e outros aparelhos eletrônicos e colocá-los em um porta-objetos específico, que será entregue nos locais de prova.

Malvina informou que mais de 400 mil pessoas trabalharão no Enem 2011. O exame será aplicado em 140 mil salas, em 1.599 municípios. A logística contará com mais de 6 mil escoltas.

“O Enem deu certo, é um processo irreversível; apenas precisa ser aperfeiçoado cada vez mais, como todo e qualquer processo”, disse a presidente.

O Enem terá a participação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) e de uma empresa de gestão de risco chamada Módulo. O Inmetro irá certificar a gráfica onde o exame será impresso.

À Módulo caberá verificar a logística do exame. De acordo Malvina, a empresa já está mapeando todas as etapas de aplicação da prova para evitar problemas.

Segundo Dênio Menezes, diretor de gestão e planejamento do Inep, a Módulo já atuou nas eleições e nos jogos Pan Americanos.

A aplicação e correção do Enem novamente ficarão a cargo do Cespe, ligado à UnB, e da Fundação Cesgranrio.

Fonte: Nota 10

Projeto Música nas Escolas cria orquestra de jazz

27/05/2011

O Projeto Música nas Escolas, apoiado pela Votorantim Siderurgia, do Grupo Votorantim, apresentou ontem no Sesc do bairro Ano Bom, em Barra Mansa (RJ), a sua mais recente formação musical -- a Orquestra de Jazz de Barra Mansa.

O grupo tem a participação de 25 integrantes, com a responsabilidade de apresentar para o público um repertório específico da música popular norte-americana, mesclada a elementos da cultura brasileira.

O projeto Música nas Escolas é desenvolvido pela Prefeitura de Barra Mansa em 72 escolas públicas municipais. Além da Orquestra Sinfônica, o programa social possibilitou a criação de inúmeros grupos musicais, todos com grande qualidade técnica, destacando-se: Banda Sinfônica, Orquestra Infanto-Juvenil, Orquestra de Metais, Orquestra de Percussão, o Drum-Latas e, agora, a Orquestra de Jazz.

O Música nas Escolas propõe o aproveitamento do tempo ocioso dos alunos com atividades musicais, possibilitando o surgimento de inúmeros talentos na cidade. Assim, a música torna-se importante veículo de educação, aliando-se aos resultados sócioculturais e promovendo a integração de crianças e jovens de diversas partes de Barra Mansa.

Também patrocinam o projeto as empresas CCR NovaDutra, Light, Saint-Gobain, White Martins. O apoio é viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura - Rouanet e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.

Fonte: Pauta Social

Exposição da Oi Kabum! mostra produção de jovens em comunicação de arte no Recife

27/05/2011

A Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia forma jovens em tecnologias de comunicação. É um programa do Instituto Oi Futuro, realizado no Recife (PE), pela Ong Auçuba – Comunicação e Educação, e também nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador.

A Mostra “BUM ID! ... SEJA ONDE ESTIVER”, aberta no dia 17, apresenta os trabalhos de cerca de 80 jovens, a terceira turma do projeto. O tema é identidade e, por meio da comunicação e da arte, as obras dos jovens refletem suas realidades.

Os produtos em exibição envolvem quatro linguagens, correspondentes à formação oferecida pelo projeto, que dura um ano e meio: computação gráfica, design, fotografia e vídeo. Módulos transversais transmitem aos alunos "História da Arte e Tecnologia”, "Palavra e Web” e "Ser e Conviver”.

Parte dos expositores está na primeira etapa de formação, no qual são capacitados na linguagem escolhida. A outra parte já está na segunda etapa, chamada de Núcleo de Produção (NP), na qual há inserção deles no mundo do trabalho pelo viés da arte, tecnologia e comunicação. Além de clientes que contratam o trabalho dos jovens, há também projetos com a comunidade e trabalhos autorais.

Um grupo de alunos apresenta um trabalho feito na comunidade do Bongi sobre a festa de São Cosme e Damião, intitulado A Cor do Confeito. Fotografia, documentário e um livro, com imagens e poesias, contam a história.

Outro trabalho a ser compartilhado com os visitantes da Mostra será a pesquisa fotográfica Frutos de Luz - Uma Viagem ao Passado. A pesquisa revela a busca pela memória e identidade de cada jovem a partir de suas fotografias e dos seus familiares.

Por meio da exposição, “esperamos criar um ambiente de expressão para que eles falem do ambiente em que vivem e expressem seus desejos na perspectiva profissional, humana e pessoal”, afirma João Lin, coordenador assistente do projeto.

"Esse é um trabalho que busca oferecer condições do jovem se inserir no mundo do trabalho, mas vai além de dialogar com o mercado, pois eles desenvolvem uma perspectiva questionadora. Não irão simplesmente ocupar uma vaga no mercado”, avalia João Lin.

Fonte: Assessoria

Juventude é tema de abertura de debates sobre direitos e comunicação no Ceará

27/05/2011

A partir desta sexta-feira, 20 de maio, o tema comunicação e direitos humanos será pauta de debates, ao longo de 2011, na Universidade Federal do Ceará (UFC), nordeste brasileiro. A ação Palavras de Liberdade, do projeto de extensão Liga Experimental de Comunicação, tem como objetivo discutir como a comunicação pode atuar na efetivação de direitos. Para começar, a Juventude será o mote do primeiro evento desse projeto.

A atividade, que será realizada no Auditório José Albano, inicia às 17 horas com o lançamento da ação e, a partir das 18 horas, inicia-se o debate. Uma das convidadas é a jornalista da Revista Viração, Vânia Aparecida, de São Paulo.

A Viração é um projeto de educomunicação, criado em 2003, no qual os participantes, dentre outros projetos, produzem a Revista cujas matérias são feitasa partir do olhar de crianças, adolescentes e jovens.

Valdenor Moura, também palestrante, irá compartilhar a trajetória da TV Janela, do Instituto de Desenvolvimento Social (IDS), que funciona no bairro Planalto Ayrton Senna, em Fortaleza. A TV Janela, veículo comunitário que funciona desde 2003, tem como objetivo possibilitar aos jovens do bairro experiências com o jornalismo de rua, com o audiovisual e com outras técnicas comunicacionais.

Deisimer Gorczevski, professora do curso de Comunicação da UFC, participará do debate a partir de sua contribuição acadêmica, tendo em vista a sua produção em temas relacionados à juventude e à mídia. Como o trabalho de doutorado de Deisimer, cujo título é "Micropolíticas da Juventude e Visibilidades Transversais”.

O Palavras de Liberdade discutirá a questão da mídia e dos direitos humanos a partir de cinco temáticas, além de juventude: diversidade de gênero, meio ambiente, violência e inclusão digital. Para cada tema, será realizada uma mesa-redonda aberta ao público, com especialistas locais e nacionais.

Os temas, abordados nos debates, serão a base para a produção de um programa de rádio a ser veiculado pela Rádio Universitária FM 107,9. Posteriormente, os programas produzidos estarão disponíveis para distribuição para rádios universitárias e comunitárias de todo o Brasil.

As inscrições para o debate são gratuitas e podem ser feitas, antecipadamente, através do blog do projeto (palavrasdeliberdadeufc.blogspot.com) ou no dia do evento. Às 17 horas, antes do debate, haverá o lançamento da ação Palavras de Liberdade.

Fonte: Adital

Município baiano promove o Dia do Conselho Escolar

27/05/2011

A Secretaria de Educação de Itabuna (BA) promove nesta sexta-feira, em todas as unidades de ensino da rede pública municipal, o Dia do Conselho Escolar. Trata-se de um projeto implantado este ano com o objetivo de aproximar a comunidade e a escola por meio de ações diversificadas e prestação de serviços sociais.

O evento será aberto às 8 horas da manhã em todas as escolas. Em uma delas, o Grupo Escolar Raimundo Jerônimo, no bairro Santa Clara, a programação terá inicio com uma palestra sobre DST/AIDS, e logo sem seguida haverá atendimento ao público na área de saúde como aferição de pressão arterial e teste de glicemia. À tarde haverá mutirão com a participação de fisioterapeutas e enfermeiros atendendo a comunidade.

Os voluntários vão ajudar na limpeza do prédio escolar começando com pintura de paredes. A diretora da escola, Mônica Gonçalves Silva, informou que as tintas foram doadas pelos empresários que ela considera importantes parceiros não apenas da escola mas também da educação pública em Itabuna.

A diretora ressaltou a importância da ação envolvendo escola e comunidade, como uma forma de maior integração que segundo ela, resultará em benefícios tanto para a comunidade escolar quanto para as famílias. Ela cita como exemplo, serviços que serão oferecidos gratuitamente como o de fisioterapia, que muitas famílias nem sempre têm acesso.

Para isso temos que contar com o apoio de parceiros que são fundamentais para a realização dessas atividades. A diretora destacou, por exemplo, a participação de alunos da Universidades Estadual de Santa Cruz, e das Faculdades de Tecnologia e Ciência (FTC) e Unime que já costumam participar de grandes eventos sociais em Itabuna. "A nossa proposta é ampliar ainda oferta de serviços à comunidade e ao mesmo tempo trazê-la para mais perto da escola".

Fonte: Jornal Bahia Online

Em Apucarana (PR), ação “Não Empurre a Adolescência com a Barriga” combate gravidez precoce

27/05/2011

O Programa de Prevenção da Gravidez na Adolescência: "Não empurre a Adolescência com a Barriga" foi apresentado no último dia 18, em Apucarana, para profissionais de saúde e professores da rede pública. Eles participaram de três dias de capacitação para atuar no projeto que terá início nas escolas públicas na próxima segunda.

Coordenada pela Estratégia Saúde da Família (ESF), a capacitação teve como meta fazer a sensibilização para o trabalho que será realizado em 15 das 18 Escolas Estaduais de Apucarana, pertencente ao Núcleo Regional de Educação.

"Nosso objetivo é redução dos índices de gravidez de adolescentes no município de Apucarana. Para isso contamos com a colaboração dos enfermeiros da Estratégia Saúde da Família, equipes do Núcleo de Apoio ao Saúde da Família (NASF) em parceria com o Núcleo Regional de Educação e Secretaria Municipal da Juventude", explica Maria Neusa Sousa de Oliveira, diretora geral da Autarquia Municipal de Saúde.

Durante o trabalho, foram discutidos temas como métodos contraceptivos, índices da gravidez no município de Apucarana, desenvolvimento dos adolescentes, gêneros/diversidades sexuais e os conflitos na adolescência e na família. Além desses temas, foram abordados violência, fluxo de adolescentes no município e na rede de atendimento a gestante, DST/AIDS, dinâmicas que serão realizadas nos colégios, materiais que serão utilizados e a fundamentação do projeto", explica a enfermeira Adriana Miranda, uma das coordenadoras do Programa.

O principal objetivo do projeto é a prevenção, orientação e a promoção da saúde sexual e reprodutiva, visando à redução dos índices de gravidez de adolescentes, no município de Apucarana, através de alunos multiplicadores dentro das escolas participantes do programa. O início dos trabalhos com os adolescentes nas escolas estaduais está previsto para o dia 23 de maio.

Já confirmaram a participação, 15 dos 18 colégios estaduais, pertencentes ao Núcleo Regional de Educação. O trabalho será desenvolvido com dois professores além de 20 alunos de cada instituição de ensino. Como metodologia de trabalho, serão realizadas oficinas, capacitações, dinâmicas de grupos, jogos didáticos, palestras com profissionais de saúde e educadores. Os temas em pauta serão: protagonismo juvenil; gênero e diversidade sexual; a sexualidade na adolescência, métodos contraceptivos e prevenindo a Gravidez na Adolescência e DST, HIV/AIDS.

Fonte: Apucarana Notícias

Projeto Criança e Consumo abre inscrição para bolsas

27/05/2011

O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana e da Rede ANDI, promove a 7ª edição do Concurso de Bolsas para Trabalhos de Conclusão de Curso do Programa InFormação. Serão oferecidas sete bolsas de R$ 390 mensais durante seis meses.

Nesta edição, os projetos deverão focar nos seguintes temas: “Criança, Consumo e Mídia” (3 bolsas); “Publicidade de alimentos e interfaces com a obesidade infantil” (2 bolsas) ou “Desafios para a autorregulamentação da publicidade” (2 bolsas).

Os projetos podem ser realizados por estudantes de qualquer universidade brasileira, e devem ser defendidos até 31 de janeiro de 2012.

As inscrições estão abertas até 20 de julho, pelo site www.informacao.andi.org.br.

Veja o edital completo aqui.

http://serv01.informacao.andi.org.br/4e209ffc_12fff90637c_-8000.pdf

Fonte: Aprendiz

Rio de Janeiro inaugura primeira escola ecológica do país

27/05/2011
A primeira escola ecológica do país foi inaugurada na última sexta-feira (20), em um dos bairros mais carentes do Rio de Janeiro, Santa Cruz, zona oeste da cidade.

O Colégio Estadual Erich Walter Heine tem instalações que captam a água da chuva para ser usada nos sanitários, jardins e na limpeza da escola, com economia de 50% da água potável. As lâmpadas LED em todo o edifício reduzem em até 80% o consumo de energia.

De acordo com a Agência Brasil, o formato de cata-vento da construção e o telhado verde reduzem a temperatura, em uma região em que ela ultrapassa 40 graus Celsius no verão. A escola está entre as 121 instituições no mundo com certificação Leed Schools (de liderança em energia e design ambiental) e é a primeira escola de ensino médio profissionalizante da região, que tem um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

A iniciativa faz parte de um convênio entre o governo do estado e a empresa Thyssenkrupp CSA. O investimento de R$ 11 milhões foi arcado integralmente pela siderúrgica, a maior da América Latina.

O diretor de Sustentabilidade da empresa, Luiz Cláudio Castro, explicou que a construção da escola estava prevista no projeto de compensação por liberação de carbono, e que a ideia de uma construção sustentável surgiu para contribuir para reduzir os gases de efeito estufa.

Fonte: Nota 10

Programa CESE dá apoio a projetos para jovens que combatam violência

27/05/2011
As estatísticas revelam que os jovens – sobretudo homens e negros de 15 a 24 anos – são as principais vítimas da violência.

Segundo o Estudo Mapa da Violência 2011, do Ministério da Justiça, somente no ano de 2008 aconteceram 18.321 homicídios em jovens, representando uma média de 52 homicídios a cada 100 mil jovens brasileiros. Em 1998 foram 15.284 óbitos de jovens por assassinato e essa média foi crescendo. Em uma projeção rápida, seguindo as mesmas médias, entre 2011 e 2013 serão mais de 60 mil jovens assassinados.

