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Pesquisas

27/05/2011

Jovens, Educação, Trabalho e Felicidade Futura

O Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (CPS/IBRE/FGV), em parceria com o Instituto Votorantim, divulgou em 02/09/08 na FGV, no Rio de Janeiro, uma pesquisa inédita, intitulada Educação e Trabalho do Jovem, coordenada por Marcelo Neri, economista-chefe do Centro de Políticas Sociais (CPS), do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas. O ponto de partida da pesquisa foi a constatação de que o brasileiro de 15 a 29 anos apresenta o nível mais alto de felicidade esperada (cinco anos à frente) entre os jovens de 132 países pesquisados. Na pesquisa argumenta-se que ser jovem seria na essência olhar para frente com positividade, esperar que o futuro seja melhor que o presente, o que é confirmado pelos dados etários. O Brasil justificaria os desígnios de “país jovem” já que na média de todas as faixas etárias o brasileiro também é o que apresenta na média o maior Índice de Felicidade Futura. Acesse a pesquisa na íntegra.

O Retorno da Educação no Mercado de Trabalho

Para a FGV, a pesquisa comprova a relação direta entre escolaridade e remuneração. ‘A hierarquia educacional se reflete na hierarquia dos resultados observados no mercado de trabalho, ou seja, aquele que estudou mais recebe salários mais altos e tem maiores chances de conseguir trabalho’, afirmou o coordenador do estudo, o economista Marcelo Neri.

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