É essa realidade de violência que a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) quer ajudar a combater, apoiando a promoção de políticas públicas voltadas para a juventude, por meio do projeto “Mobilizando Recursos Locais”, criado em abril de 2011. A iniciativa faz parte do Programa CESE Ação para Crianças, que trabalha com a metodologia da “Dupla Participação”, dobrando recursos levantados pela própria instituição proponente do projeto, ou seja, se a organização proponente fizer uma ação local de mobilização de recursos e arrecadar R$ 1.000 a CESE dobra o valor, cedendo outros R$ 1.000 para serem aplicados em um projeto social.

Inscrições

Para se candidatar ao apoio da CESE, a instituição ou grupo de voluntários deve enviar seu projeto social até o dia 30 de maio, pela internet -- o formulário e as orientações estão disponíveis no site www.cese.org.br.

Na proposta enviada, o proponente deve descrever uma proposta de mobilização de recursos junto à comunidade, como bingos beneficentes, rifas, bazares, jantares. O valor máximo por projeto será de R$ 8 mil, sendo R$ 4 mil previstos para serem levantados pelo grupo e R$ 4 mil da CESE.

Prioridades

As áreas prioritárias para apoio da CESE são: combate à violência, geração de renda, preservação ambiental, educação, cultura, lazer, saúde, segurança alimentar e nutricional, acesso à água, habitação e meio ambiente.

Histórico de atuação

Desde a sua fundação, em 1973, a CESE já beneficiou mais de 9 milhões de pessoas em 10 mil iniciativas apoiadas.

O foco na juventude tem se consolidado na instituição a partir da leitura das estatísticas que revelam ser os jovens – sobretudo homens e negros – as principais vítimas da violência.

Para Rosana Fernandes, assessora de projetos da CESE, os movimentos de juventude têm apoio do governo federal para algumas políticas públicas, mas não para todas. Entre as políticas desenvolvidas pelos governos Rosana destaca a consolidação das políticas de cotas para estudantes negros e indígenas egressos das redes públicas de ensino, o Programa Universidade para Todos (Prouni) que oferece bolsas de estudos em escolas particulares de nível superior.

“Na contramão dessas políticas inclusivas, há o aumento da violência urbana dada a baixa capacidade do governo em se contrapor ao crime organizado, com destaque para o narcotráfico e a cultura discriminatória e militarizada da atuação policial nas periferias das grandes cidades. As mortes diárias de jovens negros nos bairros de Salvador, especialmente nos subúrbios, por exemplo, expressam esta realidade” comenta a assessora, que acompanha o Projeto Juventude Cidadã, desenvolvido com redes de jovens do subúrbio de Salvador.

Com a chamada “Mobilizando Recursos Locais” a CESE espera beneficiar projetos para a juventude, adolescência e infância em todas as regiões brasileiras.

Fonte: Pauta Social

Atos de homofobia começam na escola, diz pesquisa

27/05/2011

A discriminação contra homossexuais é um episódio corriqueiro em ambientes frequentados por estudantes de ensino médio.

Seis em cada dez alunos de 16 a 25 anos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre 2004 e 2008 já presenciaram algum tipo de hostilidade contra quem parece ser ou é homossexual.

Em 2008, 7,2% admitiram que se sentiriam incomodados por ter um parente ou colega homossexual.

Os dados, que demonstram a intolerância enfrentada diariamente por milhares de alunos e alunas, estão em pesquisa publicada pelos professores Josafá Moreira da Cunha e Araci Asinelli da Luz, do programa de pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

O estudo utilizou informações do questionário socioeconômico preenchido pelos participantes do Enem.

Fonte: Gazeta do Povo

CNE propõe emendas ao novo Plano Nacional de Educação

27/05/2011

Após dois dias de discussão em um seminário que reuniu mais de 30 entidades, o Conselho Nacional de Educação (CNE) apresentou documento que propõe dez emendas ao projeto de lei que criará o novo Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação na Câmara. Uma das alterações que será sugerida é o aumento da meta do investimento público em educação de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) - patamar estipulado pelo Ministério da Educação (MEC) - para 10%.

O texto apresentado pelo MEC reúne 20 metas que deverão guiar as ações dos governos municipais, estaduais e federal até 2020. Entre elas estão a ampliação de matrículas na educação infantil e no ensino superior e medidas de valorização do magistério. Diversas entidades da área já se mobilizaram para apresentar emendas ao projeto.

"Consideramos de imediato que ele é um bom plano. O projeto do Executivo é muito melhor do que o anterior, no entanto podemos aperfeiçoá-lo", afirmou o presidente do CNE, Francisco Aparecido Cordão.

O PNE anterior, que vigorou de 2001 a 2010, continha mais de 295 metas e boa parte não foi cumprida. Àquela época, o plano estabeleceu um investimento mínimo de 7% do PIB em educação, mas o item foi vetado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

O CNE avalia que é preciso ampliar, e não repetir a meta proposta há dez anos. A sugestão do colegiado é que se atinja o patamar de 7% do PIB até 2014, até chegar a 10% em 2020. Atualmente o Brasil aplica cerca de 5% do PIB na área. "Todas as entidades presentes no seminário consideraram esse princípio como fundamental", ressaltou Cordão.

O conselho também quer metas mais ousadas de acesso à educação integral e a outras etapas de ensino. Enquanto a proposta do MEC é que 50% das escolas públicas de educação básica ofereçam a jornada ampliada até 2020, o CNE vai defender, via emenda, que esse patamar seja elevado para 80%.

O CNE também faz algumas recomendações em relação à redação do plano. Uma delas é que as metas ou estratégias de ação não se refiram a programas específicos de governos e pede que a tramitação do projeto no Congresso Nacional não passe de 2011. Atualmente a matéria está sendo analisada por uma comissão especial na Câmara. A previsão dos deputados que compõem o grupo é que a aprovação na Casa se dê no último trimestre do ano. Depois disso, o texto segue para o Senado.

"A educação é uma questão urgente e precisamos torná-la prioritária. Se o plano não for aprovado este ano teremos sérias consequências. Ele prevê, por exemplo, que os estados e municípios elaborem seus próprios planos no prazo de um ano após a aprovação do PNE, ou seja, seria só em 2013 [caso a tramitação seja concluída só ano que vem. Quanto mais demora, pior fica", disse o presidente do CNE.

Fonte: Agência Brasil

Simulado gratuito para candidatos ao Enem

27/05/2011

O Curso Objetivo Vestibulares vai realizar, no sábado (dia 28, às 14h) e no domingo (dia 29, às 13h), o Simulado Aberto Enem 2011.

A prova é aberta a estudantes que estejam cursando o ensino médio ou já tenham concluído essa etapa de ensino.

O exame será nos moldes do Enem, com 180 questões de múltipla escolha distribuídas em quatro áreas temáticas de questões.

No primeiro dia, a prova tem questões de ciências humanas e de ciências da natureza. Já no domingo, o candidato enfrenta os exercícios sobre linguagens e códigos e também a parte de matemática.

Quem tiver interesse deve se inscrever até 27 de maio, sexta-feira, nas unidades do Curso Objetivo Vestibulares ou pelo site www.curso-objetivo.br.

Na página, constam o regulamento e a lista de cidades e unidades do cursinho que estão participando do exame. A participação é gratuita.

Fonte: Estadão online

Hip Hop faz encontro em São Paulo

13/06/2011
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Prova Brasil 2011 vai avaliar 5,2 milhões de estudantes das redes públicas

27/05/2011

A Prova Brasil de 2011, que será  realizada em novembro, deve envolver 5,2 milhões de estudantes. Cerca de 2,6 milhões matriculados no 5º ano e 2,5 milhões no 9º  ano do ensino fundamental.

A prova oficial vai ser aplicada a todos os alunos das redes públicas, que estiverem matriculados nas referidas séries, em escolas urbanas e rurais com, no mínimo, 20 alunos na turma avaliada.

Neste ano, também serão aplicadas as provas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) - avaliação por amostragem de alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio.

Os desempenhos alcançados pelos alunos nos dois exames compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) por escola, município e, ainda, em nível nacional.

Fonte: Correio do Povo

Audiovisual leva conhecimento e cultura a jovens de assentamento no Ceará

27/05/2011

Criado em 2005, o Núcleo de Audiovisual do Coqueirinho (Nuac) capacita jovens agricultores em tecnologias de informação e comunicação. Neste sábado, a experiência será compartilhada com

os jovens dos assentamentos Ipanema, que fica no município de Alto Santo, e Barra do Feijão, em Tabuleiro do Norte.

No Coqueirinho, as inscrições iniciais para a capacitação contemplaram vinte jovens de 15 a 30 anos, que foram treinados em onze módulos, com um total de 40 horas/aula. Linguagem audiovisual, documentário, produção, edição, câmera” foram alguns dos temas trabalhados.

Com o aprendizado, os jovens já registraram várias histórias de comunidades da região. O Nuac foi implantado por um convênio com o Instituto Nacional de Colonização na Reforma Agrária (Incra), Banco do Nordeste (BNB) e a Organização Não Governamental (ONG) Encine, da cidade de Fortaleza. Com um recurso de 21 mil reais, os jovens compraram equipamentos e custearam as oficinas. Hoje, o Núcleo funciona em uma sede improvisada em um dos chalés construídos pela comunidade para receber turistas.

Já profissionalizados, os participantes do núcleo realizam coberturas de eventos da Prefeitura, para o qual recebem uma contrapartida. O recurso, além de cobrir as despesas da produção, é dividido entre os jovens que realizaram o trabalho.

O Assentamento Coqueirinho

O Núcleo de Audiovisual do Coqueirinho é somente uma das atividades realizadas pelos moradores da região. Eles também desenvolvem cultivos de hortas orgânicas, sistemas agro-florestais, apiário, banco de sementes e turismo agroecológico, além de serem articuladores da Bodega – Nordeste Vivo e Solidário (rede de socioeconomia solidária de produtores rurais).

Fonte: Adital

Prêmio Nacional Empreendorismo Inovador

27/05/2011

A Associação Nacional de Entidades Promotoras de empreendimentos Inovadores (Anprotec) abriu inscrições até 5 de agosto para o Prêmio Nacional Empreendorismo Inovador.

Nessa edição o prêmio completa 15 anos de incentivo a inovação tecnológica no país.

As inscrições devem ser feitas nas seguintes categorias: melhor incubadora de empresas orientada para a geração de uso intenso de tecnologias; melhor parque tecnológico; melhor projeto de promoção da cultura do empreendedorismo inovador; melhor empresa incubadora e melhor empresa graduada.

A premiação será feita em 27 de outubro durante o XXI Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras  de Empresas  em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.   As inscrições são por envio do Formulário por meio eletrônico para fernanda@anprotec.org.br, e devidamente preenchido para a ANPROTEC no endereço SCN, Quadra 01, Bloco C, Edifício Brasília Trade Center, Salas 209/211 – CEP 70711-902 – Brasília/DF, juntamente dos anexos.

Veja o regulamento no site http://www.anprotec.org.br.

Fonte: Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro

Projeto no Rio recebe inscrições para oficinas de produção audiovisual

27/05/2011

Depois de passar por Salvador, Volta Redonda e Cabo Frio, chega à cidade do Rio de Janeiro, o projeto ‘Laboratório – Experimentações Audiovisuais’. Idealizado pelo Instituto Claro, em parceria com a produtora Casa Redonda e os cineastas Philippe Barcinski e Marco Del Fiol, o projeto incentiva o aprimoramento de novos realizadores audiovisuais e reforça o conceito educativo do Festival Nacional de Curtíssima Metragem - Claro Curtas.

O objetivo da iniciativa é levar a diversas cidades brasileiras oficinas de produção de vídeo, com atividades práticas e teóricas, da estruturação da ideias até a captação e edição de imagens. No Rio, as oficinas, cujas vagas já foram preenchidas, acontecerão nos dias 7, 8 e 9 de junho no Complexo do Alemão e nos dias 11 e 12 em Manguinhos.

No dia 7 de junho, às 18h, o cineasta e educador Marco Del Fiol ministrará a palestra “Audiovisual e Mídias Móveis – Experimentação, expressão e aprendizado”, no Colégio Estadual Jornalista Tim Lopes (Rua Itararé, 690 – Complexo do Alemão), onde também irão acontecer as oficinas. Já em Manguinhos, as oficinas acontecerão na Biblioteca Parque de Manguinhos (Av. Dom Helder Câmara, 1184 – Manguinhos).

O Laboratório - Experimentações Audiovisuais é parte da Plataforma Claro Curtas. O projeto é patrocinado pela Claro, por meio da Lei Estadual de incentivo a cultura do Governo do Estado / Secretaria de Cultura, e produzido pelo Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente (CIMA) e pela Casa Redonda.

Coordenadas por Philippe Barcinski e Marco Del Fiol, as oficinas, abertas a todos os realizadores e interessados por audiovisual, percorrerão várias cidades do país. Em módulos de apenas dois dias em cada local, num processo intenso de aprendizado e experimentação, os participantes de cada oficina produzirão vídeos de até três minutos e ensaios fotográficos, que serão publicados no site www.projetolaboratorio.com.br/ e exibidos nas comunidades beneficiadas pela iniciativa.

“A produção audiovisual era, até bem pouco tempo, privilégio de poucos. Hoje, no entanto, criar, produzir, editar e difundir conteúdos audiovisuais são práticas que estão ao alcance de quase toda a população. Com um simples celular, câmera fotográfica digital ou webcam é possível captar imagens e sons. A plataforma Claro Curtas busca justamente isso: estimular a experimentação, o aprendizado, a criação, e a produção do audiovisual via dispositivos móveis por todo Brasil”, explica Carime Kanbour, vice-presidente do Instituto Claro.

“Esta é uma oficina de linguagem. Não propomos uma ‘formação do olhar’, mas uma ‘reformação do olhar’. O participante é estimulado a fazer recortes do que vê e a ‘organizar’ essas imagens num discurso poético próprio. Cada um faz suas fotos, grava suas imagens e edita seus vídeos. Em cada etapa o participante é convidado a refletir sobre a sua produção e a do grupo”, comenta o cineasta Marco Del Fiol.

Além do Rio de Janeiro, ainda em 2011, as oficinas do Laboratório – Experimentações Audiovisuais vão percorrer os estados da Bahia, Minas Gerais, Pará e Rio Grande do Sul, compondo um circuito de aprendizado, criação, produção e difusão de vídeos e fotografias capazes de demonstrar os potenciais regionais de expressão por meio da linguagem audiovisual, de forma acessível e democrática.

Lançada no dia 30 de março, data do aniversário dos dois anos do Instituto Claro, a 3ª edição do Festival Nacional de Curtíssima Metragem - Claro Curtas propõe o tema “O tempo do agora” e traz novidades. A partir deste ano, será dividido em quatro categorias: Alunos do ensino médio, Universitários, participantes de ONGs, Pontos de Cultura e Cineclubes, e categoria Livre, voltada para os realizadores independentes. No total, serão premiados oito vídeos, sendo dois por categoria. As instituições de ensino vinculadas aos vencedores (com exceção da categoria Livre) também serão premiadas. São R$ 100 mil reais em prêmios, distribuídos em barras de ouro, equipamentos de gravação e edição e cursos de linguagem audiovisual.

Os interessados podem inscrever seus vídeos com duração entre 30 e 90 segundos feitos utilizando celulares, webcams, câmeras fotográficas digitais ou outros dispositivos móveis até o dia 17 de junho. Mais informações no site www.clarocurtas.com.br.

Fonte: Pauta Social

Novo ensino médio terá reflexos no vestibular tradicional

27/05/2011

As mudanças aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) para o Ensino Médio, que preveem um modelo de currículo dividido em áreas - ciência, tecnologia, cultura e trabalho - devem causar um efeito cascata, culminando com modificações profundas no vestibular.

O novo Ensino Médio visa a uma formação para o mercado de trabalho, enquanto a avaliação da maioria dos vestibulares prioriza o currículo do conteúdo completo, avaliam especialistas.

Na prática, a escola que quiser aderir ao projeto vai poder optar por uma das quatro áreas de atuação: ciência, tecnologia, cultura e trabalho. Cada escola escolherá sua vocação, por meio do "diálogo" entre corpo docente, alunos, redes de ensino e as comunidades locais.

Em cada área, algumas disciplinas serão mais destacadas do que outras. Na escola cultural, por exemplo, conteúdos como história, geografia e literatura terão mais ênfase. Já  disciplinas como matemática, física e química serão abordadas de uma forma que faça sentido para uma formação de cultura.

O psicopedagogo, jornalista e pesquisador da área educacional da Universidade Federal Fluminense, Eugênio Cunha, afirma que a mudança é o primeiro passo no longo caminho para melhorar a realidade do ensino no Brasil. Mas também destaca que não adianta preparar o aluno para o mercado de trabalho na escola e depois o submeter a uma prova de pura "decoreba", que vai definir se ele ingressa ou não na universidade.

Ramos, presidente do movimento Todos pela Educação, concorda e fala que as universidades devem começar a considerar uma modificação no seu tipo de avaliação. "O tipo de prova do Enem está muito bem casada com as mudanças no ensino médio. Os dois juntos funcionam", afirma.

O resultado de desempenho do último Enem, do ano 2009, comprova a tese. Atrás das escolas privadas, que lideram o topo do ranking, todos os estabelecimentos públicos são técnicos, ou seja, com ênfase em alguma habilidade.

Entre as mil escolas da lista, apenas 88 são públicas, em que 60 delas são federais, 26 estaduais e apenas duas municipais. Porém, entre essas instituições, todas são técnicas ou coordenadas por universidades, onde ambas tem uma educação voltada para o mercado, como o projeto aprovado pelo CNE.

Com uma prova que exige do candidato menos memorização e mais demonstração da sua capacidade de raciocínio, o Enem tem como objetivo avaliar as habilidades e competências do estudante.

Sobre a necessidade de as universidades terem ou não de mudar suas provas no vestibular, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) não quis se pronunciar e afirmou que vai estudar o caso antes de tomar uma posição. Apesar disso, algumas instituições já adotam modelos de prova parecidas com a do Enem, que são denominadas por Ramos como o "novo modelo de vestibular".

Exemplo disso é a Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), que desenvolve a prova para a Universidade de São Paulo (USP). Na primeira etapa da avaliação, são 90 questões interdisciplinares. Na segunda, os candidatos são cobrados pelas matérias ligadas à área de conhecimento do curso escolhido. De acordo com a carreira pretendida, os vestibulandos devem fazer testes discursivos de História, Química, Geografia, Biologia, Física, ou Matemática. Somente as provas de português e redação valem para todos os cursos. As carreiras de Música, Artes Plásticas, Artes Cênicas, Audiovisual, Esporte, Arquitetura e Design ainda tem provas de aptidões e habilidades específicas.

Outro exemplo é a Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp), da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), que também segue o mesmo modelo de avaliação do Enem. "Se os vestibulares permanecessem com esse modelo pautado pelo conteúdo apenas, sem levar em conta habilidades e competências, essas novas diretrizes do ensino médio certamente não teriam nem vingado", adianta Ramos.

"Atualmente, as escolas ensinam química e aquilo não significa nada para alguns alunos, é um conteúdo muito distante da realidade dele. A mudança proposta por nós visa dividir as escolas por áreas de interesse e ensinar para o estudante uma química sobre a perspectiva do mercado. Ou seja, uma química que faça sentido para ele, que ele saiba que vai usar durante a vida", explica Mozart Neves Ramos, presidente do Todos Pela Educação e membro do CNE, que aprovou por unanimidade o projeto, que ainda precisa ser homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, para entrar em vigor.

O objetivo da mudança é melhorar o cenário do ensino médio, que é visto como a etapa mais problemática da educação básica, devido aos altos índices de evasão. Segundo pesquisa do IBGE de 2009, 40% dos jovens de 15 a 17 anos abandonam a escola por desinteresse, e 27% por razões de trabalho e renda.

Além disso, dados do movimento Todos Pela Educação, publicados em dezembro do ano passado, mostram que somente 11% dos estudantes que terminam o terceiro ano do ensino médio estão tendo aprendizado apropriado em matemática, e cerca de 28% se formam com conhecimento de português.

O fundador do Instituto Crescer para a Cidadania, Dilermando Allan Filho, vê nas novas diretrizes o início de uma grande transformação, que permitirá ao jovem estar mais preparado para o mercado de trabalho. Apesar disso, enxerga nos pais, que acreditam que o ensino médio é somente uma preparação para o vestibular, o principal desafio.

"Uma pergunta simples que faço para quem tem dúvidas sobre a mudança é: quantos de vocês se lembram de como podemos identificar quando um movimento é retilíneo uniforme ou uniformemente variado? Provavelmente poucos que não seguiram a carreira de exatas. Ou seja, do que valeu todo o esforço do professor para explorar este conteúdo? Por que todos os alunos precisam aprender exatamente as mesmas coisas?", questiona.

Para Antônio Sérgio Martins de Castro, coordenador pedagógico do sistema de ensino da Editora Saraiva , a mudança é eficaz uma vez que visa a diminuir o excesso de conteúdo escolar: "O currículo do ensino médio chegou a um patamar que as escolas não têm mais como aumentar suas cargas horárias para cumpri-los integralmente. E esse inchaço se deve à cobrança realizada pela maioria dos processos seletivos para o ingresso ao curso superior. Isso também tem que mudar", diz.

Fonte: Terra

Prêmio de educação ambiental recebe inscrições

27/05/2011

As inscrições para a oitava edição do ‘Prêmio de Educação Ambiental Amigos do Mar’ estão abertas até o próximo dia 10 de junho. O projeto é uma parceria entre o Instituto Arcor Brasil e o Projeto Tamar. O objetivo é estimular os alunos a realizarem estudos temáticos de educação ambiental, com foco na importância da conservação das águas de nosso planeta.

Cada aluno de 2º a 5º ano poderá participar com um desenho enfocando o tema “Nossas águas sempre limpas”. Além de brindes, a escola vencedora receberá a visita da equipe técnica do Projeto Tamar, realizando atividades de educação ambiental com os alunos, o corpo docente, os pais e convidados da comunidade.

As inscrições são limitadas a mil  escolas do Brasil e devem ser realizadas pelo site www.amigosdomarnaescola.com.br. Os prêmios serão entregues de 7 de novembro a 16 de dezembro de 2011.

Fonte: Pauta Social

Fundação Idepac faz processo seletivo para cursos gratuitos em SP

27/05/2011

A Fundação Idepac realiza nos dias 2 e 9 de junho, às 13h, as provas do processo seletivo para o preenchimento de 500 vagas para os cursos gratuitos de Técnicas Administrativas, Departamento Pessoal, Contabilidade Básica, Escrita Fiscal e Informática.

Com 500 horas-aula e duração de seis meses, as aulas vão de 25 de julho a 20 de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 18h50 às 22h30.  “É muito grande a demanda de jovens que necessitam de capacitação, para terem maiores chances de conseguir o primeiro emprego. Assim como a de adultos, que desejam aperfeiçoar-se profissionalmente para aumentar a empregabilidade”, afirma S&eacu te;rgio Contente, idealizador e mantenedor da Fundação Idepac.

Podem concorrer às 500 vagas – um terço delas são reservadas para pessoas com idade superior a 24 anos – para os cursos no Idepac, jovens com idade a partir de 16 anos.

Os requisitos para participar são estar cursando ou já ter concluído o ensino médio e possuir renda familiar per capita de até um salário mínimo. O processo seletivo e os cursos são realizados na sede da entidade, na capital paulista (Rua Visconde de Itaboraí, 443, no bairro do Tatuapé). As inscrições devem ser efetuadas por meio do sitewww.idepac.org.br.

O processo seletivo é dividido em duas fases – um teste de múltipla escolha com 50 questões (20 de português, 20 de matemática e dez de conhecimentos básicos de informática) e uma entrevista –, realizadas no mesmo dia. Para participar do processo, os interessados devem apresentar, no dia da prova, RG, CPF e cópia simples de um comprovante de residência.

A Fundação Idepac fornece todo o material didático, uniforme e lanche aos alunos. Ao longo dos estudos, eles podem ser indicados para preencher vagas de trabalho colocadas à  disposição pelas 17 mil empresas clientes da Contmatic.

A Fundação Idepac, criada como ONG em abril de 2005 e instituída fundação em dezembro de 2007, é  mantida pelo empresário Sérgio Contente, presidente da Contmatic Phoenix, empresa desenvolvedora de softwares administrativos e de gestão (ERP). A Fundação oferece a jovens e adultos cursos profissionalizantes gratuitos na área administrativa e de informática.

Fonte: Fundação Idepac

Secretaria Nacional de Juventude fomenta intercâmbio internacional de políticas públicas para o segmento

27/05/2011

Como parte da estratégia de consolidar uma agenda de intercâmbio internacional sobre políticas públicas de juventude, a secretária nacional de Juventude, Severine Macedo, se reuniu, na última quarta-feira, com uma delegação de chineses, liderada por Lu Aon, primeiro-secretário da Liga da Juventude Comunista da China. O encontrou debateu a experiência dos dois países, especialmente as questões relacionadas ao trabalho e à geração de renda  para jovens.

Severine explicou a importância da juventude para o desenvolvimento do Brasil e ressaltou que, atualmente, o país tem a maior população jovem da sua história: 50 milhões de pessoas na faixa entre 15 e 29 anos.

Ela relatou os principais papéis da Secretaria Nacional de Juventude, como a articulação e coordenação das políticas para jovens no Governo Federal, o estímulo e a orientação das ações para o setor nos estados e municípios, o diálogo entre a União e os movimentos sociais juvenis e a coordenação do Programa Nacional de Inclusão de Jovens – ProJovem Urbano.

A secretária também falou sobre a relevância da participação social na construção das políticas de juventude e convidou a delegação chinesa para comparecer à 2ª Conferência Nacional de Juventude, cuja primeira edição contou com a mobilização de mais de 400 mil jovens.

O interesse de Lu Aon foi, mais especificamente, nas políticas de geração de emprego e renda do governo brasileiro. Severine destacou o bom momento da economia nacional, com destaque para a descoberta do pré-sal e de grandes eventos – Copa do Mundo e Jogos Olímpicos –, que permitiu a redução do desemprego na população. Por outro lado, os desafios são a qualificação profissional e a inserção do jovem no mercado de trabalho. Neste sentido, ela destacou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico, que irá atender 8 milhões de pessoas.

Outro ponto relatado por Severine foram as políticas específicas para grupos juvenis. Para as mulheres, o destaque foi para os programas que garantam renda e autonomia e equipamentos para que elas possam trabalhar e cuidar dos filhos. A preocupação com os jovens negros é o enfrentamento à mortalidade. E, no campo, o foco será a geração de rensa e o acesso ao crédito.

Por fim, a delegação oriental convidou Severine para conhecer a experiência de políticas para a juventude na China. Lu Aon explicou que a missão da Liga da Juventude Comunista é orientar, organizar servir e proteger os jovens chineses.

Fonte: Conjuve

Sou da Paz leva exposição sobre violência contra a mulher para São Carlos (SP)

27/05/2011

A exposição 16xArte: pelo fim da violência contra a mulher, idealizada pelo Instituto Sou da Paz em parceria com o Coletivo Imargem, será realizada na cidade de São Carlos, interior paulista.

A ideia da 16xArte nasceu em 2010, a partir do projeto Juventude, Gênero e Espaço Público do Sou da Paz, e tem o objetivo de sensibilizar a população por meio da arte sobre os problemas decorrentes da violência contra a mulher no Brasil.

O número 16 faz alusão  à Campanha 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Mulher, realizada anualmente por organizações feministas de mais de 150 países. No Brasil, segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo em 2010, a cada 24 segundos uma mulher é vítima de violência no país.

A exposição 16xArte, patrocinada pela Sempre Livre, da Johnson & Johnson, e pela EMPower, reúne obras de 16 jovens, mulheres e homens, que atuam como fotógrafos, poetas, grafiteiros e artistas plásticos na grande São Paulo.

Entre dezembro de 2010 e maio de 2011, a exposição passou por duas estações da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na capital paulista e agora segue para interior a convite da Prefeitura de São Carlos que, interessada em combater a violência contra a mulher na região, vem promovendo o curso Tecendo a rede e construindo a cidadania das mulheres de São Carlos para sua população.

Interessados em participar podem se inscrever por meio do telefone (16) 3373-2708 ou e-mail  cultura@saocarlos.sp.gov.br

Exposição 16xArte em São Carlos

Quando? De 3 de junho a 1º de julho de 2011

Onde? Paço Municipal - Rua Episcopal, 1575 - Centro - São Carlos

Artistas: Aline Binns, Berimba de Jesus, Christina Poliana Castro, Elaine Braga, Elânia Lima, Emanuela Rosa, Enivo, G.R.I.F. Maçãs Podres, Harry Genesis 12, Mafu, Magrela, Micaela Cyrino, Ronaldo Costa, Sola, Thamara Lage e Willian Mangraff.

Debatepapo: Como parte da programação haverá no sábado, dia 4 de junho, uma oficina com experimentações práticas em arte urbana com sobre a temática, realizada pelo Coletivo Imargem. A atividade será realizada às 9h no Centro de Referência da Mulher, na rua Treze de Maio, 1732, Centro de São Carlos.

Fonte: Instituto Sou da Paz

Site da Febraban cadastra currículos e dá acesso a oportunidades no setor bancário

27/05/2011

A Febraban - Federação Brasileira de Bancos - lançou no dia 24 de maio (terça-feira), durante seu 13º  congresso de Recursos Humanos, o site Febraban Oportunidades (www.febrabanoportunidades.org.br), um canal pelo qual as pessoas que têm interesse em trabalhar no setor bancário poderão cadastrar seus currículos, que, por sua vez, serão acessados por 11 bancos: BIC, Bradesco, Citi, Fibra, HSBC, Itaú-Unibanco, Mercantil do Brasil, Safra, Santander, Votorantim e também o Banco do Brasil - nesse caso, para cadastro de aprendizes e estagiários, já que o ingresso regular é feito por meio de concurso público.

O diretor de Relações do Trabalho da Febraban, Magnus Ribas Apostólico, ressalta a importância do site: "O mercado de trabalho bancário oferece excelentes oportunidades de carreira e desenvolvimento, tanto para jovens quanto para profissionais já experientes".

Para os candidatos, o novo serviço proporciona um importante benefício de praticidade, já que não haverá mais a necessidade de cadastrar o currículo em cada uma das instituições. Basta entrar no site, criar um perfil com login e senha e, em seguida, preencher um cadastro, fornecendo dados sobre formação escolar, experiências anteriores e cursos de que já tenha participado. Caso haja interesse na contratação, o banco entrará em contato diretamente com o aspirante à vaga.

Já para as instituições participantes do projeto, o Febraban Oportunidades oferece a possibilidade de busca segmentada de candidatos, a partir de perfis que atendam suas necessidades, inclusive para atender os acordos da Febraban para ações afirmativas como com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e com o MEC, para universitários bolsistas do ProUni, ou ainda pessoas com deficiência.

"O projeto facilitará a identificação de candidatos que possam contribuir para o aumento da diversidade no setor bancário", destaca o diretor de Relações Institucionais da FEBRABAN, Mário Sérgio Vasconcelos.

Nessa mesma linha, um dos objetivos do site é proporcionar acesso ao mercado de trabalho às pessoas que tenham participado de cursos promovidos pela Escola Febraban de Educação Financeira e aos jovens originários do Programa Nacional de Aprendizagem no Setor Bancário.

Além do cadastro de currículos, o Febraban Oportunidades oferece informações sobre o funcionamento dos bancos dos diversos departamentos em que as instituições poderão oferecer vagas - como, por exemplo, Marketing, Tesouraria, Recursos Humanos, Agências e Auditoria e Compliance. | www.febraban.org.br.

Fonte: Fator Brasil

Enciclopédia virtual e outras iniciativas colaborativas ajudam alunos a aprender

30/05/2011

O Wikcionário define o verbo colaborar como "trabalhar em comum, com outrem, na mesma obra". Na Wikipédia, estão associados à palavra colaboração os conceitos de "comunidade", "aprendizagem colaborativa" e "coletivismo". Postos em prática, os verbetes, escritos e editados por internautas, viram ferramentas de aprendizado. Alunos e professores de alguns colégios paulistanos utilizam, em plataformas digitais (como várias ferramentas Wiki e o Moodle), maneiras de construir o conhecimento em conjunto.

É o caso do Colégio Santa Maria, na zona sul, que desenvolve uma enciclopédia virtual de geografia. "Queremos colocar o aluno no papel de produtor", diz Muriel Alves, coordenador de tecnologia educacional. O trabalho foi realizado pelos alunos do 7.º ano em 2010 e será ampliado até o fim deste ano.

"Foi um jeito diferente de aprender. Ajudou muito a entender o conteúdo", explica a aluna Alessandra Orzechowski, de 12 anos. Para trabalhar o tema Descobrimento do Brasil, ela precisou fazer conexões com o Tratado de Tordesilhas, as capitanias hereditárias e a miscigenação da população. Foram 42 temas elaborados em 3 semanas. "A cada encontro o trabalho ia crescendo", conta o professor de geografia do colégio, Aldo Ordenes.

Para Matheus Simões, de 13 anos, aluno do mesmo colégio, o método funcionou. "Não vou esquecer o que aprendi. Eu interagi com o conteúdo."

Sintetizando um ano do que foi visto em sala de aula, todo o conteúdo fica disponível para consulta no site csm7anoa.pbworks.com. "O resultado pode ser usado como primeira referência de estudo", afirma Ordenes.

Vantagens. A ideia de conteúdos colaborativos está presente também no Colégio Pio XII. Os alunos do 2.º ano do ensino médio fizeram um dicionário e ligaram os temas trabalhados a vídeos, fotografias e ilustrações.

A possibilidade de associar conteúdos é uma das vantagens de ferramentas colaborativas como a Wiki. A necessidade de complementar conceitos com informações coletadas pelos colegas ajuda a compreender o conteúdo. "Linkar os temas dá um contexto maior", acrescenta a assessora de tecnologia do Pio XII, Elizabeth Fantauzzi.

No caso do Pio XII, os alunos encontraram outra vantagem: a colaboração de estudantes estrangeiros. O Moon Project, do qual participam os alunos do 7.º ano, compara as observações da Lua feitas em São Paulo com as anotações de crianças da mesma idade, no Texas (EUA).

Fonte: O Estado de S. Paulo/ Laís Cattassini

Twitter e Facebook na escola? "Pode, sim, desde que com cautela", diz especialista

30/05/2011

Em vez de estudar, seu filho/aluno passa muito tempo navegando nas mídias sociais, como o Facebook e o Twitter? Com um pouco de cautela, dá para transformar essas ferramentas, tidas como inimigas dos estudos, em uma forma divertida de entender melhor os conteúdos aprendidos em sala de aula.

Essa é a opinião do especialista em novas tecnologias Oge Marques, professor da Universidade Atlântica da Flórida. Ele esteve no Brasil para uma palestra sobre o tema em Curitiba (PR) na última sexta-feira (27).

 

“Por meio do Twitter, por exemplo, dá para aprofundar a discussão sobre temas da sala de aula e compartilhar vídeos, textos, fotos e outros”, diz Marques. O mesmo pode ser feito pelo Facebook. Com a ajuda da internet, a garotada tem nas mãos um jeito fácil de, sem sair de casa, interagir com professores e colegas para tirar dúvidas e adquirir materiais relativos a trabalhos, lição de casa e avaliações.

Armadilhas virtuais

Só é preciso ter cuidado com as armadilhas virtuais. Por exemplo, as fontes de informações poucos confiáveis, o cyberbullying – maus-tratos ao próximo via internet – e o acesso a conteúdos impróprios. “Para isso, a solução é permitir o uso das mídias sociais num ambiente controlado”, explica Marques.

Mas nem pense em autoritarismo e proibições. “Isso desestimula o uso benéfico das ferramentas”, aponta o especialista. O caminho é discutir o que são e para que servem sites como o Facebook e do Twitter, deixando claras que as consequências que podem trazer para a “vida real”.  Em outras palavras, refletir junto com a moçada em vez de intimidar.

“Este é um desafio também para os adultos”, diz Marques. Afinal, a idade não deixa a salvo os mais velhos de caírem numa fria usando a internet. “No caso da escola, é preciso que os educadores estejam preparados para trabalhar com as mídias sociais em aula.”

Professor mediador

Na era da informação, a função do professor não é mais somente a de apresentar conteúdos prontos. Precisa, sim, ser um mediador – alguém que ensina a melhor maneira de se obter as informações. Isso vale para os pais também. Para isso, é importante estimular a participação ativa dos alunos no processo educacional. “É uma revolução que está tomando lugar aos poucos”, acredita Marques.

Também é essencial levar em conta que muitos jovens nasceram na era da internet, mas nem por isso a dominam completamente. “É comum, por exemplo, que muitos não conheçam bem as opções de privacidade que existem no Facebook”, diz Marques. Portanto, um treinamento técnico prévio pode ser necessário.

Fonte: UOL

Enem 2011 já tem mais de 1,8 milhão de inscritos

30/05/2011

O número de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já passa de 1,8 milhões, segundo informações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O órgão espera que o total de participantes da edição deste ano chegue a 6 milhões. As inscrições seguem abertas até 10 de junho, exclusivamente pela internet.

Segundo a Agência Brasil, até as 18h do dia 27, São Paulo lidera em número de inscritos, com 316 mil, depois vem Minas Gerais (196 mil), Rio de Janeiro (139 mil) e Bahia (137 mil). As inscrições começaram na segunda-feira (23). As provas serão aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro.

Em 2009, o MEC deu início a um projeto de substituição dos vestibulares tradicionais pelo Enem como forma de ingresso na universidade. A partir do resultado da prova, os alunos se inscrevem no Sistema de Seleção Unificada (SISu) e podem pleitear vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país.

A participação no Enem também  é pré-requisito para os estudantes interessados nas bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni). Os benefícios são distribuídos a partir do desempenho do candidato no exame e podem ser integrais ou parciais, dependendo da renda da família.

Fonte: Nota 10

Em 150 municípios brasileiros, apenas 28% dos entrevistados assumem preconceitos

30/05/2011

Esse é um dos dados da pesquisa Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil, realizada pela Fundação Perseu Abramo nos anos de 2008 e 2009, em parceria com a organização alemã Rosa Luxemburgo Stiftung (RLS). O trabalho, coordenado pelo sociólogo da Universidade de São Paulo, Gustavo Venturi, será publicado em livro no mês de junho.

O estudo aponta crescimento da tolerância com minorias, ao registrar que 28% de 2.014 pessoas entrevistadas em 150 municípios brasileiros têm preconceito contra lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros (LGBT). Quando comparado a outras pesquisas sobre racismo ou preconceitos contra idosos, o número é sete vezes maior. Apenas 4% dos entrevistados nesses levantamentos assumiram-se preconceituosos.

"As pessoas se sentem menos constrangidas de assumir o seu preconceito contra gays e lésbicas”, nota Gustavo Venturi.

Foi diante desse quadro de intolerância e urgência de uma política de enfrentamento à  homofobia, que o governo federal suspendeu a distribuição de um kit contra homofobia nas escolas do país. O material foi considerado de um tom não apropriado pela presidente Dilma Roussef, que sofreu pressões da bancada evangélica no legislativo para barrar a distribuição.

Na contramão dessa decisão, a pesquisa apontou como uma das variáveis que mais determina o nível de preconceito das pessoas é a escolaridade. Há uma grande diferença de preconceito entre quem nunca foi à escola e quem concluiu o ensino superior. A educação, por sua vez, é citada pela maioria dos entrevistados como a melhor forma de combater a homofobia.

Venturi avalia que o Estado precisa intervir, "por isso é tão fundamental uma política pública de enfrentamento a essa questão cultural que trata com maior tolerância a homofobia”.

O professor acredita que se o Estado não pode intervir na educação familiar, "deve considerar a educação em um segundo momento, quando as crianças vão para a escola”.

A suspensão do kit também foi criticada pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), que considerou a decisão um retrocesso no combate ao problema.

O pesquisador considera que a "pressão conservadora”, em especial no legislativo brasileiro, é uma reação às conquistas do movimento social LGBT.

"Eles tentam barrar o avanço no legislativo, mas o Supremo (Tribunal Federal), por outro lado, reconhece a união estável homoafetiva”, relembra Gustavo Venturi.

O sociólogo aposta que a mudança no sentido de um reconhecimento dos direitos da população LGBT é inevitável e que o movimento deve fazer-se ainda mais forte. "O padrão heteronormativo nunca foi tão confrontado como está sendo hoje”, avalia.

A pesquisa foi realizada em dois módulos: uma amostragem geral e outra com lésbicas e gays. O segundo módulo de entrevistas revelou um alto índice de preconceito institucional, ou seja, que foram praticados por agentes do Estado. Os entrevistados relataram terem sido submetidos a um tratamento diferenciado por sua orientação sexual pela polícia, em escolas, equipamentos de saúde, dentre outros. "Em um Estado democrático, isso é inaceitável”, afirma o sociólogo.

Como forma de combater essa realidade, Gustavo Venturi assinala quatro frentes: política pública, legislação, controle social da mídia e difusão do conceito de orientação sexual. Sobre essa última, o pesquisador acredita que é preciso difundir a ideia de que as pessoas não escolhem a sua orientação sexual. "Não se trata de uma preferência, mas de uma orientação, de algo que vem de dentro”, afirma

Fonte: Adital

Estudantes sugerem que governo amplie debate com professores e movimento LGBT

30/05/2011

A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) sugeriu que o governo federal amplie o debate sobre o kit anti-homofobia com o Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT), com a Confederação dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e com a própria Ubes. Para o presidente da instituição, Yann Evanovick, o kit é uma boa ideia para combater o preconceito, mas o conteúdo que foi produzido não é o ideal.

“Se a sociedade está questionando, é porque existe alguma falha. É preciso rever isso para que as pessoas não se escandalizem”, disse Evanovick em entrevista ao Portal IG. Ele avaliou que o material, se revisado, será eficaz no combate ao preconceito nas escolas e afirmou que muitos alunos deixam de estudar por causa do bullying. “Todo instrumento que o Estado use para combater o preconceito, seja por racismo, seja contra homossexuais, é bom”.

Evanovick avaliou que o kit contra homofobia tem potencial para combater o preconceito, mas que o conteúdo produzido não é o ideal. Por isso, a Ubes apoiou a presidenta Dilma Rousseff de suspender a distribuição do material nas escolas públicas de ensino médio.

“Assisti aos vídeos. Um deles, no qual o rapaz é bissexual, passa uma mensagem que levaria pessoas que ainda não estão decididas sobre sua sexualidade a adotar o bissexualismo”, disse Evanovick.

A avaliação segue a linha da critica da presidenta Dilma Rousseff, que suspendeu o material na última quarta-feira (25/5). Para ela, a fala de um personagem do vídeo “Probabilidade” sobre o fato que seu interesse em ficar com meninos e meninas dobraria sua chance de encontrar alguém, sugere que bissexualidade seja a melhor opção e não cumpre o objetivo de combater a homofobia. A avaliação da presidenta foi reportada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, em entrevista ao UOL.

“A presidente entendeu que esse material, na opinião dela, não combate a homofobia. Ela entende que ele não foi desenhado de maneira apropriada para promover aquilo que ele pretende que é o combate à violência, a humilhação e a evasão desse público da escola”, disse. Ele afirmou que o kit anti-homofobia deverá estar pronto ainda neste ano para distribuição em 6 mil escolas e que não haverá custos adicionais.

Dilma disse ao Portal IG que não aceita "propaganda de opções sexuais”. “Não podemos intervir na vida privada das pessoas", afirmou durante uma cerimônia no Palácio do Planalto, na última quinta-feira (26/5). A presidenta disse, ainda, que o governo defende a luta contra práticas homofóbicas. “O governo pode, sim, ensinar que é necessário respeitar a diferença e que você não pode exercer práticas violentas contra os diferentes.”

Ela pediu a criação de uma comissão na Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República para avaliar qualquer material que seja produzido por ministérios “que dialoguem com questões relativas a costumes”, segundo o UOL.

Contraponto

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL), assumidamente gay e um dos maiores defensores das causas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis e Transsexuais) na Câmara, discordou da decisão de Dilma Rousseff. “Achei precipitado a presidenta tomar uma decisão sem ouvir os atores em questão. Ela devia ter conhecimento de todos os pareceres favoráveis ao projeto. Os pareces da Unesco, do Conselho Federal de Psicologia, da UNE, e do próprio Conselho de Classificação Indicativa. Não é possível que essas instituições estejam erradas”, avaliou em entrevista ao IG.

Wyllys diz que a bancada evangélica, com o apoio de “setores da imprensa”, detonou uma “histeria coletiva sobre o tema”, por conta da “maneira mentirosa” como a proposta do kit contra a homofobia foi apresentada à sociedade. “[O deputado] Garotinho e companhia apresentaram um material do Ministério da Saúde para a redução de danos entre travestis como se fosse o projeto Escola sem Homofobia. Isso é agir de má fé”.

Ele acredita que a reação da bancada evangélica tem um alvo: o PLC 122 (que criminaliza a homofobia). “Essa campanha já está em curso. Tentam criar uma onda de terrorismo, uma histeria coletiva, como fizeram no segundo turno das eleições.”

Wyllys avaliou que o governo cedeu a pressão da bancada evangélica. “Ficou muito mais fácil de chantagear a presidenta” uma vez que parlamentares contrários ao projeto ameaçaram convocar o ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, para dar explicações sobre o aumento do seu patrimônio na Câmara dos Deputados.

O kit anti-homifobia seria distribuído para alunos do ensino médio, professores e monitores e seria composto por cartilhas e vídeos, com um  manual de uso. As escolas não seriam obrigadas a receber o kit.

*Com informações do UOL, do IG e da Folha Online.

Fonte: Aprendiz

Jovens ocupados querem mudar de emprego, indica pesquisa

30/05/2011

Uma pesquisa elaborada pela Page Personnel, empresa do grupo especializado em recrutamentos Michael Page, indica que 52,9% de profissionais com idade entre 21 e 30 anos querem mudar de emprego em até seis meses.

O principal motivo apontado pelos entrevistados é a busca por melhores oportunidades diante da oferta de bons salários (62,1%).

O levantamento observa ainda que além de metas e desafios claros (41,4%) e promoção de cargo (34,5%), a qualidade de vida (34,5%) também constitui os principais fatores para a movimentação.

Rio de Janeiro e São Paulo

Diferentemente dos paulistas, os cariocas se preocupam mais com a qualidade de vida. O quesito ocupou o segundo lugar na lista de motivos para a troca do trabalho dos profissionais do Rio de Janeiro, com 50%. Em São Paulo, este volume foi de 30,2%, ocupando a quarta colocação no ranking dos paulistas.

Quando o assunto é a permanência dos profissionais no atual local de trabalho, os entrevistados no Rio de Janeiro acreditam que a promoção (20,8%) é o principal motivo. Já para os paulistas, o aumento salarial (25%) tem maior peso na hora da escolha.

Fonte: IG

Aumenta o número de jovens desempregados, registra IBGE

30/05/2011

Embora a taxa de desemprego registrada no mês de abril tenha chegado a 6,4%, o menor patamar para o mês desde 2002, os dados não são nada animadores para os jovens.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a desocupação entre as pessoas de 15 a 24 anos passou de 14,4% para 15%, mais que o dobro da média nacional.

Os números revelam uma contradição do mercado de trabalho: se, por um lado, sobram vagas nas companhias, por outro, não há pessoas qualificadas para preenchê-las.

Na visão de especialistas sobre o assunto, a maior barreira para os jovens é justamente a falta de preparo.

"Eles querem entrar nas empresas, mas não têm a qualificação específica", constatou a analista do IBGE Adriana Belinguy.

Fonte: Estado de Minas

Projeto compila dados de 140 pesquisas em educação e oferece caminhos para melhorar o aprendizado

31/05/2011

O Instituto Ayrton Senna e a ONG Todos pela Educação lançaram recentemente o site Caminhos para Melhorar o Aprendizado. Por meio de um abrangente estudo, o endereço eletrônico visa contribuir para o desenho de políticas públicas mais efetivas na promoção do aprendizado dos alunos, identificando – e se possível mensurando – a magnitude dos seus impactos.

A ferramenta, voltada a pais, gestores públicos e escolares, professores, especialistas e à comunidade em geral, oferece dados sobre condições e fatores intervenientes no processo de aprendizado. As referências foram extraídas de 140 pesquisas científicas nacionais e internacionais.

No endereço eletrônico é possível encontrar informações sobre cinco eixos: recursos da escola, plano e práticas pedagógicas, gestão da escola, gestão da rede de ensino e condições das famílias. Para cada um dos eixos há subitens com dados mais detalhados. No caso de recursos da escola, por exemplo, são abordados a exposição dos alunos ao professor, a situação do professor, a infraestrutura da escola e seus recursos pedagógicos.

O projeto de produção do site, que incluiu o trabalho de pesquisa de dados, teve início em 2007. A iniciativa foi coordenada pelo economista Ricardo Paes de Barros e envolveu 17 pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV/SP), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec-RJ).

Ao todo, cerca de 600 pesquisas foram analisadas pela equipe do projeto para a seleção dos 140 estudos adotados como referência para o projeto.

Fonte: Pauta Social

Bolsas de intercâmbio para alunos de escolas públicas

31/05/2011

O AFS Intercultura Brasil abriu inscrições para bolsas de intercâmbio para alunos de escolas públicas. Ao todo, 11 estudantes serão contemplados para uma temporada de estudos em países como México, Hungria, República Tcheca, Panamá, Turquia, Eslováquia, Tailândia, Costa Rica, República Dominicana, Argentina e Hong Kong.

A iniciativa é destinada a alunos de ensino médio, com idades entre 14 e 17 anos, com bom desempenho escolar e com renda familiar comprovada de até quatro salários mínimos. A bolsa corresponde a um ano letivo, com embarque previsto em 2012.

Além da mensalidade escolar, a iniciativa inclui suporte 24h durante o intercâmbio, passagem internacional de ida e de volta, hospedagem e alimentação em casa de família voluntária, seguro saúde com cobertura de até US$ 1 milhão, transporte e material escolar.

Os interessados devem fazer a sua inscrição no site www.afsbolsas.org.br. O AFS Intercultura Brasil é uma instituição não-governamental, sem fins lucrativos, que conta com mais de 1.000 voluntários ativos em todo o país.

Fonte: Agência Estado

Site do Projeto Guri permite a internauta produção musical de baixo custo

31/05/2011

Elder da Silva Souza tem 12 anos, mora em Pirassununga (SP). Estuda trompete, adora rock e música clássica. E já gravou com Arnaldo Antunes. Ele e outros meninos que estudam música por meio do Projeto Guri, uma ação do Governo do Estado de São Paulo que atende 51 mil alunos no interior do Estado, participaram da mais nova iniciativa para conseguir financiamento de pessoas físicas ao projeto educacional: o site Mixer Guri (www.mixerguri.org.br), plataforma que permite ao internauta montar uma música ao custo que poderá variar de R$ 0,50 a R$ 16.

Além do cantor e poeta Arnaldo Antunes e de vários "guris" e "ex-guris", também participaram do projeto instrumentistas como o percussionista Naná Vasconcelos, o guitarrista Edgard Scandurra, o multi-instrumentista e produtor Antonio Pinto, Jaques Morelenbaum, Siba, Fernando Catatau, Toninho Ferragutti, Teco Cardoso, Guilherme Kastrup e grupo Ensemble.

Segundo Alessandra Costa, diretora executiva da Associação Amigos do Projeto Guri, a ideia foi ampliar a captação de recursos, que já recebe ajuda de empresas privadas e de pessoas físicas na faixa dos 40 anos. Mas com essa iniciativa, a direção do projeto avalia que será possível ampliar a captação de recursos, principalmente, entre os mais jovens.

Após pressão do produtor Antonio Pinto, foi gravada uma música que servirá como modelo e que poderá  ser desconstruída pelos internautas. Segundo Alessandra, a ideia nem era a de divulgar uma música pronta, mas na conversa on-line com jornalistas realizada hoje, Antonio explicou o motivo de sua pressão: "É como se a internet fizesse remédio que cura o careca. Mas o careca não sabe. A canção foi a maneira de explicar para o careca que existe o remédio", brincou o músico.

Outro ponto positivo do projeto é fortalecer a ideia da construção musical sem barreiras e a desmistificação, difícil de se dissipar, dos abismos entre a música erudita e popular. Para Antonio, essa barreira já foi quebrada há muito tempo, mas reconhece que essa visão ainda existe em cabeças "quadradonas" e em lojas de disco.

Divisão

"O bolo dá para todo mundo", explicou Naná, cujo último disco, "Sinfonia & Batuques", funde erudito e popular, como ele definiu, criando um terceiro elemento. "Eu junto sinfônica com maracatu do Recife. É isso que vai dar uma terceira coisa, o que nossos filhos e netos estão querendo. É bom ter essa janela aberta", completa.

"Do ponto de vista de política publica, é um dos papéis do Estado criar essas 'portas' e 'janelas', essas comunicações entre mundos diferentes. Não abandonamos a música erudita, mas como política pública temos visão que tem que se transitar entre diversos espaços", completa Alessandra Costa.

Para jogar, o internauta deve acessar o menu "faça sua música" no site www.mixerguri.org.br. Escolher as combinações de instrumentos e vozes, num total de 64 trechos, que podem ser misturados de várias maneiras. De acordo com o release, "para se inspirar, o usuário pode conferir um clipe com a música base, que indica alguns caminhos que cada um pode percorrer para criar sua própria música".

Fonte: Agência Estado

2ª Conferência Nacional de Juventude mobiliza comissões em estados e municípios

31/05/2011

A comissão organizadora da 2ª  Conferência Nacional de Juventude estabeleceu, em sua última reunião, na quinta-feira (26/5), os prazos para as etapas estaduais e municipais, que são preparatórias para o evento. Os gestores têm até 17 de junho para estruturar comissões e chamar jovens para participar. Os regimentos internos, com as instruções de como cada comissão vai funcionar, deverão ser publicados até 1º de julho.

“O processo para a construção da conferência é piramidal. Deve ser organizado, primeiramente, pelo poder executivo nos municípios e estados, nas chamadas conferências regionais, para começar a ouvir os jovens”, explica o presidente do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), Gabriel Medina, também militante do Fórum Nacional de Movimentos e Organizações Juvenis (Fonajuves).

Ele ressalta que, se não houver conferência em determinado local, é possível que a própria sociedade organize uma. Essas reuniões, chamadas conferências livres – que já ocorreram na 1ª Conferência, em 2008 – fazem parte de um processo desburocratizado, pelo qual o próprio jovem pode organizar discussões. O presidente do Conjuve ressalta que se engajar no processo é importante. “Nenhum setor da sociedade ganhou direitos, eles tiveram que ser conquistados”, diz.

Um dos objetivos da conferência é  a discussão de temas que normalmente não ganham destaque na sociedade. “Parece que falar dos problemas do jovem é necessariamente dialogar sobre droga e falta de responsabilidade”, analisa Medina. Para ele, questões como falta de planejamento de vida, pobreza extrema, trabalho precarizado e ingresso na universidade deveriam ser mais abordadas.

A 2ª Conferência de Juventude acontecerá na capital federal entre 9 e 12 de dezembro deste ano. O lançamento oficial do evento será em Brasília (DF), em 7 de junho, às 14h, no Palácio do Planalto. Autoridades governamentais, parlamentares, movimentos e entidades da sociedade civil deverão estar presentes.

No mesmo dia, a partir das 18h, haverá  uma reunião com a juventude partidária, envolvendo todos os partidos, com o objetivo de mobilizar esse público na organização da conferência.

A portaria do Regimento Interno do evento nacional já foi assinada pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto de Carvalho. O documento foi publicado, no início de maio, no Diário Oficial da União.

Discussões

As principais discussões da conferência devem girar em torno da aprovação do Plano Nacional e do Estatuto da Juventude, ambos em tramitação no Congresso Nacional.

Segundo o deputado federal Reginaldo Lopes, que participa da comissão organizadora pela Frente Parlamentar da Juventude da Câmara Federal, mesmo que o Plano seja aprovado pela Câmara antes da conferência, vale a pena debater possíveis modificações no documento, que ainda será avaliado pelo Senado.

Fonte: Conjuve

Iniciativas fortalecem políticas públicas e o investimento social na infância e adolescência

31/05/2011

O matemático e escritor inglês Lewis Carroll certa vez escreveu: “quando não se sabe aonde se quer chegar, qualquer caminho serve”. Quando se olha para o terceiro setor, não é incomum organizações e voluntários querendo fazer o bem, mas que batem cabeça na hora de realizar ações, pois não têm clareza sobre o terreno em que andam.

A boa notícia é que existem organizações que não pensam simplesmente no fim de seus projetos, mas em formas de fortalecer políticas públicas e o próprio investimento social privado. Longe da prerrogativa de que informação é propriedade privada, cada uma dessas organizações lança produtos voltados para o benefício coletivo.

O primeiro exemplo – e o mais assertivo – foi lançado pelo Instituto Desiderata. Bebendo de diversas fontes de informação – administração pública e privada – a organização criou um sistema online de indicadores educacionais para acompanhar qualidade do ensino fundamental no Rio de Janeiro.

A complexidade dos dados, colocada de forma didática, permite a qualquer leitor visualizar, pelas 33 regiões administrativas do município, os indicadores educacionais de um universo de mais de 400 escolas de ensino fundamental. Qual a região com mais repetência de estudantes? Que escolas possuem um laboratório de informática? Onde existem mais alunos? População versus professores.... Enfim, a agulha do palheiro para quem olha para o mapa da educação.

Entenda-se aqui que, para a criação do produto final, foram inseridos indicadores de rendimento (aprovação e reprovação), de situação dos alunos (abandono e distorção de idade) e de desempenho (Prova Brasil e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - Ideb). Some-se a isso um levantamento da infra-estrutura por escola.

“O nosso objetivo é que ele seja usado pela gestão pública, em primeiro lugar, incluindo aí a própria escola, que pode se ver naquela região em que ela está inserida, no enfrentamento de suas questões. Tal como para o investidor privado, que pode refinar sua ação, sendo um farol”, afirma a diretora do Instituto Desiderata, Beatriz Azeredo.

Muito além de ser um farol para investimentos fluminenses, o que Beatriz mostra é um potencial investimento em outras regiões. Levar a mesma expertise não necessita de adaptação ou alinhamento cultural. Tratam-se de dados empíricos, que podem ser sistmatizados em diferentes locais, basta aplicar a metodologia desenvolvida pelo instituto.

Na lupa disponibilizada pelo instituto, por exemplo, é possível constatar quais as escolas que baixam o desempenho de determinado local. Por isso, esses números permitem desenvolver um plano de ação que leve em conta as desigualdades internas das regiões administrativas.

“O sistema pode avaliar, de um lado, as políticas públicas e, de outro lado, as parcerias com o setor privado”, defende Beatriz. A iniciativa tem apoio irrestrito da Secretária Municipal de Educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin, que compareceu ao lançamento do sistema.

Infância e adolescência em SP

Enquanto no Rio de Janeiro o tema é  Educação, em São Paulo é o atendimento e proteção a crianças e adolescentes. Na última semana, a Fundação Telefônica firmou parceria com a SEDS - Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, de São Paulo, para integrar sistemas de informações para esse público.

O objetivo da parceria é fortalecer a rede de atendimento e proteção a crianças e adolescentes, por meio da integração dos sistemas de dados Pró-Social (do Governo de São Paulo) e Redeca (desenvolvido pela Fundação).

Na prática, a expectativa é que as informações a respeito do público infanto-juvenil atendido por instituições públicas e privadas sejam ampliadas e atualizadas, para fornecer um painel completo dos serviços disponíveis de assistência social, saúde, educação e outras áreas, relativas ao seu desenvolvimento humano.

“Os dados consolidados são um rico insumo para secretarias de assistência social e Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente elaborarem diagnósticos e planos de ação”, afirma a gerente de Projetos da Fundação, Gabriella Bighetti.

Segundo ela, os investidores sociais privados que forem investir via Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente farão uma inversão mais estratégica na medida em que os conselhos tenham esses planos de ação definidos, a partir de um diagnóstico feito sobre uma base real de informações.

“O sistema será capaz de mostrar um retrato de todo o atendimento que é realizado para cada criança e cada adolescente do município, em todas as áreas (educação, saúde, assistência social, encaminhamentos a organizações etc), evidenciando também as carências e, portanto, as oportunidades de intervenção social”, argumenta.

O Redeca foi concebido há três anos pela Fundação Telefônica em conjunto com oito municípios paulistas. Trata-se de um sistema desenvolvido em software livre que cria e gerencia um banco de dados, através do qual cada criança tem um registro único, com todo o atendimento que recebe. A carga inicial de informações do Redeca provem do Cadastro Único, do governo federal.

Ao ser implantado pelo município, o sistema passa a receber dados das entidades participantes de toda a rede de proteção aos direitos de crianças e adolescentes. Isso ocorre de forma independente, ou seja, sem qualquer interferência da Fundação Telefônica, que é apenas a promotora do sistema de informações e não gerencia as diversas redes municipais que forem sendo implantadas.

Bem-Estar

Outra iniciativa que tem rendido frutos é a realizada pela Rede Nossa São Paulo, que elaborou um conjunto de indicadores que reúnem também aspectos subjetivos sobre as condições de vida em São Paulo. Trata-se do IRBEM (Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município), voltado para orientar ações de empresas, organizações, governos e toda a sociedade, considerando como foco principal o bem-estar das pessoas.

Para saber: na última pesquisa (feita com 1.512 entrevistados) realizada pela iniciativa, em janeiro deste ano, a percepção do paulistano sobre seu bem-estar na cidade tem melhorado, mas pouco, a cada ano. Em relação à mesma pesquisa feita no ano de 2009, o aumento na avaliação dos itens que compõem a sondagem foi de 4,8 para 5 -10 é a satisfação total.

"Se os índices sempre aumentarem assim, de décimos em décimos, ainda vai levar muito tempo para chegarem pelo menos à média de satisfação", diz Márcia Cavallari, diretora do Ibope, que conduziu a pesquisa.

Fonte: Gife

Educação profissional gratuita vai qualificar 5,6 mil em Goiás

01/06/2011

Os goianos de 16 cidades poderão qualificar-se, a partir de julho, em sete cursos técnicos oferecidos gratuitamente pelo Programa de Educação Técnico-Profissional a Distância de Goiás.

A iniciativa do governo do Estado, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), foi lançada ontem, no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, com a presença de autoridades do governo de Goiás, prefeitos e representantes da área de educação.

O projeto custará  R$ 12 milhões em recursos federais e estaduais e vai ofertar 5,6 mil vagas. Serão R$ 4,5 milhões investidos em material didático e capacitação de pessoal, R$ 7 milhões para a remuneração dos tutores bolsistas e R$ 500 mil para a estruturação dos núcleos de Anápolis e Goiânia.

Além das duas cidades, as 5.600 vagas serão distribuídas nos municípios de Aparecida de Goiânia, Pirenópolis, Ceres, Goianésia, Uruaçu, Porangatu, Posse, Formosa, Catalão, Morrinhos, Jataí, Rio Verde, Luziânia e Iporá.

Os interessados poderão escolher entre as áreas de Administração, Contabilidade, Logística, Secretariado, Hospedagem, Multimeios Didáticos e Informática.

Cada pólo de aprendizagem terá turmas de 50 alunos por curso, com aulas ministradas por tutores presenciais, que irão acompanhar a aplicação do conteúdo. Os tutores a distância ministrarão cursos técnicos e receberão bolsas de R$ 700 a R$ 1.500, de acordo com o nível de atuação e formação profissional.

As primeiras 600 vagas já foram preenchidas em maio, a partir de um processo seletivo, e as aulas começam no fim de junho. Os outros cinco mil passarão por seleção mês que vem e seu ano letivo começa em agosto.

Além das aulas a distância, os cursos incluem aulas presenciais realizadas nos centros de educação profissional vinculados à Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec). O estudante deve ter, no mínimo, 16 anos completos e ter concluído o ensino médio para matricular-se. Pela internet, é obrigatória a disponibilização de 20 horas semanais ao curso, sendo que os encontros presenciais ocuparão 20% da carga horária total.

Para o secretário de Ciência e Tecnologia, Mauro Faiad, o programa será um instrumento essencial para o desenvolvimento do Estado e para a diminuição das desigualdades econômicas e sociais.

Módulos atendem a carências de cada área

O secretário-chefe da Casa Civil, Vilmar Rocha, que representou o governador Marconi Perillo no lançamento do programa, ressaltou a importância de unir forças estaduais e federais para alcançar resultados sociais. "Nós amadurecemos no Brasil para não ter restrições partidárias ao interesse público da sociedade. Se é interesse da sociedade, os governos têm que fazer parcerias e ter uma visão de cooperação", argumentou.

Os cursos foram escolhidos após um estudo realizado por técnicos da Sectec, que encontrou carências em diversas áreas. "Nós estaremos agora com sete cursos e posteriormente contemplaremos outras cidades com outros cursos. Todas as pessoas interessadas em se qualificar podem se inscrever. São cursos gratuitos, basta que o aluno inscreva e passe por um processo seletivo", explica o secretário de Ciência e Tecnologia, Mauro Faiad.

Ele também apresentou dados da PNAD 2007, pesquisa realizada pelo IBGE, que revelam a carência de cursos profissionalizantes no País. "A maior parte dos cidadãos que estão fora do mercado de trabalho nunca frequentou um curso de qualificação profissional. Isso tudo mostra a necessidade de oferecermos cursos de educação profissional gratuitos", reforçou.

O presidente da Assembleia Legislativa, Jardel Sebba, lembrou que durante a instalação da Mitsubishi em Catalão os ocupantes dos melhores empregos foram buscados fora do Estado, porque o município não possuía mão de obra qualificada. "Em Catalão, a Mitsubishi estará investindo nos próximos cinco anos R$ 1 bilhão, aumentando de 3,5 mil a 5 mil empregos diretos e indiretos. E nós temos uma carência muito grande de mão de obra. Com esse programa, o problema poderá ser resolvido ou pelo menos minimizado.

"Os moradores da região sudeste, que poderiam ocupar os melhores empregos, ficaram de fora. Agora, com esse investimento, eu gostaria que tivesse justiça  para os nativos, que os moradores daquela área possam ficar com os melhores empregos", concluiu o presidente da Assembleia.

Fonte: Diário da Manhã - GO

Prêmio Itaú-Unicef prorroga inscrições até 15 de junho

01/06/2011

O objetivo do prêmio, iniciativa da Fundação Itaú Social e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) é reconhecer e estimular o trabalho de organizações sem fins lucrativos que contribuam em articulação com políticas públicas de educação e assistência social, para ampliar a aprendizagem de crianças, adolescentes e jovens.

Podem se inscrever organizações sociais de todo o Brasil. Em outubro, serão indicados até 32 projetos finalistas, um de cada porte por regional.

Esses finalistas, após receberem visita técnica, serão considerados vencedores regionais e cada um receberá R$ 20 mil.

Na etapa final, as organizações responsáveis pelos quatro projetos vencedores nacionais receberão mais R$ 80 mil cada. Haverá ainda um grande vencedor, cujo valor do prêmio é R$ 180 mil. A premiação nacional será realizada em novembro.

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis nas agências do Banco Itaú, nos escritórios do Unicef e no site do concurso.

http://www.premioitauunicef.org.br/

Fonte: Pauta Social

Jovens da Guatemala se mobilizam por aprovação da Lei Nacional de Juventude

01/06/2011

O Centro de Ação Legal para os Direitos Humanos (Caldh) e organizações de juventude da Guatemala divulgaram um comunicado convocando para conferência de imprensa, nesta terça-feira (31), para falar sobre a exigência da aprovação da Lei Nacional de Juventude. O projeto, que passou em abril de 2010 pela segunda de três leituras no Parlamento, propõe garantir os direitos dos jovens, assim como a sua participação na elaboração de políticas públicas.

Na Guatemala, a maioria da população tem entre zero e 25 anos. Entretanto, o Caldh avalia que a juventude está em grande desvantagem frente a outros setores nacionais, porque não há uma lei que lhes reconheça como tais e lhes garanta seus diretos frente ao clima de violência que vive o país.

Com a campanha eleitoral já  iniciada, os jovens organizados esperam uma resposta positiva dos deputados com a aprovação da Lei, considerando que, nestas eleições, 44% dos votantes terão entre 18 e 35 anos. No caso da resposta ser negativa, o movimento juvenil fará um chamado para que não se vote por certos partidos no próximo dia 11 de setembro, data da eleição presidencial.

Além da normativa, os jovens demandam ao Congresso que lhes seja designado um orçamento entre 30 e 40 milhões de quetzales (3,94 e 5,26 milhões de dólares) para contar com uma secretaria e um conselho, nos quais se discutam e se implementem as políticas públicas a favor da juventude.

Com informações da imprensa internacional.

Fonte: Adital

Programa de Educação no Trânsito conscientiza 800 mil alunos brasileiros

01/06/2011

Um programa criado em Curitiba em 2006 tem contribuído para melhorar a educação no Trânsito. Trata-se do  “Se Essa Rua Fosse Minha”, criado em 2006 pelo empresário curitibano Faruk El-Khatib, diretor da Editora Fama. O trabalho consiste na distribuição de materiais didáticos sobre o bom comportamento no trânsito para estudantes e docentes de escolas municipais.

O kit, composto por um livro do aluno, um livro dos pais e outro dos professores, um manual de instruções, DVD, um jogo da memória, um cartaz, uma bolsa de material reciclável e um certificado de conclusão de curso, incentiva o respeito e civilidade nas ruas.

De acordo com Faruk, o programa aparece como o mais completo já visto no país, sobre o tema ao qual se propõe a abordar. Dentre os seus diferenciais está o tempo de duração: durante cerca de oito meses, temas como leis de trânsito, dicas para pedestres, comportamento adequado dentro dos veículos, cuidados no transporte escolar, atenção na entrada e saída de escolas, atenção em locais onde a sinalização é precária, preservação do meio ambiente, segurança na hora de se divertir e exercícios de cidadania são abordados em sala de aula. Além disso, é disponibilizada uma cartilha para os pais, que também aprendem sobre o tema.

“Além disso, para aplicar o programa aos alunos, os professores recebem uma capacitação para melhor aproveitamento do material durante a grade curricular”, explica Faruk. “O programa atinge diretamente os alunos do 1.º ao 9.º ano do ensino fundamental e indiretamente os educadores, pais, transportadores escolares e a comunidade em geral”, afirma.

Durante dez anos o empresário Faruk pesquisou e avaliou os dados do trânsito brasileiro e se deparou com números preocupantes. “Os assustadores números de mortes e acidentes me motivaram a criar algo nessa área”, explica.

Atualmente, os números do “Se Essa Rua Fosse Minha” no Brasil são bastante expressivos: 800 mil alunos atendidos, mais de 120 municípios beneficiados e mais de 3.500 professores capacitados desde 2006. As perspectivas são igualmente otimistas: o programa deverá ultrapassar a marca de um milhão de alunos até o final de 2011.

Fonte: Nota 10

Conselho da Criança e do Adolescente de São Paulo oferece 20 vagas para sociedade civil

01/06/2011

O Conselho Estadual da Criança e do Adolescente (Condeca) de São Paulo está com inscrições abertas para representantes da sociedade civil que desejaem exercer a função de conselheiro no biênio 2011/2013.

As inscrições para preencher 20 vagas se iniciaram no dia 9 de maio e vão até 6 de junho.

Podem candidatar-se às vagas pessoas indicadas por entidades de atendimento, defesa e proteção à criança e ao adolescente e movimentos sociais comprometidos com a causa da infância e da adolescência. Os interessados devem apresentar documentos que comprovem a atuação na causa e idoneidade pessoal.

A lista final de eleitores e candidatos credenciados será publicada no Diário Oficial do Estado, site e sede do Condeca-SP, até 30/06/11. A data da eleição será divulgada posteriormente em edital.

As inscrições devem ser protocoladas em envelope lacrado na sede do Condeca-SP, na Rua Antonio de Godoy, 122, 7º andar – CEP 01034-000, São Paulo/Capital, podendo ser postadas via sede, ou equivalente, estando os documentos em envelope lacrado, desde que o comprovante de postagem esteja dentro do prazo, até 06/06/11.

Fonte: Conjuve

Mato Grosso realizará conferências de juventude em 11 pólos regionais

01/06/2011

A Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social do Mato Grosso recebeu na manhã de segunda-feira (30.05) representantes de várias instituições vinculadas ao segmento da juventude de Mato Grosso. O objetivo da reunião foi discutir as conferências regionais que serão realizadas em 11 regiões do estado.

Os encontros regionais servirão de base para fomentar os assuntos que serão debatidos na 2ª Conferência Regional da Juventude. O governo pretende verificar as necessidades de grupos jovens de diferentes localidades do estado e do país, incluindo as comunidades rurais, quilombolas e indígenas.

O presidente do Conselho Nacional da Juventude, Gabriel Medina, esteve presente na reunião e declarou estar satisfeito com o resultado do encontro. “Sabemos que Mato Grosso possui várias complexidades, em razão do seu tamanho geográfico e da diversidade de sua população. Todavia, estamos satisfeitos em ver que o Governo possibilitou a construção de um trabalho conjunto com os vários atores da juventude do estado, no tocante ao planejamento e execução da 2ª Conferência Nacional da Juventude”, disse Medina.

Para o secretário adjunto de Assistência Social da Setecs-MT, José Rodrigues Rocha Júnior, que presidiu a reunião, os encontros também serão uma oportunidade de debater a implementação do Projeto “Inclusão Produtiva no Mundo do Trabalho”, uma ação que prevê a continuidade da formação profissional dos 7,2 mil jovens que participaram do Programa ProJovem Urbano, no ano passado. “O governo do Estado está à disposição das lideranças juvenis para dialogar sobre o desenvolvimento de políticas públicas que contemplem as pessoas entre 18 e 29 anos”, afirmou o secretário.

Comissão Estadual

Durante a reunião foi acordado também que será criada a Comissão Estadual da Juventude de Mato Grosso, que será formada por 18 membros, sendo nove oriundos de instituições governamentais e nove da sociedade civil organizada. Entre as atribuições da comissão estadual está a elaboração do regimento interno da instituição. Os membros da entidade poderão ainda articular a organização de conferências em cada um dos municípios de Mato Grosso no mês de agosto.

Fonte: Conjuve

Estudantes surdos aprendem mais em escolas bilíngües

01/06/2011

Crianças e jovens surdos aprendem mais e melhor quando frequentam escolas bilíngues. É o que mostra pesquisa do professor da Universidade de São Paulo Fernando Capovilla, que desde 2001 vem avaliando surdos entre seis e 25 anos.

No estudo, alunos surdos são submetidos a testes de compreensão de leitura, vocabulário e memória. Entre os 9,2 mil já avaliados, os melhores resultados foram dos que frequentaram escolas bilíngues, onde os alunos são surdos e, em muitos casos, os professores também, exigindo o maior uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Psicólogo, Capovilla defende ensino em tempo integral e alfabetização em Libras, o que auxilia na leitura labial e na apreensão gradativa do português como segunda língua. Por isso, as aulas para as crianças surdas deveriam ser integralmente em Libras até o 7º ano do ensino fundamental, quando já se adquiriu mais vocabulário.

Ele é  a favor de uma "inclusão programada", na qual alunos surdos só convivem com os demais quando já conseguem se comunicar por Libras, português escrito e leitura labial.

Para ele, o modelo de ensino do Ministério da Educação para surdos em escolas regulares é equivocado. Ele entende que a cultura surda é depreciada, intérpretes escolares não têm formação adequada e o tempo para aprender Libras é pequeno.

Fonte: Diário Catarinense – SC

Estudantes portadores de deficiência carecem de estruturas acessíveis em universidades

01/06/2011

Apesar de estarem na vanguarda da educação no país, as principais universidades públicas do Rio de Janeiro ainda sofrem com problemas de acessibilidade. Estudar em uma faculdade pública pode se tornar uma via crucis para muitos alunos que necessitam de opções acessíveis para terem autonomia no espaço acadêmico.

A principal universidade pública do estado, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com quase 50 mil estudantes, sendo 35 mil apenas de graduação, é uma das que mais carece de estrutura acessível. Segundo dados da própria instituição, são cerca de 1.500 alunos com algum tipo de deficiência, apesar de também constarem neste número candidatos aprovados que, na ocasião do vestibular, estavam com pernas e braços engessados, por exemplo.

Segundo o Núcleo Interno de Acessibilidade (NIA) da UFRJ, obras para adaptar os ambientes universitários a portadores de deficiência já estão sendo feitas e a previsão inicial de conclusão é em 2014. Apesar disso, a três anos da data, pouco já se viu de modificações nos prédios da Ilha do Fundão e nos mais de 10 imóveis pertencentes à universidade em todo o estado.

No entanto, a falta de acessibilidade na UFRJ e em outras tantas universidades públicas é um problema legal. De acordo com a portaria 3284 do Ministério da Educação de 7 de novembro de 2003, os requisitos de acessibilidade do ambiente acadêmico fazem parte dos itens a serem avaliados para "autorização e credenciamento" de universidades, bem como para renovação e abertura de cursos superiores.

Na UFRJ, um projeto piloto é realizado na Faculdade de Letras e na Escola de Serviço Social. Estas são as primeiras unidades a receberem modificações estruturais que aumentem a acessibilidade dos alunos. Um dos principais obstáculos para o avanço em outras unidades é o tombamento. Muitos prédios históricos, como o da Escola de Música, na Lapa, e o Palácio Universitário da Praia Vermelha, que abriga cinco unidades acadêmicas, são tombados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e, por isso, não podem receber alterações em sua estrutura original.

Para o analista de sistemas, Eduardo Câmara, 35 anos, que é deficiente físico e foi aluno da UFRJ até 2004, o tombamento do patrimônio não pode ser um impedimento para o acesso de pessoas com necessidades especiais.

"A preservação do patrimônio não pode chegar ao ponto de impedir o acesso das pessoas", disse Eduardo, que foi baleado após um assalto no fim do ano de 1998, e se locomove através de uma cadeira de rodas. Na época, Eduardo, que estudava no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), enfrentava dificuldades em ter aulas no segundo andar do prédio e não haver elevadores para sua locomoção. Além disso, faltava estrutura para atividades usuais como ir ao banheiro e almoçar.

"Foi muito chato quando voltei à universidade após o acidente, porque você perde muito da sociabilização. Rolou um afastamento do resto do grupo. Eu não conseguia almoçar com eles, porque o acesso era através de escadas. Não conseguia assistir aulas em um determinado laboratório, porque eram no segundo andar do prédio. Minha sorte era de que o NCE era um dos únicos locais da faculdade com banheiro adaptado naquela época", contou o cadeirante.

Eduardo acrescenta que uma das opções que lhe restava era ser carregado por outras pessoas. No entanto, ele lembra que além de ser constrangedor, o ato pode ser perigoso para quem sofre de uma lesão medular. Autor de um blog para cadeirantes, ele reconhece que houve melhorias nos últimos anos, mas diz que ainda é pouco para se garantir a acessibilidade.

"A realidade na UFRJ é  muito ruim para quem é cadeirante ou para quem tem outras dificuldades de locomoção. Lá dentro consegue ser um pouco pior do que o mundo aqui fora", garante.

Atualmente, a Universidade Federal Fluminense (UFF) também realiza um projeto para aumentar a acessibilidade em seus campi, assim como a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Esta, apesar de possuir rampas e elevadores, ainda precisa se adaptar a portadores de deficiências visual e auditiva.

Alunos encontram maior acessibilidade em instituições privadas

Na contramão de muitas universidades públicas, algumas faculdades privadas têm seguido a recomendação do MEC. Luciano Alves é um exemplo disso. O aluno de 24 anos cursa jornalismo em uma instituição privada do Rio. Segundo ele, reuniões mensais são realizadas para atender as necessidades dos portadores de deficiência da instituição.

"Antes de entrarmos, não havia acessibilidade nenhuma. A universidade fez uma estrutura plana no pático e levou a biblioteca para o térreo. Tivemos a atenção da direção para que orientássemos como a faculdade poderia nos atender melhor", disse ele, que é tetraplégico. Para ele, medidas simples como a implantação de elevadores, o alargamento das portas e o abaixamento de maçanetas facilitam a mobilidade de universitários com problemas de locomoção, por exemplo.

Muitos universitários chegam a desistir de concluir as graduações por falta de estrutura. Luciano Alves afirma que a capacitação dos estudantes passa pela acessibilidade do ambiente de ensino. "Aqui no Brasil é muito difícil falar de educação para pessoas com deficiência. É fundamental que as universidades desenvolvam uma boa estrutura, para que não haja necessidade de assistencialismo aos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade é o paradigma das pessoas com deficiência", finaliza.

Fonte: O Dia - RJ

Aprovado fundo do Mercosul para financiamento educacional

02/06/2011

Entrou em vigor no Brasil, em 19 de maio, o Fundo de Financiamento do Setor Educacional do Mercosul (FEM), destinado a financiar programas e projetos do Mercosul que fortaleçam o processo de integração regional. O FEM deve apoiar programas de mobilidade de estudantes e professores entre os países do bloco, por meio da oferta de bolsas de intercâmbio.

O fundo assume o papel de estimular a integração acadêmica entre os sócios. Além dos estados-partes do Mercosul — Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai —, podem participar do FEM os associados Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.

O capital do FEM será constituído por contribuições dos países-membros e dos associados, por rendimentos e por repasses extraordinários de terceiros países, de outros organismos e do setor privado. As contribuições iniciais previstas para o fundo estão estimadas em US$ 1 milhão. Cada estado-parte deve fazer uma contribuição anual antes do encerramento do primeiro semestre de cada ano.

Aprovado pelo Conselho do Mercado Comum (CMC), órgão decisório do Mercosul, o fundo será administrado por um organismo especializado, selecionado na reunião de ministros de educação. Esse conselho de ministros também definirá a distribuição de recursos para os programas.

O FEM foi criado pelo Decreto n.º  7.484, de 18 de maio último.

Fonte: Nota 10

Manifestação online pela educação atrai mais de 170 mil adeptos

02/06/2011

Marcado para 12 de junho, o “Protesto no Facebook a favor da educação no Brasil” já possui 175 mil confirmações. Segundo o texto do evento, nessa data, os usuários são convidados a usar a imagem do movimento e a postar “#QueroEducação” no perfil de suas redes sociais.

Inspirado pelo vídeo da professora Amanda Gurgel, visto por mais de um milhão de pessoas pelo YouTube, o organizador do evento e diretor de marketing, Rodrigo Gabriel Pires (ou só RG, como ele se apresenta na internet), afirma que o objetivo do movimento é “unir as pessoas que valorizam a educação”. De acordo com ele, grande parte dos problemas enfrentados hoje no Brasil poderia ser solucionada através da educação, “por isso, é preciso chamar a atenção para a causa”.

Desde que foi criado, no início de maio, o protesto virtual tem recebido diversos pedidos para que aconteça também nas ruas das principais cidades do país. Em resposta a essa demanda, Rodrigo tem articulado com pessoas e organizações uma ação que deve acontecer em 31 de julho. “Ainda estamos conversando sobre essa possibilidade, mas a tendência é que o protesto saia do virtual e se torne real”, declarou ele.

Site: http://www.facebook.com/#!/event.php?eid=172272626159522

Fonte: Aprendiz

Revista Veras amplia debates e reflexões sobre ensino e aprendizagem

02/06/2011

O Instituto Superior de Educação Vera Cruz (ISE) lança a Revista Veras, um periódico semestral, em formato digital, voltado à divulgação de estudos e reflexões no campo da educação. O lançamento faz parte do VII Encontro de Educação e Cultura que o ISE promove em sua sede, em São Paulo, até amanhã, dia 3. O evento é destinado ao aperfeiçoamento de educadores, tendo como tema “Cultura escolar: em busca da diversidade”.

Veras está no endereço www.veracruz.edu.br/ise/revistaveras, apresentando-se como espaço aberto “a todos os autores que quiserem compartilhar da discussão e da análise da educação na atualidade”. A revista eletrônica não se restringe a um segmento educacional específico: “... todos os níveis de ensino, como todos os aspectos que envolvem o ensino e a aprendizagem, podem ser contemplados, por meio de reflexões que contribuam para uma ampla e diversificada abordagem da problemática educacional contemporânea”.

Em seu primeiro número, Veras apresenta artigos sobre o direito à educação, com foco na educação especial tanto de alunos superdotados quanto daqueles portadores de deficiências. Outros textos discutem a questão da autoria na produção de textos e a formação teórica do professor. Há ainda um relato da experiência do projeto Ilha de Vera Cruz, que atende comunidades carentes na modalidade EJA (Educação de Jovens eAdultos), e uma resenha sobre a obra  da antropóloga francesa Michele Petit, Os jovens e a leitura – uma nova perspectiva (Editora 34).

Cultura das brincadeiras

No Encontro de Educação e Cultura, destaca-se o tema do último dia, “Brinquedos e brincadeiras das crianças brasileiras”, apresentado pela educadora Renata Meirelles, que desde 1994 pesquisa brincadeiras de diferentes regiões brasileiras. Ela é idealizadora do Projeto BIRA – Brincadeiras Infantis da Região Amazônica, um projeto de intercâmbio lúdico em comunidades ribeirinhas e indígenas da Amazônia, e autora do livro “Giramundo e outros brinquedos e brincadeiras dos meninos do Brasil”, publicado em 2007.

No evento do ISE, Renata promoverá  uma oficina para mostrar a cultura da infância do ponto de vista da própria criança. Produções, saberes e anseios, de crianças de Norte a Sul do Brasil, serão apresentadas em imagens. Na sequência, as discussões serão coordenadas pelo fundador da ONG Doutores da Alegria, Wellington Nogueira, que é também professor do curso de pós-graduação em Educação Lúdica do ISE Vera Cruz.

Fonte: Onda Jovem/ ISE Vera Cruz

Prêmio estimula estudantes e professores a produzir textos científicos

02/06/2011

Nesta quarta-feira (1º), a Secretaria de Políticas para as Mulheres lançou o 7° Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, com inscrições abertas até 16 de setembro pelo site:http://www.igualdadedegenero.cnpq.br/.

A função do concurso é estimular estudantes da rede pública e privada a produzir textos científicos e a ter uma reflexão crítica sobre as desigualdades entre mulheres e homens.

Podem concorrer alunos de nível médio, que terão de escrever uma redação; estudantes que frequentem ou tenham concluído cursos de graduação, mestrado ou doutorado, que terão de redigir um artigo científico; e escolas, que deverão fazer relatos de projetos e ações pedagógicas.

“O prêmio é apenas uma indução para o tratamento desses assuntos nas escolas e universidades. O nosso objetivo é que isso seja tratado no dia a dia, que haja uma reflexão de alunos e professores”, disse a coordenadora-geral do Ensino Médio do Ministério da Educação, Sandra Regina.

Para os alunos de nível médio, os prêmios são laptops e impressoras. Já as outras categorias concorrem a uma quantia de R$ 5 mil a R$ 10 mil.

Fonte: Agência Brasil

MEC investirá R$ 70 milhões em programas de extensão universitária

03/06/2011

Programas de extensão universitária de todo o país receberão R$ 70 milhões do Ministério da Educação (MEC) no próximo ano para execução de suas atividades. O valor corresponde ao orçamento que será destinado às ações selecionadas pelo edital 2011 do Programa de Extensão Universitária (Proext).

Entre 1.626 propostas recebidas, foram contemplados 709 projetos e programas, que receberão recursos para desenvolver ações voltadas à promoção de políticas públicas sociais. O conjunto dos projetos aprovados envolve em sua execução 709 coordenadores, 3.378 professores, 7.401 alunos e 559 técnicos.

Criado em 2003, o Proext passou por significativo crescimento, tendo o Edital 2011 recebido o dobro do orçamento do último ano. Foram R$ 35 milhões em 2010 e serão R$ 70 milhões neste ano.

As 13 linhas temáticas que integram o edital foram definidas a partir das políticas públicas sociais desenvolvidas pelos ministérios participantes. Além de oito ministérios, do Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, as secretarias de Direitos Humanos e de Políticas de Promoção da Igualdade Racial participam pela primeira vez do Proext.

A partir da divulgação do resultado, os recursos do Proext serão transferidos a universidades federais e estaduais e a institutos federais de educação, ciência e tecnologia no início do próximo ano. O monitoramento e avaliação da execução dos projetos são realizados por meio de um sistema informatizado do qual participam todos os ministérios parceiros.

A extensão universitária caracteriza-se por um conjunto de ações de caráter educativo e interdisciplinar que permitem a interação entre a universidade e a sociedade. Na avaliação do secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, é por meio da atividade de extensão que a universidade coloca em prática sua função social. “Além de fazer parte da formação acadêmica dos jovens, é a partir de um trabalho conjunto entre estudantes, professores e servidores que a universidade tem a possibilidade de refletir e agir em relação às questões sociais do país”.

Fonte: Nota 10

Encontro reuniu jovens nordestinos pelo direito à comunicação

03/06/2011

Começou na quarta-feira e termina hoje o I Encontro Nordestino de In(formação) em Mídias Alternativas e Educomunicação em Natal, estado do Rio Grande do Norte (RN). A iniciativa surgiu a partir da Rede Viração Nordeste (RVN), que reúne os conselhos da Revista Viração da região e, aos poucos foi agregando novos parceiros, como a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Participam da atividade os estados de Alagoas, Pernambuco e Ceará.

"Nossa proposta é debater mídia alternativa e educomunicação, em especial, no ambiente acadêmico, onde ainda é pouco discutido”, avalia Alessandro Muniz, coordenador do evento e membro do Conselho Viração de Natal. Além da apresentação de trabalhos acadêmicos e debates, o evento recebe 14 representantes dos Conselhos Virajovens do Nordeste para o Encontro Nordestino da Viração.

A Viração é uma ONG de São Paulo que tem como projeto principal a produção de uma revista feita por jovens e para jovens. São mais de 40 Conselhos em 24 estados brasileiros, que, de forma colaborativa, produzem a publicação.

De acordo com Alessandro, a RVN foi uma iniciativa pioneira em propor uma articulação dos Conselhos em âmbito regional. A ideia surgiu ano passado durante o Encontro Nacional de Virajovens, proposto pela ONG Viração. Ele conta que a ideia tem como objetivo construir uma revista cada vez mais horizontal e colaborativa. "Pudemos construir uma rede de apoio entre os Conselhos que estão mais próximos, tanto em termos financeiros, como políticos”, afirma.

Alessandro reforça a importância do envolvimento da juventude com a comunicação. "Trata-se de um direito que deve ser exercido por todo cidadão. E, no Brasil, temos um quadro bem diferente, com o monopólio de algumas famílias”, avalia. Ele considera fundamental que mais pessoas produzam muita informação para cada vez mais pessoas, em um exercício de pluralizar o conhecimento.

Fonte: Adital

Programa da Fundação Criança oferece bolsa para formação de jovens

03/06/2011

O Programa Rotativo Cidadão está com inscrições abertas, até o próximo dia 06 de junho de 2011, para preencher 50 vagas de operador do Sistema de Estacionamento Controlado em São Bernardo do Campo (SP). Podem se inscrever jovens de 18 a 21 anos que estejam no ensino médio.

Com uma duração de 12 meses, podendo ser prorrogado por mais seis, o programa da Fundação Criança oferece uma bolsa-auxílio de R$350 mensais, além de vale transporte, seguro de vida e lanche. Ao final do programa, os participantes são indicados para oportunidades de emprego.

O Programa Rotativo Cidadão visa preparar e incluir o jovem no mundo do trabalho, por meio de atividade práticas de quatro horas diárias e mais cinco horas semanais de atividades complementares, com aulas de informática, atualidades, meio ambiente, mundo do trabalho, comunicação e expressão e técnicas de teatro.

Os interessados devem comparecer, das 9h às 17h, em um dos locais de inscrição, abaixo relacionados, portando RG, comprovante de residência, comprovante de escolaridade (cursando ou concluído o Ensino Médio) e comprovante de participação em programas sociais (se for o caso).

A data e o local do sorteio público dos classificados serão divulgados pelo jornal Notícias do Município, que também pode ser acessado pelo site www.saobernardo.sp.gov.br, onde também serão publicadas as convocações.

As vagas serão preenchidas com 55% dos candidatos por classificação socioeconômica, 40% por sorteio público e 5% para jovens com deficiência.

Confira os locais de inscrição:

Fundação Criança – Unidade Pq. São Bernardo - Rua Minas Gerais, s/nº.

Fundação Criança Jardim Silvina – Rua Dom Vasco Mascarenhas, 273 – Jd. Silvina

Fundação Criança Jardim Orquídeas – Rua Nossa Sra. Guadalupe, 800 – Alvarenga

Fundação Criança Bairro Santa Cruz – Rua Hugo Vieira Pinto S/N

Subprefeitura do Riacho Grande – Rua Araguaia, 265 – Riacho Grande

Subprefeitura de Rudge Ramos – Rua Jacquey, 61 – Rudge Ramos

Federação das Entidades do Bem-Estar Social (Febes) – R: Princesa Maria Amélia, 395 – B. Nova Petrópolis.

Mais informações pelo telefone (11) 4126-1319.

Fonte: Aprendiz

Cursinho Popular do Instituto de Física de São Carlos recebe inscrições

03/06/2011

Terminam nesta sexta-feira as inscrições para o processo seletivo do Cursinho Popular da Licenciatura em Ciências Exatas (CPCEx), direcionado a alunos do ensino médio, e criado pelos estudantes do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP.

A seleção será feita através de uma prova objetiva (múltipla escolha) de conhecimentos específicos que será realizada no domingo (5), seguida de entrevista sócio-econômica.

O conteúdo tanto das provas quanto das disciplinas ministradas será da área de química, física, matemática e biologia, direcionadas ao ensino médio.

As aulas terão início em 1º de agosto, com término programado para 25 de novembro. Durante esse período, será cobrada uma taxa mensal de R$ 30,00, que posteriormente será revertida ao aluno para o pagamento de inscrições de vestibular.

Os interessados devem ser inscrever das 9 às 12 e das 14 às 17 horas, no próprio IFSC, na sala 156 do bloco dos Laboratórios de Ensino de Física (ao lado da lanchonete Escobar).

O IFSC fica na Av. Trabalhador São-carlense, 400.

Fonte: USP Online

Escolas não sabem aproveitar avaliações educacionais, aponta estudo

06/06/2011

No segundo semestre de 2011, alunos do 5° e 9° ano do ensino fundamental participam da Prova Brasil, uma das principais avaliações do Ministério da Educação (MEC). É a partir dos resultados do exame que é calculado o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador que aponta em uma escala de 0 a 10 qual é a qualidade de cada escola, rede municipal ou estadual.

Apesar de servir de parâmetro para que as escolas possam detectar problemas e modificar sua atuação, muitas ainda não sabem como utilizar esses resultados. Pesquisa da Fundação Carlos Chagas com 400 coordenadores pedagógicos de 13 capitais apontou que muitos desconheciam o índice.

Quase metade (47%) deles, ao ser perguntado qual era o Ideb da sua escola, citava um número superior a 10. “Sabendo que o índice pode servir para o planejamento e ações de todos educadores da escola e que há metas governamentais a cumprir, esse desconhecimento é preocupante”, revela o estudo.

Para Amaury Gremaud, professor da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do Conselho Consultivo da Avalia Educacional [empresa de avaliação de escolas e sistemas de ensino do grupo Santilla], as avaliações ainda são subutilizadas pelas escolas. “Isso melhorou muito, as secretarias de educação estão bem próximas dos dados, eles não vão só para a gaveta de quem produz. Mas do ponto de vista do planejamento das escolas, ainda há muito espaço para trabalhar essas informações”, afirma.

Na opinião do especialista, que foi diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), as escolas precisam aprender a analisar os resultados da avaliações para alterar suas práticas. Comparar o Ideb da escola com a média nacional, por exemplo, pode não ser um bom parâmetro. “Quando a escola ou rede vai analisar os resultados é preciso olhar criticamente e levar em consideração coisas que os indicadores escondem”, aponta o especialista.

O índice, por exemplo, não leva em conta o contexto social e econômico dos alunos, “fator que pode influenciar o processo de aprendizagem e o desempenho final do estudante. Ele mede o ‘ponto de chegada’, mas não o ‘ponto de partida’ da escola”, explica Gremaud. Por isso uma estratégia interessante é comparar os resultados da escola com outras unidades da mesma rede de ensino que atendam um público semelhante.

“Se você procura uma escola que tem condições próximas, mas um desempenho melhor, é sinal de que é preciso avaliar alguns processos. A direção pode comparar, por exemplo, se a equipe da outra escola passou por algum processo de treinamento diferenciado ou se o currículo é organizado de uma forma diferente. É olhar um pouco o que está dando certo em outros lugares”, recomenda Gremaud.

O especialista aponta que os índices educacionais não são “perfeitos”, mas são um bom parâmetro. “Indicadores são limitados, a Prova Brasil é uma prova de português e matemática, ela não leva em conta que as condições socioeconômicas dos alunos são diferentes. Por isso as escolas têm que ler os indicadores com uma certa calma”, explica.

A consulta ao Ideb de uma escola da rede municipal ou estadual e as metas que devem ser atingidas a cada dois anos estão disponíveis para consulta na internet.

Fonte: Agência Brasil

Secretaria municipal de educação de SP terá material pedagógico na internet

06/06/2011

A partir de amanhã, a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo vai colocar todo o seu material pedagógico na internet com a licença Creative Commons. Ou seja: o download das obras de todos os programas e projetos da pasta estará disponível no site da secretaria para quem quiser, desde que a fonte seja citada e o uso não seja para fins comerciais. O endereço é http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br.

A ideia surgiu porque, desde que o Programa Ler e Escrever passou a ser implementado, em 2006, a pasta passou a receber solicitações de municípios e Estados de todo o País interessados em utilizar o material. O programa objetiva melhorar as habilidades de leitura e escrita dos alunos do ensino fundamental da rede municipal paulistana.

"Não tínhamos uma forma adequada de licenciar tudo isso", disse o secretário Alexandre Schneider. "Começamos a pesquisar e achamos interessante o seguinte: como temos os direitos daquilo que foi desenvolvido, porque foi criado na própria secretaria, entendemos que seria correto fazer um licenciamento que permitisse que qualquer um pudesse utilizar e adaptar os materiais nos quais já tínhamos gasto nossos recursos."

Segundo o secretário, a pasta optou por esse tipo de licença porque ela permite que o usuário utilize o material do jeito que bem entender. "Ela possibilita que quem queria usar recorte, cole e anexe tudo ou partes do material, desde que coloque a fonte e o novo material produzido não gere lucro."

Obras

Entre os materiais que estarão disponíveis no portal da secretaria há obras para todos os temas que a pasta aborda em suas políticas públicas: educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, educação especial, informática educativa, educação étnico-racial, cadernos de orientação didática e livros voltados para a recuperação em língua portuguesa e matemática. Além disso, as orientações curriculares para educação infantil e ensino fundamental, as orientações didáticas para Educação de Jovens e Adultos (EJA) e as obras do Programa Ler e Escrever também vão estar online para o público interessado.

Schneider acredita que, dessa forma, a secretaria vai compartilhar o conhecimento produzido com outras cidades. "Existem municípios que não têm condições de desenvolver esses materiais", disse.

Fonte: O Estado de S. Paulo/ Mariana Mandelli